Campo Grande, 4 de junho de 2026

Ser previdente é preciso

Wilson Aquino* Boa parte do povo brasileiro — talvez a maioria — utiliza integralmente os recursos de seus salários mensais para o próprio sustento ou o da família. Os baixos vencimentos, o alto custo de vida, a pesada carga tributária e a ausência de educação financeira fazem com que milhões de pessoas vivam permanentemente no chamado “fio da navalha”, sem qualquer reserva para enfrentar imprevistos. Essa realidade torna-se ainda mais preocupante diante das constantes incertezas econômicas do país. A inflação que insiste em corroer o poder de compra, o encarecimento dos alimentos, dos medicamentos e dos serviços essenciais, além da instabilidade no mercado de trabalho, impõem às famílias um cenário de permanente insegurança. Somado a isso, existe um fator cultural profundamente enraizado. Muitos aprendem desde cedo a gastar tudo o que ganham, sem planejamento, sem organização e sem disciplina financeira. Poupar ainda é visto como algo impossível, quando, na verdade, trata-se de um hábito que pode começar com valores pequenos, mas constantes. Em algumas culturas, como a japonesa, existe um princípio amplamente difundido: viver com cerca de 70% da renda mensal e reservar os outros 30% para o futuro. Não se trata de privilégio financeiro, mas de disciplina. É essa mentalidade que protege famílias em momentos de crise, doenças, desemprego ou dificuldades inesperadas. É verdade que o salário mínimo brasileiro, atualmente em R$ 1.621,00, está muito aquém do ideal para garantir dignidade plena a uma família. Nesse contexto, o governo precisa rever sua participação excessiva na renda do trabalhador, já que parcela significativa do salário é consumida por impostos diretos e indiretos. O empregador também é onerado por encargos elevados, que muitas vezes mais do que duplicam o custo real de cada funcionário. Ao mesmo tempo, é necessário afirmar com clareza: o empregador possui não apenas responsabilidade legal, mas também moral. Não basta cumprir o mínimo exigido pela lei. Funcionários que ajudam a construir resultados, lucros e patrimônio precisam ser valorizados com salários mais justos e humanos. Ainda assim, independentemente do cenário político ou econômico, cabe ao trabalhador e às famílias exercerem controle rigoroso de seus gastos. Adequar o padrão de vida à renda real, evitar dívidas desnecessárias e buscar separar mensalmente uma pequena quantia para reserva ou poupança é uma atitude de sabedoria. Ser previdente não é sinal de medo. É sinal de maturidade. Deus, em Sua infinita sabedoria, jamais deixou Seus filhos sem orientação. As Escrituras Sagradas ensinam, de forma clara, o valor da preparação e da prudência. Na parábola das dez virgens, contada por Jesus Cristo, apenas cinco estavam preparadas, com azeite suficiente para o momento decisivo. As demais, despreparadas, sofreram as consequências da negligência. A lição é direta: quem se antecipa atravessa os momentos difíceis com mais serenidade. A Bíblia reforça esse princípio ao ensinar: “Os planos do diligente conduzem à fartura.” (Provérbios 21:5) E ainda: “Na casa do sábio há tesouro e azeite, mas o insensato tudo desperdiça.” (Provérbios 21:20) O Livro de Mórmon também orienta com clareza: “Não corrais mais depressa do que vossas forças permitem.” (Mosias 4:27) E adverte: “Organizai-vos; preparai todas as coisas necessárias.” (Doutrina e Convênios 88:119) Dentro dessa mesma visão de responsabilidade e autossuficiência, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias ensina há décadas seus membros a praticarem o armazenamento familiar. A orientação é simples e profundamente sábia: preparar-se nos tempos de tranquilidade para enfrentar, com dignidade, possíveis tempos de escassez. Esse armazenamento não nasce do medo nem do alarmismo, mas da prudência. Trata-se de manter reservas básicas de alimentos e itens essenciais, de forma organizada, equilibrada e usando um sistema que permite a conservação de grãos e outros produtos, por vários anos, conforme a realidade de cada família. O objetivo é evitar o desespero em situações como desemprego, crises econômicas mais severas ou eventuais falhas no abastecimento. Ter uma pequena reserva não é exagero; é responsabilidade. Planejar não significa desconfiar do amanhã, mas demonstrar gratidão pelo hoje. Esse princípio caminha lado a lado com outro igualmente essencial: o hábito da poupança mensal. Ainda que o valor seja modesto, o ato de separar regularmente uma quantia desenvolve disciplina, autocontrole e visão de futuro. Poupar não é privilégio de quem ganha muito, mas decisão consciente de quem aprende a administrar bem o que tem. Infelizmente, essa cultura econômica saudável raramente é ensinada nos bancos escolares. Crianças e jovens aprendem conteúdos complexos, mas não aprendem a organizar um orçamento doméstico, diferenciar necessidade de desejo, planejar gastos ou compreender os riscos do consumo impulsivo. Muitos lares, por falta de orientação, acabam repetindo erros de geração em geração. O resultado é um ciclo de endividamento, ansiedade, conflitos familiares e dependência constante de empréstimos e juros abusivos. Promover educação financeira dentro do lar é, portanto, um ato de amor. Ensinar a gastar apenas com o necessário, evitar desperdícios, planejar compras e valorizar cada recurso recebido fortalece o ambiente familiar e gera segurança emocional. Quando a família aprende a viver com simplicidade e organização, cria-se um lar mais leve, onde há diálogo, cooperação e paz. Os filhos crescem entendendo que o dinheiro não é um fim em si mesmo, mas um meio para viver com dignidade e servir melhor ao próximo. No fim, ser previdente é muito mais do que uma escolha econômica. É um princípio espiritual. É compreender que Deus espera de nós responsabilidade, equilíbrio e gratidão. Ele provê, sim — mas também nos ensina a administrar. A fé verdadeira não dispensa o planejamento; ela o inspira. E quando unimos confiança em Deus com prudência nas decisões, o futuro deixa de ser motivo de medo e passa a ser um caminho de esperança, segurança e paz. *Jornalista, Professor e Escritor wilsonaquino2012@gmail.com

