Não quero que use minha imagem: maior parceiro musical de Marília Mendonça, Juliano Tchula quebra silêncio e compra briga com cinebiografia da cantora

O ex-compositor Juliano Tchula, responsável por assinar ao lado de Marília Mendonça centenas de sucessos que marcaram o sertanejo, rompeu o silêncio nesta sexta-feira (3) para se manifestar sobre a cinebiografia da cantora produzida pelo Prime Video. Em um vídeo publicado nas redes sociais de sua esposa, Flavi Soares, ele afirmou que não autoriza o uso de sua imagem no longa e disse que essa decisão já havia sido comunicada à produção anos atrás. Considerado o maior parceiro de composição de Marília, Tchula é coautor de músicas como “Amante Não Tem Lar”, “De Quem É a Culpa?” e “A Flor e o Beija-Flor”. Apesar da importância em uma das parcerias mais bem-sucedidas do sertanejo, ele afirmou que deseja permanecer fora da produção, prevista para estrear em 2027. Vale destacar que Juliano abandonou a composição para se dedicar exclusivamente à religião. Atualmente, após passar por uma conversão, diz ouvir somente músicas gospel. Juliano Tchula diz que notificou produção há dois anos Segundo Juliano Tchula, sua posição não surgiu após o anúncio do elenco. Ele afirma que já havia acionado seus advogados quando tomou conhecimento da possibilidade de uma cinebiografia sobre Marília Mendonça. “Há dois anos, eu já tinha pedido para os meus advogados notificarem uma possível criação de um filme que eu não queria participar. E eles insistiram, continuaram com isso até hoje. Trouxeram isso aí à tona agora de novo”, declarou. Na obra, o ator João Guilherme foi anunciado para interpretá-lo.
Haaland não se cala e desabafa sobre enfrentar o Brasil: “Vai ser um jogo…”

O jogador Haaland, representando a Noruega, veio através de uma coletiva de imprensa desabafar sobre o que está achando de jogar contra o Brasil nessa Copa do Mundo. Após ser definido o mata-mata entre a Noruega e o Brasil, Haaland foi questionado sobre o que estava achando da escolha e respondeu de forma pontual: “Não, antes de tudo, é especial. Eu mesmo torço pelo Brasil, tenho alguns amigos lá, a minha empresária é do Brasil e eu conheço muita gente lá. Então, vai ser um jogo especial porque eu gosto do país e eu gosto do jeito que eles jogam futebol. Então, vai ser especial e eu gosto do Brasil”, afirmou.
PF diz que investigado por elo com o PCC citou diretor da Polícia Civil de SP: ‘Tenho que mandar R$ 100 mil pro Fabio Caipira’

O delegado da Polícia Civil de São Paulo Fabio Pinheiro Lopes, ex-diretor do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e atual diretor do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), foi citado no inquérito da Polícia Federal que levou à Operação Exchange, deflagrada nesta sexta-feira (3) para desarticular suposta rede de lavagem de dinheiro do tráfico internacional de drogas. O nome do delegado foi mencionado em um áudio interceptado pela PF, no qual um advogado investigado faz referência ao pagamento de R$ 100 mil a uma pessoa identificada como “Fabio Caipira do DEIC” – apelido de Pinheiro Lopes. Os investigadores registraram que o episódio pode indicar uma possível prática de corrupção e defenderam o aprofundamento das apurações. O delegado não é alvo da Operação Exchange nem foi denunciado ou acusado formalmente no caso. Ao g1, ele afirmou que nunca conheceu nenhum dos investigados e disse que vai processar o advogado que citou o seu nome. Ex-diretor do Deic, Pinheiro Lopes foi afastado do cargo em dezembro 2024 após ser mencionado na delação de Vinícius Gritzbach. Ele nega as acusações e afirma ter sido injustamente envolvido no caso. No ano passado, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) arquivou a investigação por falta de provas (leia mais abaixo). Fonte G1

