Buscas em mata não localizam adolescente desaparecida em Sidrolândia

Buscas durante as investigações sobre o desaparecimento de Isabelly Alves, de 14 anos, foram feitas em uma área de mata na região da Rua General Osório, em Sidrolândia. De acordo com o delegado, Edson Caetano, toda a extensão do local foi minuciosamente percorrida por equipes da Polícia Civil, Força Tática, GOE (Grupo de Operações Especiais) e Corpo de Bombeiros, com o apoio de drone. Apesar do esforço conjunto, nenhum vestígio da adolescente foi localizado até o momento. As buscas foram intensificadas após o depoimento de uma testemunha, que relatou ter visto Isabelly entrando na mata acompanhada de um homem. Segundo a versão apresentada, apenas o homem teria retornado do local, e a jovem não foi mais vista desde então. Édson Caetano deu uma declaração dizendo que a área deverá passar por novas vistorias nos próximos dias, desta vez com o apoio de cães farejadores, na tentativa de encontrar indícios que possam contribuir para o esclarecimento do caso. A mãe da adolescente Isabelly Alves Casanatto, que fez 14 anos no início de janeiro, realizou um manifesto na noite da última terça-feira (10) em frente à delegacia de Sidrolândia, alegando que o caso precisava de mais atenção das autoridades. Amigos e familiares participaram do ato, com cartazes e palavras de ordem, cobrando respostas das autoridades sobre o paradeiro da adolescente. Segundo a família, Isabelly saiu de casa de bicicleta no dia 17 de dezembro e não retornou. Segundo a mãe, a menina faz uso de crack, e acredita que o sumiço possa ter relação com o vício. O local é conhecido na região como ponto de uso de drogas, o que reforça essa tese. Nesta quarta-feira, a mãe declarou que quer ver o caso tratado não apenas como um desaparecimento, mas como suspeita de homicídio. Nas palavras da mãe: “tomara que ela esteja mesmo com um namoradinho, e volta pra casa”.
‘Minha Primeira Arma’: projeto prioriza baixa renda e morador de área violenta

Comissão da Câmara aprova política nacional para facilitar acesso à primeira arma; proposta segue para novas etapas antes de virar lei A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou, em menos de 10 minutos, um projeto voltado ao acesso à primeira arma de fogo. A análise ocorreu de forma simbólica, sem registro individual de votos. A proposta é de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS) e teve relatoria do deputado Luciano Zucco (PL-RS), responsável por apresentar um substitutivo. A versão inicial criava o “Programa Minha Primeira Arma”. Na justificativa, Pollon afirmou que a medida busca “democratizar a legítima defesa”, sob o argumento de que a alta carga tributária transforma a posse de armas em um “privilégio da elite econômica”. O texto original previa isenção de tributos federais na compra da primeira arma, linhas de crédito em bancos públicos, subsídios parciais ou integrais e criação de um comitê gestor. Zucco apontou problemas jurídicos na proposta. Segundo o relator, havia invasão de competência do Poder Executivo ao prever criação de órgão e geração de despesas sem indicação de recursos no Orçamento. Para permitir o andamento da matéria, ele apresentou nova redação. O que prevê a nova versão O texto aprovado cria a “Política Nacional de Acesso à Primeira Arma de Fogo”. Em vez de benefícios automáticos, a proposta estabelece diretrizes para futuros incentivos fiscais e linhas de financiamento, a serem regulamentados depois. A proposta define prioridade para alguns grupos: Olha só, já está em vigência a portaria que determina a necessidade de licença paraPlay Video Nova portaria exige licença para manipulação de explosivos no Distrito Federalpor BrasíliaPlayVoltar 10 segundosAvançar 10 segundosMudo O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda passará pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa de aprovação na Câmara e no Senado. Durante a sessão, presidida pelo deputado Alberto Fraga (PL-DF), houve comentário sobre o nome da proposta. “Eu ia propor [o nome] ‘Minha Arma, Minha Vida’. É melhor do que ‘Programa Minha Primeira Arma’”. Tramitação e votação Após o anúncio da matéria na pauta, Rodrigo da Zaeli (PL-MT) e Sanderson (PL-RS) discutiram o tema. Em seguida, Fraga colocou o texto em votação simbólica. Toda a análise no colegiado durou menos de dez minutos.
Renovação de contrato de Robinho Jr. pode virar ‘longa novela’ no Santos

O atacante Robinho Jr. pode ser protagonista de uma longa novela que envolve o contrato dele com o Santos. Com vínculo até abril de 2027, o atual camisa 7 do Peixe é observado de perto por Inter de Milão e Espanyol.
Ministros do STF falam em ‘desgaste’ e entram em modo cautela após PF citar Toffoli

