Corumbá realiza VII Corrida do Parque de Piraputangas no dia 19 de outubro

A Prefeitura de Corumbá, por meio da Fundação de Meio Ambiente do Pantanal, promoverá no dia 19 de outubro a VII Corrida do Parque de Piraputangas. O evento, já consolidado no calendário esportivo do município, busca integrar esporte, saúde e…
Governo Lula faz “pente-fino” entre aliados após derrota da MP do IOF

Brasília (Folha do Estado do Brasil) – A recente derrota do governo na Câmara dos Deputados, com a rejeição da Medida Provisória do IOF (MP 1.303/2025), acendeu um alerta vermelho no Palácio do Planalto. Em resposta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou um verdadeiro “pente-fino” nas estruturas federais, revisando cargos de confiança e indicações políticas de aliados considerados infiéis ou omissos na votação. Segundo apuração exclusiva da Folha do Estado do Brasil, ao menos sete exonerações já foram confirmadas desde o início da semana, atingindo cargos ocupados por apadrinhados de partidos do Centrão, como PP, PL, PSD e MDB. O movimento, segundo interlocutores do governo, é uma tentativa de “reorganizar a base” e evitar novas derrotas no Congresso Nacional. A MP que abriu a crise A MP do IOF tinha como objetivo ampliar a arrecadação federal em cerca de R$ 17 bilhões até 2026, por meio de ajustes tributários sobre operações financeiras, apostas esportivas e plataformas digitais de pagamento. O texto, no entanto, foi derrubado pela Câmara em meio a forte resistência da própria base governista, que reclamou da falta de diálogo e de compensações políticas. Fontes do Ministério da Fazenda afirmam que o impacto da derrubada será significativo, comprometendo parte do equilíbrio fiscal previsto para o próximo ano. O ministro Fernando Haddad tenta agora costurar alternativas de compensação, enquanto Lula busca recompor apoio político com líderes partidários. Caça às “indicações infiéis” O recado do Planalto foi direto: quem não ajuda, perde espaço. As exonerações começaram por cargos estratégicos em autarquias e empresas públicas. Entre os atingidos, estão indicados na Caixa Econômica Federal, DNIT e superintendências estaduais de ministérios, principalmente no Paraná, Maranhão e Roraima. A ação, segundo fontes da Casa Civil, faz parte de um plano maior de reestruturação interna, que visa “garantir fidelidade nas próximas votações”. Lula teria determinado uma revisão completa das indicações feitas por partidos que não demonstraram compromisso com a agenda econômica do governo. Reações e bastidores Internamente, a derrota da MP foi interpretada como um duro golpe político. Em pronunciamento, Lula afirmou que a rejeição “não foi uma derrota do governo, mas do povo brasileiro”, alfinetando deputados aliados que teriam votado contra o texto. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, também reagiu com críticas à base: “Não dá para governar com quem não cumpre acordo. O governo precisa saber com quem pode contar”, disse. Nos bastidores, líderes do Centrão afirmam que o governo “errou na condução política” e que as demissões podem aumentar o clima de tensão. “Não se recompõe base com revanchismo”, declarou um deputado do PP sob reserva à reportagem. O que vem pela frente O “pente-fino” ainda não terminou. Fontes palacianas afirmam que novas mudanças estão sendo avaliadas em secretarias nacionais e cargos de segundo escalão. O Planalto também deve promover uma reunião ampliada no próximo dia 15 de outubro, com ministros e líderes partidários, para redefinir estratégias de articulação política e financeira. Enquanto isso, o Ministério da Fazenda trabalha em uma nova proposta de tributação sobre fintechs e apostas eletrônicas, tida como “plano B” para compensar a perda de arrecadação com a queda da MP do IOF. Avaliação política Analistas ouvidos pela Folha do Estado do Brasil afirmam que o episódio marca uma nova fase do governo Lula, mais centralizadora e com menor tolerância à dissidência. A estratégia é reforçar o controle político sobre cargos federais, reduzindo a influência do Centrão em áreas sensíveis. Mas o risco é elevado: o endurecimento pode gerar novas rupturas e desgastes no Congresso, num momento em que o governo tenta aprovar projetos de impacto econômico e social.
<b>Cuidados paliativos:</b> Campanha conscientiza sobre assistência em casos terminais

