Mara Caseiro reafirma compromisso com os municípios e projeta novos desafios em 2026

Com o início do ano legislativo, a deputada estadual Mara Caseiro reafirma seu compromisso com o desenvolvimento dos municípios de Mato Grosso do Sul e com a construção de políticas públicas que impactem diretamente a vida das pessoas. Em seu quarto mandato na Assembleia Legislativa, Mara destaca que a atuação parlamentar segue firme na defesa de mais infraestrutura, saúde pública de qualidade, fortalecimento da educação, ampliação da assistência social e apoio constante às demandas das cidades do interior e da Capital. “A nossa luta continua sendo pelos municípios, pelas famílias sul-mato-grossenses e por um Estado mais justo. É no contato direto com as pessoas que identificamos as reais necessidades e transformamos isso em ações concretas, indicações, projetos e articulações junto ao Governo do Estado e às instituições”, afirma a deputada. Outro eixo prioritário do mandato segue sendo o combate à violência contra a mulher. Em 2025, Mato Grosso do Sul registrou 39 vítimas de feminicídio — número superior ao de 2024, o que reforça a urgência de políticas preventivas, fortalecimento da rede de proteção e conscientização permanente da sociedade. Mara tem atuado de forma firme nessa pauta, com projetos, cobranças por estrutura adequada e acompanhamento das ações voltadas às mulheres. Além da continuidade do trabalho legislativo, a deputada também projeta novos desafios para este ano. No quarto mandato como deputada estadual, Mara Caseiro se coloca como pré-candidata a deputada federal, com o objetivo de ampliar sua atuação e levar as demandas de Mato Grosso do Sul para Brasília. “São muitos anos de experiência, diálogo e compromisso com as pessoas. Quero fazer ainda mais por nosso Estado, agora buscando um espaço onde seja possível defender Mato Grosso do Sul em nível nacional, trazendo mais recursos, obras e políticas públicas para nossa população”, destaca. Com presença constante nos municípios, escuta ativa das comunidades e forte atuação parlamentar, Mara Caseiro inicia mais um ano de trabalho reforçando seu compromisso com quem mais precisa e com o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
Com mudanças climáticas, Jogos de Inverno usam 85% de neve artificial
As Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina, na Itália, que começaram nesta sexta-feira (6), escancaram os efeitos do aquecimento global. Dados reunidos pelo Instituto Talanoa mostram que 85% da neve usada nas competições de 2026 será artificial, tendência que se intensifica desde os Jogos de Sochi 2014. Para viabilizar as provas, os organizadores vão produzir 2,4 milhões de metros cúbicos de neve artificial, operação exige 946 milhões de litros de água. Para efeitos de comparação, o volume equivale a transformar o estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, em um grande reservatório, com um terço do espaço cheio. Notícias relacionadas: Jogos Olímpicos de inverno estão oficialmente abertos em Milão-Cortina. Bia Haddad crava 1ª vitória de 2026 em classificatório do WTA de Doha. Protestos contra ICE ocorrem em Milão antes da abertura da Olimpíada. Para garantir as pistas de competição, foram instalados mais de 125 canhões de neve em locais como Bormio e Livigno. Eles são apoiados por grandes reservatórios de água em altitude. A dependência de tecnologia para gerar neve domina os Jogos de Inverno recentes. Em Sochi (2014), cerca de 80% da neve foi produzida por máquinas. Em PyeongChang (2018), o índice chegou a 98%, e em Pequim (2022), 100% das competições ocorreram com neve artificial. O número de localidades com confiabilidade climática para sediar os Jogos está encolhendo rapidamente. Mesmo com tecnologia, o aquecimento global tem encurtado os invernos, dificultado manutenção da neve e aumentado a incerteza para competições ao ar livre. Entre 1981 e 2010, 87 locais no planeta eram considerados climaticamente confiáveis. Nas projeções para a década de 2050, esse número cai para 52, e em 2080 pode chegar a apenas 46, mesmo em um cenário intermediário de redução de emissões de gases do efeito estufa. Além do esporte A redução da neve natural está ligada a mudanças mais amplas no sistema climático. Invernos estão ficando mais quentes e menos previsíveis. Observações de satélite indicam que a extensão do gelo marinho do Ártico permanece abaixo da média histórica. Em setembro de 2012, foi registrada a menor extensão já observada: 3,8 milhões de km². Em 31 de dezembro de 2025, a área chegou a 12,45 milhões de km², ainda inferior ao padrão do período 1991-2020. Segundo o Instituto Talanoa, os impactos ultrapassam o esporte. A neve funciona como reservatório natural de água, liberando-a gradualmente ao longo do ano. Menos neve significa menor vazão de rios, pressão sobre reservatórios, prejuízos ao turismo de montanha e desequilíbrios em ecossistemas adaptados ao frio, afetando economias locais e modos de vida inteiros. Criados em 1924, nos Alpes franceses, os Jogos Olímpicos de Inverno nasceram da abundância de neve natural. As sedes tradicionais concentram-se em áreas de montanha e altas latitudes, historicamente associadas a invernos frios, como os Alpes europeus, o Canadá, os Estados Unidos e o norte da Ásia. Um século depois, os dados indicam que, sem máquinas, canhões de neve e grandes volumes de água, o evento simplesmente não aconteceria. O que, para pesquisadores e ambientalistas, é um retrato de como as mudanças climáticas impactam e remodelam tradições globais consolidadas.
Águas começam a recuar em Corguinho e município inicia levantamento para reconstrução após fortes chuvas