Após a Polícia Federal apresentar ao STF (Supremo Tribunal Federal) a hipótese de suspeição do ministro Dias Toffoli para relatar o processo que investiga o caso do Banco Master, os demais ministros da corte adotaram cautela. O blog conversou com alguns ministros, e um deles afirmou que há um desgaste institucional, mas que “ficaria pior ainda se inventássemos uma solução que ignora a lei”. Outro ministro disse que o clima está péssimo e que “não tem condições de ele [Toffoli] ficar” à frente do caso Master. Nesta quinta-feira (12), o presidente do STF, Edson Fachin, enviou o relatório da Polícia Federal à PGR (Procuradoria-Geral da República) para que o órgão elabore um parecer sobre a situação de Toffoli. A repercussão gerada a partir dos achados da corporação fez Fachin convocar uma reunião com os demais ministros do Supremo nesta quinta-feira para abordar o tema. Por causa disso, a sessão do plenário desta tarde vai terminar mais cedo. O que a PF disse ter encontrado Nessa quarta-feira (11), a Polícia Federal enviou a Fachin um material elaborado a partir da perícia feita no celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A corporação diz ter encontrado no aparelho documentos que citam Dias Toffoli e outros ministros do STF. O conteúdo do celular que foi analisado inclui mensagens, áudios, fotografias e registros de aplicativos, como diálogos com autoridades.
Chuvas expõem fragilidade na infraestrutura do Poção do Jaú

As fortes chuvas que atingiram o município de Corguinho nos últimos dias provocaram sérios transtornos aos moradores do bairro Poção do Jaú. Estradas danificadas, atoleiros, erosões e dificuldades de acesso têm preocupado a comunidade, que agora pede providências urgentes do poder público. Diversos trechos das vias internas ficaram praticamente intransitáveis, prejudicando o deslocamento de famílias, produtores rurais e até o transporte escolar. Em alguns pontos, a enxurrada abriu valas profundas e comprometeu o tráfego de veículos, aumentando o risco de acidentes. A Associação dos Moradores do Poção do Jaú (AMPOJAÚ) acompanha de perto a situação e reforça a necessidade de medidas emergenciais. Entre as principais reivindicações estão o cascalhamento das estradas, a recuperação de pontos críticos e, principalmente, a implantação de manilhas e bueiros em pontos estratégicos para contenção e captação das águas pluviais. Segundo a diretoria da Associação, essa reivindicação já havia sido feita anteriormente, justamente como forma preventiva para evitar os transtornos que hoje afetam a comunidade. No entanto, com os danos causados pelas fortes chuvas, a situação se agravou e agora exige ações imediatas. “Será necessária a implantação de manilhas e bueiros em pontos estratégicos para a contenção e captação das águas pluviais. Essa reivindicação já havia sido feita anteriormente, mas diante dos danos causados pelas fortes chuvas, precisamos de medidas urgentes. Contamos com o apoio do prefeito Barrinha e sua equipe para estabilizarmos a situação da região”, afirmou o presidente da AMPOJAÚ. Moradores relatam que a cada período chuvoso os problemas se repetem, evidenciando a necessidade de um planejamento mais estruturado de infraestrutura para o bairro. A comunidade espera sensibilidade e agilidade por parte da Prefeitura de Corguinho para que as providências sejam tomadas o mais breve possível, garantindo segurança, mobilidade e qualidade de vida para todos.
Prefeitura delimita área para a tradicional “Guerra D’Água” no Carnaval

Evento será realizado nos dias 15 e 17 de fevereiro, na Avenida Brasil, com apoio da segurança pública e organização do trânsito A Prefeitura de Ponta Porã definiu a área onde acontecerá a tradicional brincadeira “Guerra D’Água” durante o período de Carnaval. O evento, que já faz parte do calendário festivo do município, reúne todos os anos foliões de todas as idades que aproveitam a animação carnavalesca e o calor intenso de fevereiro para se divertir na principal avenida da cidade. De acordo com a Prefeitura Municipal, a “Guerra D’Água” será realizada nos dias 15 e 17 de fevereiro (domingo e terça-feira), das 13h às 17h. A brincadeira acontecerá na Avenida Brasil, em trecho delimitado entre as ruas 7 de Setembro e Guia Lopes. Todos que apreciam a tradição estão convidados a participar. Para garantir a organização e a segurança do evento, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Segurança Pública e da Agência Municipal de Trânsito, realizará a sinalização do local, orientando motoristas e pedestres. Quem não desejar participar da brincadeira deverá utilizar rotas alternativas, que estarão devidamente indicadas. A Guarda Civil Municipal estará de prontidão para atuar na segurança da área delimitada. A Polícia Militar também reforçará o policiamento com guarnições realizando ações ostensivas e preventivas, tanto no local do evento quanto em outros pontos do município. Com planejamento e apoio das forças de segurança, a expectativa é que a tradicional “Guerra D’Água” seja mais uma vez marcada pela alegria, organização e tranquilidade, fortalecendo o espírito festivo do Carnaval em Ponta Porã. Edilson José, Assessoria de Comunicação Participantes da Guerra D’Água preparam balões coloridos com água para a brincadeira no centro da cidade
“Uber Fofoqueiro da Peixerada” vence Concurso de Marchinhas Carnavalescas 2026