Mulheres na tecnologia: a urgência de ampliar a presença feminina no setor

Mulheres e tecnologia ainda é uma combinação que enfrenta desafios. Com a constante evolução nos últimos anos, é importante que, para além do acesso ao consumo de tecnologia, as mulheres tenham garantia de poder fazer parte ativa na criação nesse setor. O avanço da participação feminina na tecnologia é um sinal importante de mudança. Segundo relatório da Brasscom de 2024, a representação de mulheres no setor cresceu 7,7% ao ano entre 2020 e 2023, um movimento que demonstra interesse crescente e abertura gradual das empresas. Apesar disso, esse número está longe de refletir o potencial e a importância da inclusão de mais mulheres nesse ecossistema estratégico para o desenvolvimento econômico e social do país. A tecnologia não apenas molda o futuro, mas define oportunidades, cria soluções para problemas globais e impacta diretamente todas as áreas da sociedade. Quando mulheres estão sub-representadas nesse processo, perdemos diversidade de pensamento, inovação e perspectivas que poderiam transformar produtos, políticas e modelos de negócio. Para avançar, é necessário encarar que a porta de entrada ainda é estreita. Meninas são menos incentivadas a seguir carreiras STEM, termo inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, falta representatividade nos cargos de liderança e o ambiente corporativo ainda pode ser hostil ou pouco preparado para garantir equidade. Capacitação contínua é um caminho essencial, mas não pode recair apenas sobre as mulheres. É preciso que empresas, instituições educacionais e o terceiro setor invistam em políticas de formação, programas de mentoria, bolsas, hubs de inovação inclusivos e trilhas de desenvolvimento pensadas para combater barreiras estruturais. Também é urgente fortalecer iniciativas que promovam o primeiro emprego e a ascensão profissional feminina em tecnologia. Não basta formar, é preciso contratar, promover e dar visibilidade. Equipes diversas constroem soluções melhores, atraem novos talentos e ampliam o impacto das organizações. O que está em jogo não é apenas o futuro das mulheres no setor, mas a qualidade e o alcance da tecnologia que produzimos. O crescimento apontado pelo relatório da Brasscom é um bom sinal, mas não deve ser encarado como ponto de chegada. Ele representa apenas o início de um movimento que precisa ser fortalecido com políticas, investimentos e compromisso coletivo. Só assim será possível construir um ecossistema realmente inovador, sustentável e capaz de refletir a pluralidade da sociedade que pretende atender. *Sonia de Almeida, Diretora Executiva da Afesu. Sobre a Afesu Fundada em 1963, a Afesu (Associação Feminina de Estudos Sociais e Universitários) é uma organização sem fins lucrativos que promove a inclusão social de meninas e mulheres por meio da educação. Com cursos 100% gratuitos, voltados para beneficiárias de 7 a 25 anos, a instituição oferece formação integral, apoio escolar, qualificação profissional e desenvolvimento socioemocional e atua sempre sem conjunto a família da aluna. Com unidades em regiões vulneráveis nas cidades de São Paulo — Jardim Taboão, Vila Missionária e Cotia —, a instituição já atendeu mais de 15 mil beneficiárias, impactando direta e indiretamente cerca de 60 mil pessoas. A Afesu mantém uma sólida rede de parcerias com mais de 50 empresas e instituições — como WEG, Porto, Craft, Schneider Electric, Instituto Ambikira — que colaboram para a formação humana e iniciação profissional das beneficiárias. A organização também já recebeu diversos reconhecimentos por seu impacto social e por sua contribuição à educação de qualidade e equitativa no Brasil. Para saber mais ou apoiar, acesse: www.afesu.org.br *Por Sonia de Almeida