A melhoria de qualidade de vida de pessoas – e, consequentemente, de familiares de pacientes – com casos graves de doenças crônicas ou em situações em que a cura não é mais possível é o foco da equipe multiprofissional responsável…
Governo anuncia obras em Corguinho e Dourados após indicações de Zé Teixeira

A atuação do deputado estadual Zé Teixeira (PSDB), segundo vice-presidente da Assembleia Legislativa, resultou em novos investimentos em infraestrutura no Mato Grosso do Sul. O Governo do Estado, por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), publicou os…
Conheça o tenista ucraniano que bateu Federer, foi para a guerra e causou prejuízo bilionário a Putin

Sergiy Stakhovsky deixou o tênis e passou a participar de missões que atingiram depósitos de mísseis e bases aéreas russas Sergiy Stakhovsky passou mais de duas décadas competindo nas quadras de tênis e entrou para a história do esporte ao derrotar Roger Federer em 2013, encerrando a sequência de 36 quartas de final consecutivas do suíço em Grand Slams. Hoje, três anos após o início da invasão russa, ele integra o Centro de Operações Especiais Alpha do Serviço de Segurança da Ucrânia e participa de ataques a bases e depósitos russos, incluindo operações com drones de longo alcance que causaram prejuízos bilionários ao governo de Vladimir Putin. Nascido e criado em Kiev, filho de um médico e de uma professora universitária, Stakhovsky começou a jogar tênis ainda criança. Aos 12 anos, a família se reuniu para decidir se ele continuaria no esporte. Alguns anos depois, ao disputar a final júnior do US Open contra Andy Murray, percebeu que tinha chance de sucesso profissional. Em 2008, em 209º lugar no ranking mundial, conquistou seu primeiro título da ATP ao derrotar Ivan Ljubičić em Zagreb. Em 2013, venceu Federer em Wimbledon, mostrando que, mesmo na era de Nadal, Djokovic e Federer, era possível superar os melhores do mundo. Após a invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, Stakhovsky deixou sua carreira internacional de lado. Ele já havia se alistado nas Forças de Defesa Territorial da Ucrânia semanas antes e viajou para o país sem informar seus três filhos. “Minha mãe ligou de manhã cedo: ‘Há explosões enormes por toda parte’. Liguei a TV e vi algo que nunca esquecerei: o horizonte da minha cidade natal, Kiev, em chamas”, disse. O ex-tenista começou atuando com morteiros e depois passou a trabalhar com drones, participando de missões que atingiram depósitos de mísseis e bases aéreas russas em Engels, Toropets e Krasnodar. Ele também participou da Operação Teia de Aranha, em que drones FPV lançados de caminhões danificaram 41 aeronaves e causaram US$ 7 bilhões em perdas. Segundo Stakhovsky, o Centro Alpha destruiu mais de US$ 5 bilhões em equipamentos russos, sem contar refinarias e outras instalações estratégicas. “Pequenos grupos podem fazer grandes coisas. Se esses são os testes mais tranquilos, quão difíceis eram antes?”, afirmou ao portal United24Media.
Luciano no Vasco? Diretoria do São Paulo responde

Atacante, cujo contrato no Tricolor se encerra em dezembro de 2026, está na mira do técnico cruz-maltino Fernando Diniz Uma das notícias de mercado no fim de semana envolveu Luciano, do São Paulo. A pedido de Fernando Diniz, o atacante é alvo do Vasco para janeiro de 2026. O fato de ter contrato apenas até o fim do ano que vem permite aos dirigentes cruz-maltinos sonharem com uma negociação com pequena compensação financeira. Mas… “Não houve proposta, nem sondagem do Vasco. Isso aí é balela”, afirma o presidente do São Paulo, Julio Casares, descartando qualquer possibilidade de fazer acordo com um clube brasileiro com cifras baixas. O Tricolor lamenta os gols perdidos contra a LDU, que causaram a eliminação nas quartas de final da Libertadores, mas entende que o custo-benefício do Luciano ainda é bom. Ele ganha na casa dos R$ 600 mil mensais e entrega uma média de 20 participações em gol por temporada. Neste ano, por exemplo, são 47 jogos, 13 gols e seis assistências.
Tragédia em Bandeirantes: Mulher é morta a tiros pelo marido em frente à filha