Após dias de apreensão causados pelas fortes chuvas que atingiram Corguinho (MS), o cenário começa a apresentar sinais de alívio. Com o recuo das águas, o município já dá início aos trabalhos de levantamento e reconstrução dos danos provocados pelas enxurradas, que afetaram diretamente a infraestrutura e residências da região. De acordo com informações preliminares, ao menos seis pontes já foram identificadas como danificadas, número que pode aumentar à medida que novas vistorias forem realizadas nas áreas mais afetadas. Além disso, diversas residências foram invadidas pelas águas, causando prejuízos materiais e transtornos às famílias. Segundo Zé Corrêia, que atua em apoio às ações do município, a expectativa pelo início das recuperações é grande e traz esperança às comunidades atingidas. “O recuo das águas permite que os trabalhos comecem de forma mais efetiva. As medidas já estão sendo tomadas, e isso traz alegria e alívio para quem sofreu com os impactos das chuvas”, afirmou. Ainda conforme Zé Corrêa, o momento agora é de união de esforços entre município e Estado para garantir agilidade nas ações. Ele destaca que o apoio do governador Eduardo Riedel será fundamental para restabelecer a estabilidade de Corguinho, tanto na recuperação da infraestrutura quanto no suporte às famílias afetadas. A Prefeitura segue mobilizada, monitorando as áreas de risco e organizando as próximas etapas de reconstrução, com o objetivo de minimizar os impactos e devolver a normalidade às comunidades o mais rápido possível.
Nota oficial sobre sinalização no trânsito

A Secretaria Municipal de Segurança vem a público esclarecer informações que vêm sendo divulgadas de forma incorreta a respeito da sinalização implantada em determinado ponto da via urbana, especialmente no que se refere à pintura de sinalização horizontal com a indicação de PARE. Esclarece-se que o dispositivo em questão não se trata de uma rotatória, mas sim de uma ilha de canalização, implantada com a finalidade de organizar os fluxos de tráfego, reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária no local. Diferentemente das rotatórias — nas quais há circulação contínua e prioridade para quem já se encontra no anel —, ilhas de canalização não possuem esse conceito operacional, sendo plenamente permitido, conforme os Manuais Brasileiros de Sinalização de Trânsito e o Código de Trânsito Brasileiro, o uso de sinalização de parada obrigatória (PARE) como forma de controle do tráfego. A implantação do referido dispositivo seguiu critérios técnicos de engenharia de tráfego, levando em consideração o volume de veículos, o histórico do local e a necessidade de acalmamento do trânsito, visando prevenir acidentes e preservar vidas. Reconhece-se que a semelhança visual entre ilhas de canalização e rotatórias pode gerar dúvidas na população. Por esse motivo, a Secretaria reforçará a sinalização vertical e as orientações educativas, de modo a garantir melhor compreensão por parte dos condutores. Por fim, a Secretaria reafirma seu compromisso com a segurança viária, a transparência e o respeito à população, destacando que decisões técnicas são tomadas com base em normas, estudos e responsabilidade pública.
Com discurso crítico, Nascimento é visto como aposta de renovação em Bandeirantes