Parceria entre Suzano, Sebrae e Senai leva curso de costura criativa para comunidade indígena Ofaié

Ecobags, bolsas, almofadas, toalhas e caminhos de mesa são alguns dos produtos artesanais confeccionados por famílias da comunidade indígena Ofaié, em Brasilândia (MS), que, até o mês de abril, participam de uma formação em costura criativa desenvolvida pelo Programa de Relacionamento da Suzano em parceria com o SENAI e SEBRAE. Além de expressarem elementos tradicionais e refletirem a criatividade e identidade cultural da comunidade, as peças confeccionadas representam novas oportunidades de renda sustentável para as artesãs participantes. O curso, iniciado em novembro de 2025, vai totalizar 320 horas-aulas e tem como objetivo promover a geração de trabalho e renda por meio do fortalecimento da agricultura familiar e da valorização da cultura local. “Fortalecer o artesanato e as habilidades da comunidade Ofaié é investir na valorização da cultura tradicional e, ao mesmo tempo, incentivar a geração de renda e a autonomia econômica dessas famílias, o que está diretamente ligado a um dos nossos principais direcionadores, que diz que ‘só é bom para nós se for bom para o mundo’. Além disso, a parceria com o SEBRAE e com o SENAI amplia as possibilidades de qualificação profissional, realizada sempre de forma culturalmente apropriada, e abre novos caminhos para a geração de renda sustentável”, destaca Andreone Souza, coordenador de Relacionamento Social da Suzano em Mato Grosso do Sul. Para viabilizar a capacitação, a Suzano forneceu cinco máquinas de costura industrial, além de materiais essenciais para produção. Com esses recursos, as participantes aprendem a confeccionar bolsas, mochilas e cases para computadores, com a perspectiva de avançar para a produção de peças de vestuário, ampliando as oportunidades de geração de renda e valorização do artesanato local. Ao todo, 20 participantes devem ser beneficiados diretamente pela iniciativa. “Incentivar o artesanato de comunidades como a Ofaié é colaborar com a preservação da história e das tradições dos povos indígenas da região, completa Andreone. Desenvolvimento sustentável O curso de costura criativa integra um pacote de ações previstas no Projeto de Relacionamento com a Comunidade Indígena Ofaié, iniciado pela Suzano no segundo semestre de 2024, e que desenvolve frentes de trabalho em apicultura, pecuária, horticultura e artesanato tradicional. Entre os avanços já alcançados, destacam-se a implantação de cinco hortas familiares, que somam uma área de 750 m². Nelas são cultivados alimentos como quiabo, abóbora, feijão, maxixe, mandioca, berinjela e jiló. O projeto também entregou equipamentos para dar início à produção de mel e reformou oito quilômetros de cercas, garantindo melhores condições para a criação de animais. Ao todo, as ações beneficiam, direta e indiretamente, 27 famílias que hoje vivem na comunidade. Sobre a Suzano A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: suzano.com.br.