Um novo caso de feminicídio chocou o município de Bandeirantes, em Mato Grosso do Sul, na manhã do último sábado (12). A vítima, Andreia Ferreira, de 40 anos, foi assassinada a tiros pelo próprio marido dentro de casa, na frente da filha do casal. O crime, que ocorreu por volta das 9h, foi classificado pela polícia como o 30º feminicídio registrado no Estado em 2025. De acordo com as primeiras informações, vizinhos relataram ter ouvido uma discussão antes dos disparos. A filha, em estado de choque, contou aos policiais que o pai sacou a arma e atirou contra a mãe após uma briga, fugindo logo em seguida. Equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionadas e iniciaram buscas na região para localizar o suspeito. O corpo de Andreia foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML) de Coxim. A Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) está conduzindo as investigações e trabalha para elucidar as circunstâncias que motivaram o crime. Autoridades locais e lideranças comunitárias lamentaram a tragédia e reforçaram a necessidade de ampliar as políticas públicas de proteção às mulheres. Em nota, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) destacou que o caso reforça a urgência de denunciar sinais de violência doméstica antes que situações como essa se agravem. Com este caso, Mato Grosso do Sul chega a 30 mulheres assassinadas por parceiros ou ex-companheiros somente neste ano, número que acende um alerta para o aumento dos crimes de gênero no Estado.
Como a tática de mísseis da Rússia supera armas ocidentais na guerra contra a Ucrânia

Atualizações na tecnologia dos mísseis balísticos permitem que eles mudem de direção rapidamente Nos últimos meses, a Rússia tem usado novos métodos para lançar seus mísseis e escapar das defesas aéreas da Ucrânia, segundo autoridades ouvidas pelo Financial Times. Atualizações nos mísseis balísticos permitem que eles mudem de direção ou mergulhem rapidamente. Essas manobras conseguem confundir e evitar os interceptadores. O impacto dessa tática ficou evidente quando ataques russos danificaram fábricas de drones em Kiev e arredores. Mesmo com sistemas de defesa Patriot em operação, a taxa de interceptação da Ucrânia caiu de 37% em agosto para apenas 6% em setembro, segundo dados analisados pelo jornal.
Como joga a seleção do Japão, próxima adversária da seleção brasileira

A seleção japonesa se prepara para enfrentar o Brasil em amistoso na terça-feira (14) em Tóquio mostrando um estilo de jogo inspirado no futebol europeu e apoiado na força ofensiva de jogadores que atuam no velho continente. O time de Hajime Moriyasu utiliza formações flexíveis, geralmente um 3-4-2-1, explorando a velocidade pelas laterais e a mobilidade dos atacantes. Gustavo Alfaro, técnico do Paraguai, que empatou com o Japão por 2 a 2 em amistoso no último dia 10 de outubro, destacou o estilo do adversário. “O Japão tem um estilo de jogo específico. Mais de 80% do elenco joga na Europa. Eles usam os espaços pelas laterais de forma eficaz e contam com meio-campistas centrais que atuam mais avançados no campo. Eles têm um ataque com excelente mobilidade e capacidade de criação de espaços. Quando não têm a bola, aplicam pressão vertical e criam situações de um contra um na metade do campo adversário. É como assistir a um time europeu.” O ataque japonês conta com jogadores em boa forma na Europa, como Koki Ogawa, do NEC Nijmegen, e Ayase Ueda, do Feyenoord.
Governo envia projeto da LOA 2026 com previsão de receita em R$ 27,1 bilhões

O Poder Executivo encaminhou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) o Projeto de Lei 257/2025, que estima receita e fixa a despesa do Estado para o exercício financeiro de 2026. O projeto da Lei Orçamentária Estadual (LOA) prevê…

