Paulo Corrêa exalta Tereza Cristina pela aprovação da PEC do Pantanal no Senado

O Pantanal Sul-mato-grossense ganhou mais um mecanismo de proteção nesta terça-feira (11), com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) apresentada pela senadora Tereza Cristina (PP). A PEC classifica o Pantanal como patrimônio nacional, fortalecendo as políticas públicas de preservação do bioma. Reconhecendo a relevância da medida para os pantaneiros e para o desenvolvimento sustentável do Estado, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou, nesta quarta-feira (12), uma moção de congratulação à senadora Tereza Cristina. O primeiro secretário da Casa de Leis, deputado Paulo Corrêa, exaltou o trabalho da parlamentar e reforçou a necessidade de preservar o Pantanal. “O Pantanal é o coração ecológico do Brasil, e a aprovação dessa PEC representa um avanço essencial para garantir que ele seja protegido como merece. Tereza Cristina demonstrou, mais uma vez, seu compromisso com nosso Estado e com o meio ambiente. Seu trabalho incansável resultou em uma proposta que fortalece a legislação e assegura um futuro mais sustentável para o bioma e para aqueles que dependem dele”, afirmou Paulo Corrêa. A senadora destacou que a construção da PEC foi um processo articulado e que se soma a outras iniciativas já aprovadas. “Antes, aprovamos no Senado o Estatuto do Pantanal, e a Assembleia Legislativa do meu Estado aprovou uma nova lei específica para o bioma, apresentada pelo meu amigo, o governador Eduardo Riedel”, lembrou Tereza Cristina. Ela também ressaltou que Mato Grosso do Sul já adota medidas de proteção acima do exigido pela legislação nacional. “É importante que todos saibam, diante de tantas narrativas falsas, que meu Estado estabeleceu um percentual de preservação da vegetação nativa no Pantanal de 50% – muito acima dos 35% exigidos pelo Código Florestal – e priorizou atividades que primam pela sustentabilidade”, finalizou a senadora.]
Aprosoja Brasil completa 35 anos de conquistas e desafios

Entidade é a legítima representante das 16 Associações que atuam em todo o Brasil A Associação Brasileira dos Produtores de Soja, legítima representante de 16 Associações atuando nos estados produtores, completa 35 anos de atuação no dia 11 de março. Fundada em 1990, a entidade surgiu a partir da necessidade dos produtores de organizarem uma associação específica para representar os sojicultores de todo o país. A ideia vinha sendo debatida desde 1989, durante congressos e eventos do setor. Mas foi só em 1990 que a Abrasoja, como foi incialmente batizada, foi tirada do papel, inspirada no trabalho da American Soybean Association (ASA), fundada em 1920 nos Estados Unidos. O início da década de 1990 foi um período de inflação e endividamento elevados e pouco estímulo à expansão da atividade. Situação agravada pelo Plano Collor, lançado em 16 de março de 1990. Os primeiros meses foram de busca de soluções para o endividamento agrícola. No entanto, diante das dificuldades de mobilizar e fortalecer a entidade nos estados, os trabalhos acabaram suspensos naquele ano e retomados em 1999. Em 2001, a Abrasoja seria rebatizada de Aprosoja e, em 2004, receberia seu o nome definitivo de Aprosoja Brasil. Mesmo assim, a entidade não conseguia angariar recursos suficientes para a manutenção de uma estrutura necessária para o trabalho de representação que a soja brasileira demandava. Novo impulso a partir da Aprosoja Mato Grosso Foi somente com a criação da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja MT), em 4 de fevereiro de 2005, e com o estabelecimento do Fundo de Apoio à Cultura da Soja (FACS), que os sojicultores mato-grossenses reuniram as condições para reestruturar a Aprosoja Brasil, a partir de fevereiro de 2007, e incentivar a organização da Aprosoja nos estados. Ao longo dessas mais de três décadas a Aprosoja Brasil e as demais Aprosojas somam importantes avanços em benefício dos sojicultores, como a Judicialização da cobrança dos Royalties da Monsanto, a criação do Instituto Pensar Agro (2011), e a mobilização de lideranças na aprovação do Código Florestal (Lei 12.651/2012), da Lei dos Pesticidas (Lei 14.785/2023) e da Lei dos Bioinsumos (Lei 15.070/2024). Em 2023 a Aprosoja Brasil lançou a campanha Seja Aprosoja, que tem o objetivo de estimular o associativismo e incentivar a participação dos produtores nas decisões da entidade. De acordo com o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, os desafios da associação são permanentes. “Temos pela frente a questão da concorrência internacional, a Lei Antidesmatamento Europeia, a Moratória da Soja e muitos outros temas que afetam a renda do produtor. A Aprosoja Brasil sempre teve um papel importante em defesa dos produtores, defendendo a agricultura e os sojicultores, produzindo com eficiência e respeito às leis, gerando desenvolvimento econômico para o país e oferecendo oportunidades e comida abundante para os brasileiros e milhões de consumidores mundo afora. Parabéns aos diretores, produtores e colaboradores da Aprosoja Brasil”, afirma Maurício Buffon. Texto e Foto: Aprosoja Brasil Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Compartilhar
Escola Segura, Família Forte: educação e segurança unidas para proteger e transformar gerações em Mato Grosso do Sul

