Ronilço Guerreiro apresenta projeto que cria política municipal de combate à adulteração de bebidas alcoólicas

O vereador Ronilço Guerreiro protocolou o Projeto de Lei Complementar Legislativo nº 995/2025 que institui a Política Municipal de Prevenção e Combate à Adulteração de Bebidas Alcoólicas. A proposta estabelece regras mais amplas e rígidas para coibir práticas de falsificação…
Vereador Marquinhos Trad questiona descumprimento de lei sancionada pela prefeita e que previa economia aos cofres públicos

Durante a 62ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Campo Grande, realizada na quinta-feira (30/10), o vereador Marquinhos Trad utilizou a tribuna para denunciar uma incoerência da Prefeitura Municipal em relação à decoração natalina da cidade. O parlamentar lembrou que,…
Palmeiras é 1º time brasileiro a reverter desvantagem de 3 gols na Libertadores

O Palmeiras fez história na noite de quinta-feira (30) não apenas por conseguir uma classificação quase impossível para a final da Libertadores. Mas, a vitória de 4 a 0 sobre a LDU, após ser derrotado por 3 a 0 na partida de ida, também foi uma façanha inédita para o futebol nacional. O Verdão se tornou o primeiro clube brasileiro a conseguir reverter uma desvantagem de três gols em mata-mata do principal torneio continental da América do Sul.
Polícia Civil divulga primeiros nomes de mortos durante megaoperação na Penha e no Alemão

A Polícia Civil do Rio de Janeiro divulgou, na manhã desta sexta-feira (31), os primeiros nomes da lista de mortos durante a megaoperação realizada nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte, na última terça-feira (28), considerada a mais letal da história do estado, com 117 suspeitos e 4 policiais que perderam suas vidas. Segundo o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, 99 criminosos mortos na Operação Contenção foram identificados. Desses, 78 tinham histórico criminal, com 42 deles tendo mandados de prisão em aberto. Os chefes mortos foram: PP, chefe do tráfico do Pará; Russo, chefe do tráfico em Vitória; Chico Rato, chefe do tráfico em Manaus; Gringo, chefe do tráfico em Manaus; Mazola, chefe do tráfico em Feira de Santana; Fernando Henrique dos Santos, chefe do tráfico em Goiás; DG, chefe do tráfico na Bahia; FB, chefe do tráfico na Bahia; Rodinha, chefe do tráfico em Itaberaí, em Goiás. Dos 99 identificados, 39 são de outros estados, sendo 13 do Pará, 7 do Amazonas, 6 da Bahia, 4 do Ceará, 4 de Goiás, 3 do Espírito Santo, 1 do Mato Grosso e 1 da Paraíba.
Rio: Reflexos de uma Guerra Assimétrica num Contexto de Grave Distorção Federativa

Por Thiago Frederico de Souza Costa. Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal e Secretário Executivo do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública – Consesp. A recente operação policial no Rio de Janeiro, que resultou na lamentável perda de quatro valorosos policiais e dezenas de mortes em confronto, expõe de forma crua uma falha sistêmica de nossa Federação: os Estados estão sendo obrigados a suportar um problema de dimensão transnacional quase sozinhos e pagando a conta de uma guerra irregular. O crime organizado, representado por facções como o Comando Vermelho, não é um problema puramente estadual. Ele se alimenta do tráfico de armas e drogas, cuja logística se inicia nas fronteiras do País. A apreensão de dezenas de fuzis e o uso de drones com explosivos pelos criminosos demonstram que as Polícias Estaduais estão sendo lançadas em um cenário de guerra de alta intensidade, sem o devido amparo da União. A Constituição Federal atribui à União o dever primário de policiamento de fronteiras. Contudo, a ineficácia e a descontinuidade do controle federal garantem ao crime organizado um fluxo ininterrupto de armamento de alto calibre e drogas. O combate ao tráfico transnacional de drogas é, legalmente, um crime federal. Na prática, porém, são os Estados que arcam com o custo humano e logístico da repressão e, pior, com a manutenção do sistema prisional para custear o encarceramento desses criminosos de alta periculosidade. Essa transferência de ônus se materializa em uma injustiça: quando as Polícias Estaduais descapitalizam o crime, apreendendo ativos, veículos e dinheiro, a maior parte desses bens é revertida para fundos federais, como o FUNAD, e não retorna ao sistema estadual que sacrificou vidas e recursos na operação. Como medida de justiça federativa, é imperiosa a mudança na legislação para que haja a reversão prioritária dos ativos apreendidos pelas Polícias Estaduais diretamente para o Fundo Estadual de Segurança Pública. É o justo retorno para compensar os custos, adquirir tecnologia de inteligência e valorizar o policial. Além da falta de estrutura suficiente da Polícia Federal e da Receita Federal para fazer frente a esse desafio de dimensão continental, outro problema central está na efetividade da Lei Complementar 97, que regulamenta a atuação das Forças Armadas na faixa de fronteira, tendo em vista que essa atuação deve se tornar uma obrigação permanente das Forças Armadas, independente de discricionariedade ou vontade política do gestor. Se for necessária a alteração da Lei Complementar 97, que assim seja. A subsidiariedade para o emprego das FFAA impede um controle de fronteira contínuo, estratégico e sistemático, que é essencial para coibir o crime organizado, afetando, ao cabo, a própria defesa do território e da soberania em áreas conflagradas pelo narcotráfico. O resultado é perverso: as polícias estaduais (Civil e Militar) agem na ponta do problema – na contenção, no confronto reativo que resulta em alta letalidade – enquanto a causa (o fluxo logístico e financeiro do crime) não é neutralizada na origem por quem tem a obrigação de fazê-lo. O pedido de empréstimo de blindados, negado pela União, ou a hesitação na transferência de líderes de facções para presídios federais, reforçam a percepção de desengajamento na guerra que deveria ser de todos. A morte de nossos quatro policiais é o preço máximo de uma falha de estratégia nacional. A segurança pública é dever de todas as esferas. É imperativo que a União assuma sua responsabilidade, não apenas com apoio logístico pontual, mas com uma política de fronteira contínua e integrada, e com mecanismos de compensação financeira aos Estados. Não é factível que o apoio logístico de um blindado do Exército dependa de decretação de GLO. É bastante cômodo negar com base em teorias jurídicas um apoio para um problema grave e real do estado brasileiro. É preciso dar respaldo legal e logístico para que o policial atue no cenário de guerra que lhe foi imposto. Por essa e outras é que, no âmbito do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública, foi assinado recentemente um Acordo de Cooperação Técnica para que os Estados e o Distrito Federal se apoiem mutuamente em ações operacionais, refletindo num verdadeiro pacto federativo (estadual) de cooperação. Enquanto a União não fechar a torneira que abastece o crime organizado (armas e drogas na fronteira) e não compensar os Estados pelo sacrifício, o ônus da violência e da letalidade continuará recaindo, tragicamente, sobre as forças estaduais, tal como já recai o ônus para financiar a maior parte da segurança pública deste país.
Governo do Distrito Federal media reunião entre ASPRO e Neoenergia