Agronegócio de Mato Grosso do Sul vive fase de crescimento e consolida protagonismo nacional

O agronegócio de Mato Grosso do Sul atravessa um dos seus melhores momentos e segue como um dos principais motores da economia estadual. Impulsionado por investimentos, inovação tecnológica e diversificação produtiva, o setor registra crescimento consistente, geração de empregos e aumento da competitividade nos mercados nacional e internacional. Com destaque para a produção de soja, milho, carne bovina, celulose e açúcar e etanol, o Estado vem ampliando sua participação nas exportações brasileiras. A pecuária, tradicional força da economia sul-mato-grossense, tem avançado em qualidade genética, rastreabilidade e sustentabilidade, atendendo às exigências de mercados cada vez mais rigorosos. Outro segmento em franca expansão é o da agroindústria. Grandes projetos de industrialização, especialmente na área de celulose e bioenergia, têm atraído investimentos bilionários e consolidado Mato Grosso do Sul como polo estratégico do setor. A instalação de novas plantas industriais fortalece a cadeia produtiva, agrega valor à produção primária e estimula o desenvolvimento regional. A logística também tem sido fator determinante para o crescimento do agro no Estado. Avanços na malha rodoviária, ferroviária e no transporte hidroviário contribuem para reduzir custos, aumentar a eficiência e facilitar o escoamento da produção. A localização estratégica de MS, fazendo fronteira com importantes mercados do Mercosul, reforça seu papel como corredor logístico. Além disso, a sustentabilidade tem ganhado espaço no campo. Produtores investem cada vez mais em práticas de baixo impacto ambiental, integração lavoura-pecuária-floresta e uso racional dos recursos naturais, alinhando produtividade à preservação ambiental. Com cenário favorável, políticas de incentivo e empreendedorismo no campo, o agronegócio de Mato Grosso do Sul se consolida como pilar do desenvolvimento econômico e social, projetando o Estado para um futuro de crescimento sustentável e competitivo.

Governador cumpre agenda oficial com entregas e lançamentos de obras em Corguinho nesta sexta-feira (31)

Corguinho (MS) – O município de Corguinho recebe, nesta sexta-feira, 31 de janeiro, a visita oficial do governador do Estado de Mato Grosso do Sul, que estará acompanhado do prefeito Barrinha para uma série de compromissos voltados ao lançamento e à entrega de obras estruturantes que impactam diretamente a mobilidade urbana, a educação e a qualidade de vida da população. A programação tem início às 9h, com a assinatura da Ordem de Início dos Serviços no Trevo de Acesso à Rodoviária, localizado na MS-211. A obra representa um importante avanço na organização do tráfego e na segurança viária da região. Na sequência, às 9h30, o governador e o prefeito participam da entrega da reforma da Escola Estadual José Alves Quito, intervenção que visa proporcionar melhores condições de ensino, infraestrutura adequada e mais conforto para alunos, professores e servidores da unidade escolar. Às 10h20, a agenda segue com a inauguração das obras de pavimentação asfáltica em diversos bairros do município, resultado de investimentos conjuntos entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Corguinho. A melhoria da malha viária urbana contribui para o desenvolvimento local, além de facilitar o deslocamento da população. Encerrando a programação da manhã, às 11h30, as autoridades participam de um almoço no Salão Paroquial do distrito de Taboco, reunindo lideranças políticas, comunitárias e representantes locais. A visita reforça o compromisso do Governo do Estado com o fortalecimento dos municípios do interior e com a execução de obras que promovem desenvolvimento, inclusão e bem-estar social.

Lula reforça demanda de ‘aprofundar relações bilaterais’ com Chile após encontro com presidente eleito

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais para comentar sobre a reunião com o presidente de direita recém-eleito do Chile, José Antonio Kast, no Panamá, e ressaltou a disposição de aprofundar as relações bilaterais entre os dois países. Apesar das críticas de Kast à Lula, fontes ouvidas pela RECORD apontam que o encontro entre os líderes foi positiva e uma das mais longas que Lula já fez em viagens, com quase 2 horas. “Reiteramos a importância de manter e aprofundar as relações bilaterais entre Brasil e Chile, destacando a disposição de ampliar a cooperação em áreas como infraestrutura, energia renovável, comércio e turismo“, escreveu o presidente brasileiro.

Excelência e humanização marcam a atuação da Dra. Renata Souza na Clínica Yuna

A estética vai muito além da aparência. Ela impacta diretamente a autoestima, o bem-estar e a qualidade de vida. É com essa visão integral que Doutora Renata Souza, Biomédica Esteta, construiu sua trajetória profissional e consolidou a Clínica Yuna – Clínicas de Estética como referência em atendimento humanizado, seguro e com resultados eficazes. Uma vocação que une saúde, beleza e bem-estar O interesse da Doutora Renata Souza pela estética nasceu do desejo genuíno de cuidar das pessoas de forma completa. Desde o início de sua carreira, ela compreendeu o poder transformador dos tratamentos estéticos — não apenas na aparência, mas principalmente na confiança e na relação de cada paciente consigo mesmo. Com alguns anos de atuação profissional, surgiu a vontade de ir além do atendimento convencional. A criação da Clínica Yuna foi motivada pelo propósito de oferecer um cuidado mais próximo, personalizado e alinhado aos seus valores éticos e científicos, colocando o paciente no centro de todo o processo. Desafios que fortaleceram a jornada Como toda empreendedora da área da saúde, os primeiros passos foram desafiadores. Construir credibilidade, estruturar a clínica com recursos limitados e conciliar excelência técnica com gestão exigiram dedicação, persistência e constante aprendizado. Esses desafios foram fundamentais para moldar o padrão de qualidade e confiança que hoje define a Clínica Yuna. Formação sólida e atualização constante Doutora Renata Souza é Biomédica Esteta, com atuação nas áreas de Estética Facial, Tricologia, Estética Corporal e Head Spa Coreano. Comprometida com a segurança e a excelência dos resultados, mantém uma rotina contínua de atualização por meio de cursos, congressos, workshops e estudos científicos, garantindo que todos os protocolos estejam alinhados às técnicas mais modernas e eficazes do mercado. Tratamentos personalizados e tecnologia avançada A Clínica Yuna oferece tratamentos faciais, corporais e capilares, com protocolos individualizados e tecnologia de ponta. Entre os principais destaques estão a estética facial avançada, os tratamentos capilares e de tricologia, os protocolos corporais e o exclusivo Head Spa Coreano, que alia cuidado estético, saúde do couro cabeludo e profundo relaxamento. A principal atuação da Doutora Renata Souza está na estética facial, com domínio da suplementação tecidual, técnica que melhora a qualidade da pele e potencializa os resultados, sempre respeitando a individualidade e a naturalidade de cada paciente. Atendimento humanizado e acessível Os atendimentos são realizados mediante agendamento prévio, garantindo conforto, privacidade e atenção exclusiva. A Clínica Yuna oferece diversas formas de pagamento, incluindo Pix, dinheiro, cartões de débito e crédito, além de parcelamento via boleto e crédito para estética, mediante aprovação. Profissionalismo, sensibilidade e excelência no cuidado Reconhecida por sua postura ética, olhar atento e sensibilidade no atendimento, a Dra. Renata Souza se destaca pela capacidade de ouvir, acolher e compreender as reais necessidades de cada paciente. Seu trabalho é marcado pelo comprometimento com a naturalidade dos resultados, pelo rigor técnico e pela busca constante da excelência. Além da habilidade clínica, a Dra. Renata une empatia, responsabilidade e paixão pelo que faz, criando vínculos de confiança e proporcionando experiências que vão além do tratamento estético, refletindo diretamente na autoestima e no bem-estar de quem passa pela Clínica Yuna. Localização estratégica A Clínica Yuna – Clínicas de Estética está localizada na Rua Professor Hilário da Rocha, nº 407, Bairro Universitário, em uma região de fácil acesso e com opções próximas de estacionamento, proporcionando ainda mais comodidade aos pacientes.  Venha nos fazer uma visita e sentir as maravilhas que podemos lhe oferecer. Cuidar de você é a nossa especialidade. 

