Campo Grande, 21 de junho de 2026

DOF apreende R$ 615 mil em contrabando durante ação em Laguna Carapã

Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) e da Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo (CGPA) apreenderam, nesta terça-feira (9), três veículos carregados com mercadorias contrabandeadas do Paraguai em Laguna Carapã. Duas pessoas, sendo um jovem de 26 anos…

Mulher é acusada de registrar cachorro como eleitor e votar em nome dele nos EUA; entenda

Uma mulher de 62 anos foi acusada de crimes graves na Califórnia, nos Estados Unidos, após supostamente registrar sua cadela, chamada Maya, como eleitora e votar em nome do animal em duas eleições. Laura Lee Yourex enfrenta cinco acusações, incluindo perjúrio, uso de documento falso, registro de pessoa inexistente para votar e tentativa de votar sem direito. Se condenada, ela pode pegar até seis anos de prisão. De acordo com promotores do Condado de Orange, Yourex registrou a cadela, listada como Maya Jean Yourex, para votar em duas eleições, em 2021 e 2022. Na primeira, para governador, o voto foi contabilizado com sucesso. Já na segunda, que envolvia a escolha de vários candidatos, ele foi rejeitado. A investigação começou depois que a própria Yourex compartilhou a “atividade eleitoral” do animal nas redes sociais. Em janeiro de 2022, ela publicou uma foto de Maya com um adesivo de “Eu votei” e uma cédula de eleitor em nome da cadela. Mais de dois anos depois, em outubro de 2024, a mulher compartilhou uma nova imagem, desta vez da coleira do pet e de uma cédula de votação em nome dele. A cadela já havia morrido, segundo a imprensa local. Yourex, que é registrada no Partido Republicano, compareceu ao tribunal na terça-feira (9). Ela alegou que a intenção era “expor falhas” no sistema eleitoral da Califórnia, segundo o canal de notícias norte-americano ABC News.

Filha e mulher de fora? Saiba para quem Hulk Hogan deixou herança de R$ 27 milhões

O astro da luta livre Hulk Hogan, que morreu aos 71 anos, em 24 de julho deste ano, por problemas cardíacos, deixou uma fortuna estimada em US$ 5 milhões (cerca de R$ 27 milhões) exclusivamente para seu filho, Nick Hogan, de 35 anos. As informações foram noticiadas pelo jornal britânico Daily Star e pela revista norte-americana US Weekly, com base em documentos judiciais e a partir do testamento do lutador. De acordo com o Daily Star, o testamento de Hogan, redigido em 2016 e alterado diversas vezes mais tarde, em 2017, 2021, 2022 e 2023, não menciona a filha, a cantora Brooke Hogan, de 37 anos, nem deixa qualquer quantia para a viúva, Sky Daily. Nick Hogan foi nomeado o único beneficiário, recebendo US$ 799 mil em propriedades pessoais e intelectuais, US$ 200 mil em criptomoedas e US$ 4 milhões referentes aos direitos de imagem do pai. Na terça-feira (9), Nick entrou com documentos judiciais para ser nomeado co-representando do espólio de Hogan, ao lado de Terry McCoy, indicado como curador para gerenciar um processo de violação de direitos autorais contra o radialista Bubba The Love, segundo a US Weekly. Na terça-feira (9), Nick entrou com documentos judiciais para ser nomeado co-representando do espólio de Hogan, ao lado de Terry McCoy, indicado como curador para gerenciar um processo de violação de direitos autorais contra o radialista Bubba The Love, segundo a US Weekly.

São Paulo encerra negociação com o atacante camaronês Aboubakar

Demorou, mas o São Paulo se decidiu sobre Vincent Aboubakar. O atacante camaronês chegou a reduzir sua pedida para R$ 900 mil por mês, livres de impostos, para assinar com o Tricolor. Mas o negócio não vai acontecer. “Não vamos contratar o Aboubakar”, garante o presidente Julio Casares. Demorou, mas o São Paulo se decidiu sobre Vincent Aboubakar. O atacante camaronês chegou a reduzir sua pedida para R$ 900 mil por mês, livres de impostos, para assinar com o Tricolor. Mas o negócio não vai acontecer. “Não vamos contratar o Aboubakar”, garante o presidente Julio Casares. Apesar de precisar de um centroavante, após as perdas de Calleri, André Silva e Ryan Francisco, o São Paulo entende que a chegada de Aboubakar é inviável do ponto de vista financeiro. “Até porque tem salários, impostos, comissão para o empresário”, acrescenta o dirigente. Para bancar os R$ 900 mil sem impostos ao camaronês, o Tricolor precisaria desembolsar pelo menos R$ 1,3 milhão por mês. E dinheiro anda em falta no Morumbi, tanto que o clube se viu obrigado a vender cinco atletas da base bem antes de eles explodirem no time principal: Willian Gomes, Ferreira, Alves, Henrique e Angelo. A questão física foi outra preocupação nas tratativas com Aboubakar. Apesar de ter sido titular nos dois jogos da seleção de seu país, na Data Fifa, a avaliação é de que o atacante de 33 anos precisaria de um bom tempo para adquirir a melhor condição física – ele não joga com frequência desde 18 de abril, quando se despediu do Hatayspor.