O Jardim da Independência foi palco da criatividade, do humor e da identidade cultural corumbaense durante a realização do tradicional Concurso de Marchinhas Carnavalescas, promovido pela Prefeitura de Corumbá, por meio da Fundação da Cultura. A iniciativa teve como objetivo valorizar a cultura popular e estimular a produção musical autoral no município, fortalecendo ainda mais o Carnaval de Corumbá como uma das maiores manifestações culturais do Centro-Oeste brasileiro. O evento contou com a presença do prefeito Doutor Gabriel Alves de Oliveira, da primeira-dama Tatiane Patrício e da diretora-presidente da Fundação da Cultura de Corumbá, Wanessa Pereira Rodrigues, que prestigiaram as apresentações e reforçaram o apoio da administração municipal aos artistas locais e à cultura popular. Ao todo, 17 composições foram inscritas, reunindo canções que exaltaram a tradição carnavalesca, o cotidiano da cidade e o jeito irreverente do povo pantaneiro. As apresentações foram avaliadas por uma comissão julgadora, que considerou critérios como qualidade da letra, originalidade, interpretação musical, performance e entrosamento com o público. Ao final da apuração, os grandes vencedores foram: 1º lugar – “Uber Fofoqueiro da Peixerada”, com 193,2 pontos2º lugar – “O Mais Feliz dos Carnavais”, com 191,2 pontos3º lugar – “Minha Sobra é do Goró”, com 179,9 pontos4º lugar – “Respira, Inspira, Não Pira”, com 175,1 pontos5º lugar – “Dinheiro não vem fácil”, com 173 pontos Esta foi a primeira vez que cinco concorrentes foram premiados no concurso, ampliando o reconhecimento aos compositores locais. Além disso, o valor total da premiação — que chegou a R$ 12.500,00 — foi o maior desde a criação da iniciativa. A medida integrou uma estratégia da Administração municipal de valorização dos artistas e dos talentos locais, fortalecendo a economia criativa e incentivando a produção cultural autoral em Corumbá. A diversidade temática marcou a edição. O humor característico das marchinhas esteve presente em diversas composições, assim como letras que dialogaram com o cotidiano, as redes sociais, a identidade regional e o orgulho pantaneiro. Também houve espaço para músicas com mensagens educativas e reflexivas, mantendo viva a tradição da sátira irreverente típica do gênero. Foram aceitas apenas marchinhas inéditas e originais, com temática livre, respeitando os padrões do gênero e a legislação de direitos autorais. Cada participante pôde inscrever até duas músicas, individualmente ou em parceria, sendo permitida a premiação de apenas uma composição por inscrito.
Campo Grande enfrenta filas e reclamações no último dia para pagamento do IPTU 2026

O prazo para pagamento do IPTU 2026 em Campo Grande vence nesta quarta-feira, e o que se viu ao longo do dia foi um cenário de filas extensas, atendimento sobrecarregado e muita reclamação por parte da população no Paço Municipal e nos pontos de atendimento ao cidadão. A correria de última hora é reflexo de um calendário considerado apertado por muitos contribuintes. O prazo curto para quitação do imposto, segundo relatos de moradores, teria sido consequência de uma sucessão de embates judiciais envolvendo a cobrança e critérios de cálculo do tributo, o que acabou atrasando definições administrativas e comprimindo o período destinado ao pagamento. Desde as primeiras horas da manhã, o movimento foi intenso. Pessoas aguardavam atendimento sob sol forte, buscando esclarecimentos sobre valores, emissão de segunda via de boletos e questionamentos sobre reajustes. Muitos contribuintes afirmaram não ter tido tempo hábil para se organizar financeiramente. “Todo ano é a mesma coisa, mas dessa vez foi ainda mais corrido. Quando a gente viu, o prazo já estava vencendo”, relatou uma moradora que aguardava atendimento. Além das filas físicas, o sistema online também apresentou instabilidade em determinados momentos do dia, segundo relatos de usuários nas redes sociais, o que agravou ainda mais o cenário. Especialistas em gestão pública avaliam que situações como essa evidenciam a necessidade de maior planejamento e previsibilidade por parte do poder público, principalmente quando se trata de tributos que impactam diretamente o orçamento familiar. O IPTU é uma das principais fontes de arrecadação do município e financia áreas como saúde, educação, infraestrutura e limpeza urbana. No entanto, para muitos moradores, a forma como o calendário foi conduzido neste ano acabou gerando desgaste e sensação de falta de organização. Até o fechamento desta matéria, a prefeitura não havia informado se haverá prorrogação do prazo ou aplicação automática de multas e juros para quem não conseguir efetuar o pagamento até o fim do dia.
Vereadores aprovam projetos sobre multas de trânsito e ampliação de transparência