O nome de Nascimento vem ganhando cada vez mais espaço no cenário político de Bandeirantes e já aparece com índices positivos nas pesquisas internas que circulam nos bastidores do município. O avanço de sua pré-candidatura tem deixado os demais postulantes “de orelha em pé”, já que Nascimento começa a ser visto como um nome de peso na disputa pela Prefeitura nas próximas eleições municipais. Com forte ligação com a cidade, Nascimento morou por um longo período em Bandeirantes, onde construiu sua trajetória atuando como radialista e interlocutor direto das bases políticas e comunitárias. A proximidade com a população e o conhecimento da realidade local reforçam sua credibilidade no debate político. Segundo Nascimento, sua proposta está alicerçada em uma política nova, baseada em compromisso real com a sociedade, especialmente com uma população que clama por melhorias urgentes nos serviços públicos. Entre as prioridades destacadas estão os setores de saúde, educação, segurança pública e lazer comunitário. A saúde pública, conforme aponta, é hoje um dos setores mais afetados no município e na região. “A saúde vive uma situação crítica. Falta atendimento direto, não temos serviços essenciais como Raio-X e ultrassonografia, entre outros exames básicos. Falta estrutura, falta investimento e, principalmente, falta gestão”, afirmou. Nascimento também fez duras críticas à atual administração municipal, apontando falta de gestão, excesso de exposição midiática e poucos resultados concretos para a população. “O que se vê hoje é muito flash, muita propaganda e pouco resultado positivo para o povo. A política está sendo feita para redes sociais, enquanto os problemas reais continuam. Isso é uma vergonha e demonstra falta de responsabilidade com a sociedade”, criticou. Ele ainda destacou que a realidade do município não aparece na comunicação oficial. “A realidade é maquiada. Só aparecem notícias bonitas e fake news, enquanto a população enfrenta dificuldades na saúde, na educação e na segurança todos os dias”, completou. Entre as propostas apresentadas, Nascimento defende o fortalecimento da saúde pública, com investimentos em equipamentos, estrutura adequada e profissionais qualificados; a reorganização da educação, garantindo escolas funcionando plenamente e profissionais comprometidos com o ensino; além do reforço na segurança pública, com mais presença policial e ampliação do aparato de proteção à população. “Nossa proposta é de realizações em todos os segmentos. Equipar a saúde pública, melhorar a educação e garantir mais segurança para Bandeirantes. O povo merece respeito”, ressaltou. Com um discurso crítico, direto e focado em resultados, Nascimento se consolida como uma das principais alternativas no cenário político local, reforçando a expectativa de uma disputa acirrada nas eleições municipais e de uma possível mudança na condução administrativa do município.
Nota Oficial da Câmara Municipal sobre o IPTU 2026

Após a decisão publicada nesta sexta-feira (06) pela 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, que barrou o aumento do IPTU e determinou reajuste de acordo com o índice inflacionário, a Câmara Municipal de Campo Grande informa que acompanha, desde o início, os desdobramentos relacionados aos valores do imposto, sempre com postura institucional, democrática e aberta ao diálogo, buscando equilíbrio entre a capacidade contributiva do cidadão e a necessidade de arrecadação do Município para a manutenção dos serviços essenciais. No dia 30 de dezembro de 2025, quando os contribuintes foram surpreendidos com os valores dos carnês distribuídos pela Prefeitura, a Câmara imediatamente se posicionou, questionando os aumentos que ultrapassaram o índice oficial de inflação, por entender que tal situação gerava insegurança e impacto direto no orçamento das famílias campo-grandenses. Durante o recesso parlamentar, foi constituída uma Comissão Especial para apurar os critérios e fundamentos que resultaram no aumento dos valores cobrados, reafirmando o compromisso da Casa de Leis com a transparência e a responsabilidade institucional. Já no dia 12 de janeiro, em sessão extraordinária convocada durante o recesso, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Complementar nº 1.016/2025, que tornava sem efeito a cobrança da taxa do lixo no IPTU 2026. O projeto, no entanto, foi vetado pelo Poder Executivo em menos de 24 horas após sua aprovação. Na sequência, a Câmara promoveu debates com entidades do setor produtivo e imobiliário, além de reuniões com representantes do Poder Executivo, com o objetivo de reunir informações técnicas e institucionais que subsidiassem a decisão dos vereadores quanto à manutenção ou rejeição do veto, previsto para ser votado no próximo dia 10 de fevereiro. A Câmara Municipal entende que a decisão judicial proferida nesta sexta-feira corrobora o posicionamento adotado pela Casa desde o início, no sentido de minimizar os impactos do IPTU 2026 no bolso do contribuinte, preservando, ao mesmo tempo, a arrecadação necessária ao funcionamento do Município. A Casa reforça que o momento exige união e diálogo entre os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, além da participação das entidades representativas e da sociedade civil organizada, para que o impasse seja solucionado de forma ágil, definitiva e responsável. A Câmara Municipal de Campo Grande segue empenhada em construir uma solução legislativa na próxima terça-feira (10/02) que traga segurança ao contribuinte, estimulando o pagamento do imposto, e garanta ao Município as condições necessárias para executar políticas públicas e serviços essenciais à população. Vereador Papy – Epaminondas Vicente Neto Presidente da Câmara Municipal de Campo Grande

