Principal vitrine na área social do presidente Lula, o Bolsa Família foi relançado pelo petista em março de 2023, primeiro ano de seu novo mandato. Em setembro, governo anunciou o reajuste dos benefícios em cerca de 15%
A coordenadora do núcleo econômico da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (19) que o programa Bolsa Família terá uma carência de dois anos se ele for eleito, período após o qual os beneficiários seriam desligados.
O senador Flávio Bolsonaro concorre à Presidência da República com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. Os dois participaram do primeiro debate neste domingo (18). O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
"Vai ter regra de transição de dois anos [no Bolsa Família] para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. E um retorno automático caso dê errado. As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade', disse Marques, em entrevista à CBN Bahia.
"Vai ter regra de transição de dois anos [no Bolsa Família] para que possa abrir seu negócio, ou aceitar emprego de carteira assinada. E um retorno automático caso dê errado. As pessoas não podem ficar presas para sempre no Bolsa Família. Aquilo é uma proteção, mas é o início de uma jornada. Todo mundo merece sonhar com algo com mais oportunidade, dignidade', disse Marques, em entrevista à CBN Bahia.
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Como o texto foi mantido pelo relator, a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação