Polícia da capital caça rapaz que cortou genitália da mulher após ataque no Bairro Tiradentes.

Motivo das várias facadas desferidas por Wellington foi o pedido de separação da vítima Wellington Paes Lino, 24 anos, está sendo procurado pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, após ser acusado de esfaquear várias vezes a companheira, de 40 anos, e cortar a genitália dela, no bairro Tiradentes, em Campo Grande. O caso veio a tona no último domingo (6). O cartaz de procurado foi divulgado durante a tarde desta terça-feira (8), após o início da investigação da tentativa de feminicídio, investigada pela Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Qualquer informação pode ser repassada ao plantão da 1ª DEAM: (67) 99273-6024. “Sua ajuda é fundamental”, diz a nota da Polícia Civil. A tentativa de feminicídio aconteceu após a mulher ter feito o pedido de separação em razão do relacionamento conturbado que existia entre eles. Ao TopMídiaNews, a irmã relatou que, ao chegarem em casa, houve uma discussão por conta da conduta do agressor, momento em que a vítima pediu a separação. “Eles não dormiram juntos, mas ele permaneceu na casa. Pela manhã, ele ligou o gás, foi com um isqueiro até o quarto e questionou se ela queria mesmo terminar”, contou a irmã. A vítima afirmou que queria a separação e, durante a conversa, sentiu o cheiro do gás, questionando o agressor. “Ele saiu do quarto e, quando voltou, já estava com a faca. Disse que, se ela não ficasse com ele, não ficaria com mais ninguém”, detalhou a parente. O homem desferiu várias facadas na barriga da esposa, que conseguiu chutá-lo, mas foi novamente golpeada, desta vez na região íntima. “Ele deu cerca de seis facadas na barriga dela. Além disso, a região íntima foi a mais atingida — ele rasgou minha irmã”, disse à reportagem. Texto Top Midia News foto Policia Civil.
MP/MS investiga demanda reprimida para cirurgias pediátricas 598 crianças aguardam na fila pelas cirurgias

598 crianças aguardam na fila pelas cirurgias, A instituição apura insuficiência de vagas e medidas para reduzir a fila de espera. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 32ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, instaurou um inquérito civil para apurar a insuficiência de vagas e a demanda reprimida por cirurgias de otorrinolaringologia pediátrica na cidade. A investigação busca esclarecer as causas da demora na fila para cirurgias e quais medidas estão sendo tomadas para saná-las. A iniciativa surgiu após a constatação de que 598 crianças aguardam na fila pelas cirurgias, enquanto apenas 36 vagas mensais são disponibilizadas nos hospitais conveniados pelo município. O inquérito civil, assinado pela Promotora de Justiça Daniella Costa da Silva, visa esclarecer as causas da demora na realização das cirurgias, a relação dos pacientes na fila de espera, os critérios de priorização, a previsão para a implementação de teleconsultas, o número de profissionais disponíveis na rede pública e quais instituições estão ofertando consultas na especialidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, o MPMS pretende fiscalizar se os serviços estão sendo prestados de acordo com as políticas de saúde e os contratos firmados entre o município e os hospitais. A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) e o Hospital São Julião têm 20 dias úteis para fornecer as informações necessárias solicitadas. Na portaria, o MPMS ressalta a necessidade de que o município de Campo Grande e os hospitais conveniados apresentem um plano de ação para a diminuição da fila de espera e garantam o atendimento e tratamento adequado para os pacientes pediátricos. Texto: Maurício Aguiar/ Titulo alterado/ Altair de Abreu.Foto: Banco de ImagensRevisão: Fabrício Judson
CSP aprova porte de arma de fogo aos advogados para defesa pessoal

A Proposta permite uso para defesa pessoal; texto ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou nesta terça-feira (8) projeto que permite o porte de arma de fogo para advogados em todo o território nacional. O uso por esses profissionais será permitido para defesa pessoal. A proposta segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O texto foi apresentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que preside a comissão. A proposta recebeu parecer favorável do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propôs ajustes. Pelo projeto, será proibido portar a arma em fóruns, tribunais, estabelecimentos prisionais e outros locais públicos ou privados sujeitos a regras próprias de segurança, como estabelecimentos de ensino, igrejas, estádios desportivos e clubes. Para ter o porte, o advogado precisará seguir os requisitos legais estabelecidos em lei e um regulamento próprio que será elaborado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na reunião, o relator negou que a proposta represente uma “liberação indiscriminada” do acesso às armas no país. “O texto do projeto é extremamente claro. A necessidade fica demonstrada pela comprovação da efetiva atividade como advogado. Então, não é só o registro na OAB propriamente dito – você pode ter o registro e não advogar -; tem que ter a clareza de tudo e os demais requisitos: capacidade técnica, capacidade psicológica, idoneidade, tudo isso vai continuar sendo exigido normalmente”, disse Vieira. Em seu parecer, ele argumenta que o projeto equipara advogados aos integrantes do judiciário e do Ministério Público, que já possuem a prerrogativa de porte. “Esse tratamento isonômico mostra-se necessário, uma vez que, como muito bem destacado nas justificações das propostas, não há hierarquia entre advogados, juízes e promotores de justiça. Ademais, embora desempenhem funções distintas, todos integram corpos técnicos essenciais à função jurisdicional do Estado”, afirmou. PropostasA comissão aprovou outros três projetos. Uma das propostas agrava penas para os crimes de furto, roubo e receptação. A matéria teve relatoria do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e agora será analisada pela CCJ. O colegiado também aprovou o projeto que agrava a pena dos crimes de homicídio, furto, roubo, extorsão e extorsão mediante sequestro, contra praticados contra motorista de transporte público, privado ou de aplicativo. O texto também segue para análise da CCJ. Os senadores da comissão também aprovaram o projeto que inclui no rol dos crimes hediondos a prática de corrupção ativa e passiva. O texto também precisará ser analisado pela CCJ.CNN Brasilia