Vírus Nipah: risco de chegada ao Brasil é avaliado

O recente surto do vírus Nipah na Índia tem gerado preocupação em países vizinhos e levantou questões sobre a possibilidade de o vírus chegar ao Brasil. O Nipah surgiu pela primeira vez em 1999 na Malásia e voltou a causar alarme após infectar cinco pessoas no estado indiano de Bengala Ocidental. Com uma taxa de mortalidade entre 40% e 75%, dependendo da resposta dos sistemas de saúde locais, o vírus não possui vacina ou tratamento específico. A Tailândia, Nepal e Taiwan já implementaram medidas sanitárias nos aeroportos para prevenir a entrada do vírus. No entanto, especialistas consideram que as chances de contaminação no Brasil são menores devido à ausência da raposa voadora nas Américas — um tipo específico de morcego que atua como hospedeiro natural do Nipah. Os sintomas iniciais da infecção pelo Nipah se assemelham aos da gripe comum, podendo evoluir para problemas neurológicos graves como encefalite. A transmissão ocorre tanto por contato com animais infectados quanto entre humanos. Na Índia, dois dos casos confirmados envolvem profissionais da saúde que cuidavam dos pacientes afetados. Apesar das preocupações globais com o potencial epidêmico do vírus listadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), especialistas afirmam que seu impacto pandêmico seria menor comparado ao coronavírus devido às características específicas do contágio humano.

Qual o time mais valioso do Brasileirão 2026? Veja ranking atualizado

Campeonato nacional é a liga mais valiosa das Américas e sofreu alterações na ordem dos clubes mais caros Assim como em 2025, o Brasileirão 2026 segue como a liga mais valorizada da América do Sul. A competição, que inicia nesta quarta-feira (28), é a única do continente a ultrapassar a marca de 1 bilhão de euros de valor de mercado. Se considerar todas as competições das Américas, apenas a MLS, dos EUA, bate o número, mas ainda fica atrás do Campeonato Brasileiro. Nesta edição, a soma das cifras das 20 equipes chega a R$ 11 bilhões na cotação atualizada. O Lance! Biz faz o comparativo entre todos os elencos e mostra as diferenças de valor de mercado entre os clubes. Em relação à temporada passada, há uma pequena queda no valor. Enquanto torneio de 2025 era avaliado um pouco acima dos R$ 11,1 bilhões, o atual é cotado R$ 11,032 bilhões. Os dados são do Transfermarkt, plataforma especializada na avaliação financeira de clubes e jogadores. A mudança se dá por dois principais fatos. O primeiro é a mudança de quatro dos 20 clubes, já que há o rebaixamento e a promoção de equipes vindas da Série B. Outro fato é a própria variação no valor de mercado entre os clubes da primeira divisão de um ano para o outro, causada pela realidade desempenhada por cada um ao logo da última temporada.

Caso Orelha: suspeitos do crime, que estão nos EUA, podem ser internados a pedido da Justiça?

O cão comunitário Orelha, de 10 anos de idade, foi encontrado agonizante e não resistiu devido à gravidade de suas lesões. A Polícia Civil de Santa Catarina identificou ao menos quatro adolescentes suspeitos de tê-lo agredido de forma violenta com intuito de causar sua morte. Nesta segunda-feira (26), a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos, mas ninguém foi detido. Celulares e notebooks foram apreendidos.  que se sabe sobre o crime? De acordo com as investigações, o cão Orelha teria sido agredido por um grupo de adolescentes. O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, e da 32ª Promotoria de Justiça da Capital, da área do Meio Ambiente.