Encontro discutiu preço do ponto de fixação, programa Poste Limpo e criação de comissão permanente sobre infraestrutura de telecomunicações.
Igreja de Jesus Cristo celebra 50 anos
de fé e serviço em Mato Grosso do Sul No próximo dia 8, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias realizará uma grande celebração pelos 50 anos de sua presença e contribuição espiritual e social em Mato Grosso do Sul. O Devocional acontecerá das 20h às 22h, na Avenida Júlio de Castilho, 2354 (esquina com Avenida Aeroporto), no bairro Santo Amaro, em Campo Grande, reunindo mais de 500 pessoas, entre autoridades, convidados e o público em geral. Todos serão bem-vindos. A programação incluirá mensagens inspiradoras e apresentações musicais em louvor a Jesus Cristo, exaltando o legado de fé, amor ao próximo e discipulado que marcaram meio século de história da Igreja no Estado. Será uma noite de celebração e gratidão a Deus, pelos inúmeros frutos espirituais e sociais colhidos ao longo dessas cinco décadas de dedicação e serviço cristão. Mais do que uma instituição religiosa, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é uma comunidade de fé singular, guiada por princípios divinos e liderada pelo próprio Salvador, Jesus Cristo, conforme seus ensinamentos e organização estabelecida no Novo Testamento. Uma das características mais admiráveis da Igreja é o fato de não possuir clero remunerado em nenhuma instância, em qualquer parte do mundo — todos os que servem o fazem de forma voluntária, movidos pelo amor a Deus e ao próximo. Esse modelo, centrado no serviço desinteressado e na obediência aos mandamentos do Senhor, tem sido uma das grandes marcas de sua força moral e espiritual. Nessas cinco décadas em Mato Grosso do Sul, a Igreja tem desempenhado um papel fundamental na edificação de famílias, no fortalecimento de valores Cristãos e na promoção de ações humanitárias, contribuindo para o bem-estar da sociedade. O evento de 50 anos, portanto, não será apenas uma comemoração institucional, mas um testemunho público de fé, esperança e amor em Jesus Cristo. Para garantir a segurança e o bom andamento das atividades, a organização do evento solicitou o apoio da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, especialmente nas áreas de segurança e controle de trânsito, devido à previsão de grande movimentação de pessoas e veículos nas imediações. A celebração promete ser um marco de fé e reconhecimento a todos os membros e líderes que, ao longo de meio século, dedicaram suas vidas a servir e seguir o Caminho do Senhor, deixando um legado que continuará a inspirar gerações.
<b>Agenda</b>: Semana na ALEMS inicia com último evento alusivo ao Dia do Servidor

Na semana entre os dias 3 a 8 de novembro, a agenda da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) conta com o encerramento de das palestras voltadas ao servidor, visita guiada, sessões plenárias e reunião da Comissão de Constituição,…
P. Diddy é transferido para prisão em Nova Jersey por segurança

A defesa de P. Diddy pediu a transferência para Fort Dix, em Nova Jersey, alegando segurança, proximidade da família e acesso a programas de reabilitação. Condenado por exploração sexual, o rapper cumpre pena de mais de quatro anos e deve…
Choro e alívio: Abel Ferreira revela montanha-russa de emoções em 'noite mágica' com Palmeiras

Emocionado após a goleada que colocou o Palmeiras em mais uma final da Libertadores, Abel Ferreira chorou ao falar da filha e exaltou a família e a fé como pilares de sua trajetória no clube