Programa fortalece a segurança nas escolas e reforça laços entre comunidades e forças de segurança, garantindo um ambiente de aprendizado mais seguro A segurança dos estudantes e o ambiente escolar são prioridades em Mato Grosso do Sul. Com essa missão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Secretaria de Estado de Educação (SED), fortaleceu o programa “Escola Segura, Família Forte” em 2025, que há oito anos protege milhares de alunos da rede pública estadual. Criado em 2017, o projeto pioneiro tem sido um divisor de águas na redução da criminalidade dentro e no entorno das escolas. Com a presença ostensiva da Polícia Militar, ações educativas e mediação de conflitos, a iniciativa transformou a realidade de centenas de unidades escolares. Agora, com sua reformulação e ampliação, o programa passa a contar com uma estrutura mais robusta, dobrando a eficácia policial e reforçando a presença nos colégios. O vice-governador de Mato Grosso do Sul, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, um dos idealizadores do programa quando esteve à frente da Sejusp, destacou que essa integração entre educação e segurança pública é essencial para garantir o futuro das próximas gerações. “Sempre acreditamos que o ambiente escolar precisa ser protegido para que os alunos possam se dedicar aos estudos sem medo. A ‘Escola Segura, Família Forte’ nasceu dessa necessidade e, ao longo dos anos, tem mostrado resultados expressivos. Agora, estamos ampliando essa rede de proteção neste ano, porque sabemos que um Estado forte começa dentro da sala de aula, com alunos seguros e motivados a aprender”, disse. Com uma nova fase, a gestão operacional do programa será concentrada para o Comando do Policiamento Metropolitano (CPM), aumentando o número de policiais atuando diretamente nas escolas estaduais da Capital. O reforço permitirá maior presença nas unidades e um atendimento mais ágil às demandas da comunidade escolar. Impacto real na educação e na vida das famílias A segurança fornecida pelo programa tem reflexos diretos na educação. Para o secretário-adjunto da SED, Sérgio Luiz Gonçalves, garantir um ambiente protegido melhora o desempenho dos alunos e reduz a evasão escolar. “Quando os estudantes se sentem protegidos, eles podem dedicar-se com mais tranquilidade e foco aos estudos, o que tem contribuído para a redução da evasão escolar e para a melhoria dos resultados nas avaliações. Além disso, nas visitas às escolas, é comum ouvir dos pais o sentimento de segurança e confiança, ao saber que seus filhos estão bem assistidos e protegidos no ambiente escolar”, afirmou Sérgio. A parceria entre escolas e forças de segurança também fortalece os laços entre a comunidade e o Poder Público. A diretora da Escola Estadual Professora Thereza Noronha de Carvalho, Márcia da Silva Teixeira, destacou a importância da iniciativa para os bairros periféricos, onde a vulnerabilidade social é maior. “Nossa escola faz parte do programa desde 2017, e sabemos o impacto positivo que ele trouxe para a nossa realidade. Com um bairro marcado pela violência, tivemos muitas dificuldades, mas o ‘Escola Segura, Família Forte’ nos trouxe segurança e tranquilidade. Segurança e educação: um compromisso de gestão O fortalecimento do programa reafirma o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul com a proteção dos estudantes e a qualidade da educação. Para o secretário-adjunto da Sejusp, Ary Carlos Barbosa, a iniciativa representa um modelo eficiente de cooperação entre segurança pública e educação. “O ‘Escola Segura, Família Forte’ mostra que segurança e educação precisam andar juntas. A ampliação do programa vem para consolidar esse trabalho, garantindo uma atuação ainda mais eficiente e uma proteção contínua para nossos alunos e profissionais da educação”, pontou o secretário-adjunto da Sejusp. Com rondas preventivas, mediação de conflitos, palestras educativas e atuação direta em ocorrências, o programa segue garantindo que as escolas sejam, acima de tudo, espaços de aprendizado, crescimento e segurança para todos. A ampliação da “Escola Segura, Família Forte” em 2025 marca um novo capítulo na construção de um Mato Grosso do Sul mais seguro e preparado para o futuro, onde a educação e a segurança caminham lado a lado na transformação social. Colaboração em informações e fotos: Comunicação SED/MS