Projetos de lei relacionados a transparência e trânsito foram aprovados em segunda discussão pelos vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande, durante a sessão ordinária desta quinta-feira, dia 12. Foi aprovado o Projeto de Lei 11.823/25, que dispõe sobre a vedação da utilização de câmeras de videomonitoramento para a lavratura de autos de infração de trânsito em Campo Grande. A proposta é do vereador Rafael Tavares, assinada também pelo vereador André Salineiro. Seguem como exceções à proposta, as autuações por radares e demais dispositivos fixos ou móveis medidores de velocidade, devidamente inspecionados pelo Inmetro, e utilizados pelos agentes de trânsito em conformidade com a legislação. Ainda segundo a proposta, a fiscalização por meio de câmeras de videomonitoramento somente poderá ser utilizada para fins de segurança pública e monitoramento do tráfego, vedada sua utilização para aplicação de penalidades de trânsito. O vereador Rafael Tavares, autor da proposta, ressaltou que as câmeras instaladas em vias públicas têm propósito de segurança e monitoramento da cidade, não podendo ser transformadas em indústria da multa. “Antevendo essa situação, apresentamos este projeto para regular; não somos contra fiscalização de radar e aparato de trânsito”, esclareceu. Também foi aprovado Projeto de Lei 11.934/25, do vereador Marquinhos Trad, para que o Poder Executivo Municipal mantenha, em seu Portal da Transparência ou repositório digital próprio, a íntegra dos documentos públicos relacionados a contratos administrativos, convênios, acordos, termos de parceria e demais instrumentos celebrados pela Administração Pública direta e indireta do Município de Campo Grande, ainda que encerrados, pelo prazo mínimo de 5 anos após o término de sua vigência ou a prestação de contas final. Conforme a proposta, os documentos deverão permanecer disponíveis de modo gratuito, eletrônico, irrestrito e em formato que permita consulta e download integral, vedada qualquer exigência de cadastro prévio ou identificação, resguardados os sigilos previstos em lei.
Na Tribuna, representante dos Blocos de Carnaval de Rua destaca importância, organização e ganhos para economia

Em defesa do carnaval de rua, organizado por blocos de Campo Grande, Silvana Valu, representante do Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua de Campo Grande (ABC), falou na Tribuna, durante sessão ordinária desta quinta-feira, dia 12. Ela ressaltou a importância da festa para a comunidade, com planejamento, segurança e horários específicos para as crianças, além do impacto positivo na economia local. Silvana Valu ressaltou que o Carnaval de Rua de Campo Grande é Patrimônio Imaterial e Cultural. Ela citou o retorno econômico à cidade, com expectativa de movimentar R$ 25 milhões. “São investimentos impulsionando comércio, transporte, alimentação e fortalecimento do turismo”, destacou a representante do ABC, lembrando que hoje pessoas do interior de Mato Grosso do Sul e até de outros estados estão buscando o carnaval de rua dos blocos da Capital. Ela citou que o evento é organizado, com responsabilidade e segurança. “É uma festa inclusiva, segura e vibrante que beneficia a cidade e seus cidadãos”, disse Silvana Valu, ao destacar a presença da Polícia Militar, de seguranças particulares, da Defensoria Pública, do Ministério Público, da prefeitura, do Bombeiro e do Conselho Tutelar na festa que ocorre na Esplanada Ferroviária. Em relação à presença de crianças, Silvana Valu ressaltou os horários específicos para brincarem no Carnaval, acompanhadas de pais e responsáveis. Ela destacou que o carnaval de blocos é organizado, tem responsáveis legais que firmam termo com Município, planejamento e horários que são cumpridos. “O caminho é a fiscalização, o diálogo, e não a exclusão”. O vereador Jean Ferreira, autor do convite para Silvana Valu falar na Tribuna, ressaltou que o Carnaval de Campo Grande tem a presença do Conselho Tutelar, da Polícia Militar, do Governo do Estado, da Prefeitura, com a Secretaria de Saúde, da Cruz Vermelha e várias entidades para dar assistência. Ele disse que o evento “dá vida a uma identidade cultural de Campo Grande, como um momento que reforça que a rua é para todo mundo ocupar e ser feliz”. O vereador enfatizou a defesa do Carnaval para as pessoas se divertirem, como algo cultural e tradicional, além dos ganhos para a economia. Milena Crestani

