Copa América: o que dizem governadores e prefeitos das 4 cidades-sede do torneio

Brasil sediará a Copa América de futebol masculino em quatro cidades-sedes: Brasília, Cuiabá, Goiânia e Rio de Janeiro. Acionados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e pelo presidente Jair Bolsonaro, os estados aprovaram o recebimento da disputa. No entanto, nem todos os prefeitos concordam com a realização.

Especialistas ouvidos pelo G1 avaliaram que há riscos de o país receber o torneio internacional por conta do aumento de viagens dentro do país, o que pode gerar a importação de novas variantes e o aumento da taxa de contágio.

A principal discordância entre os governantes locais está no Mato Grosso. Por um lado, o governador Mauro Mendes (DEM) defende as medidas de “biossegurança” e que o estado não gaste recursos públicos para receber a competição de seleções. Por outro lado, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), é contrário.

“Vivemos uma pandemia e o momento não é adequado em respeito aos milhares de óbitos e casos confirmados. Todos os gestores e classe política devem focar sua energia na aquisição de vacinas, vacinação total e tratamento das pessoas infectadas”, critica o emedebista.

Em Goiás e no Rio de Janeiro, tanto os governos estaduais quanto prefeituras avaliam como possível a realização do evento esportivo. A única questão é sobre a ausência de público nas arenas.

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