O que é o Estreito de Ormuz, alvo de tensão entre EUA e Irã

A Guarda Revolucionária iraniana divulgou, nesta quarta-feira (4), um comunicado em que diz ter o “controle total” do Estreito de Ormuz. O novo fato vem após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que os Estados Unidos escoltarão navios na região “se necessário” em meio a ameaças do Irã de incendiar embarcações que tentassem passar. “Custe o que custar, EUA vão garantir fluxo livre de energia para o mundo”, disse o republicano. O local vem sendo alvo de tensão junto ao Irã, que fechou a passagem após o ataque coordenado dos governos americano e israelense e a morte do líder supremo Ali Khamenei. Essa foi a primeira vez que o país persa tomou uma medida desse tipo. Mas, afinal, o que é o Estreito de Ormuz? Localizado entre o Irã e Omã, o Estreito de Ormuz conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e ao Mar Arábico. Na prática, qualquer interrupção na região limita o fluxo do comércio internacional, pressionando os preços do petróleo no mercado global. Aproximadamente um quinto de todo o consumo mundial do produto passa por ali. O estreito conta com aproximadamente 50 km de largura na sua entrada e saída e aproximadamente 33 km em seu ponto mais estreito. São duas rotas marítimas, com 3 km cada. Uma estimativa da Administração de Informação de Energia dos EUA (EIA, na sigla em inglês) aponta que, apenas na primeira metade de 2023, cerca de 20 milhões de barris de petróleo passaram diariamente pelo canal, o que representou um comércio energético anual de quase US$ 600 bilhões.
Entenda os três pilares de rejeição ao governo Lula que animam a oposição

Os últimos dados revelados pela pesquisa RealTime Big Data, encomendada pela RECORD, mostram um aumento da desaprovação do governo Lula neste início de 2026. O tracking diário divulgado pelo instituto já demonstrava essa tendência de impopularidade crescente desde a operação comandada pelo governo do Estado do Rio de Janeiro, contra as facções criminosas, que pôs fim a uma leve recuperação medida pela reversão das tarifas impostas pelo governo Donald Trump, em que Lula saiu com a pecha de ter solucionado diplomaticamente a questão. No entanto, o início de ano é sempre desafiador para o brasileiro, principalmente pelos altos custos de impostos a serem pagos e o efeito das férias, que diminui a circulação de trabalhos e ganhos financeiros, ainda mais para uma população que está em quase sua maioria complementando renda na informalidade. Com os ânimos em baixa, o brasileiro se apega a outros temas para inclusive referendar o seu desagrado com o governo vigente.
Vale a taça! Palmeiras busca 27º título contra Novorizontino na final do Paulistão

O Campeonato Paulista chegou à grande final! Palmeiras e Novorizontino se enfrentam nesta quarta-feira (4), às 20h, na Arena Barueri, pelo primeiro jogo da decisão, com mando do Alviverde. O Verdão busca o 27º título do Paulistão, enquanto o Tigre vai atrás de uma conquista inédita do estadual. A partida será transmitida ao vivo e com exclusividade na TV aberta pela RECORD, a partir das 19h30. No R7 e no RecordPlus, você acompanha tudo do jogo, a partir das 19h, sob o comando de Zé Luiz e o Desimpedidos. O Palmeiras chega para a decisão querendo um desfecho diferente do ano passado. O clube amargou o vice em 2025 contra o maior rival, o Corinthians.
Aeroporto Mehrabad, em Teerã, é alvo de bombardeio em mais um dia de guerra no Oriente Médio

Ataques aéreos atingiram a área do aeroporto Mehrabad, em Teerã, nesta terça-feira (3), durante ofensivas israelenses e americanas contra o Irã, que registrou ontem o quarto dia consecutivo de bombardeios. O governo local não detalhou a extensão de danos nem o registro de eventuais feridos pelo bombardeio. O aeroporto de Mehrabad, situado na zona oeste de Teerã, tem servido historicamente como a principal porta de entrada para a aviação doméstica do país.
Master: ‘Milícia privada’ liderada por Vorcaro ameaçava desafetos vistos como ‘prejudiciais’

Suspeitos usavam estrutura de coerção privada para monitorar e intimidar ilegalmente adversários O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça entendeu que o grupo, chamado de “A Turma”, investigado por fraudes no Banco Master, agia como uma espécie de “milícia privada”, onde os integrantes faziam práticas de violência, coação e ameaça. Os investigados são suspeitos de usar uma estrutura de coerção privada para monitorar e intimidar ilegalmente jornalistas, autoridades e adversários comerciais. Segundo as investigações, com a ordem de Daniel Vorcaro, dono do Master, o grupo intimidava pessoas vistas como “prejudiciais aos interesses da organização”, e com “vistas à obstrução da justiça”.

