Campo Grande, 4 de agosto de 2026

Vereador Delei destaca a importância do Agosto Lilás e reforça o combate à violência contra a mulher

O mês de agosto é marcado pela campanha Agosto Lilás, um importante movimento nacional de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher. A campanha busca informar a população, fortalecer a rede de proteção e incentivar as denúncias, lembrando que a violência pode ser física, psicológica, moral, patrimonial, sexual ou de qualquer outra forma. O vereador Delei reforça que proteger as mulheres é um dever de toda a sociedade. “O Agosto Lilás nos lembra que nenhuma mulher deve viver com medo. É preciso denunciar, acolher as vítimas e fortalecer as políticas públicas de prevenção e proteção. O respeito às mulheres deve estar presente todos os dias, não apenas durante este mês de campanha. Nossa luta é por uma sociedade mais segura, justa e livre de qualquer tipo de violência.” O parlamentar também destaca a importância da informação e da conscientização para romper o ciclo da violência, incentivando familiares, amigos e vizinhos a não se calarem diante de qualquer sinal de agressão. O Agosto Lilás é um convite para que toda a sociedade se una em defesa da vida, da dignidade e dos direitos das mulheres. Alessandra Izaac Assessoria de Imprensa do Vereador 

Suzano doa 245 kits escolares e fortalece apoio à educação em comunidades de MS

O apoio à educação em comunidades de Ribas do Rio Pardo, Campo Grande e Jaraguari (MS) ganhou um reforço no primeiro semestre deste ano, com a entrega de 245 kits escolares para estudantes de quatro instituições de ensino parceiras. A iniciativa foi realizada pela Suzano, por meio das áreas de Gente & Gestão e Relacionamento Social, e contribui para ampliar o acesso a materiais escolares e fortalecer o relacionamento da companhia com as comunidades onde atua. “Cuidar das pessoas é a base de tudo o que fazemos nos territórios onde estamos presentes. Sabemos que educação de qualidade começa com coisas simples, como ter o material escolar completo, e isso influencia diretamente a forma como uma criança se enxerga na escola. Por isso, apoiar esse acesso não é só uma ação pontual: é um compromisso com o futuro das comunidades e com o desenvolvimento de crianças e adolescentes”, afirma Andreone dos Santos Souza, coordenador de Relacionamento Social na Suzano. As entregas contemplaram a Comunidade Escolar Pântano e a Comunidade Escolar Verde Mar II, em Jaraguari, a Pestalozzi de Ribas do Rio Pardo e a Escola Municipal Leovegildo de Melo/Extensão Fazenda São Miguel, em Campo Grande. Ao todo, cerca de 269 pessoas participaram da ação entre estudantes e profissionais das instituições, com 245 alunos diretamente beneficiados. “Para os alunos da Pestalozzi, o kit escolar representa muito mais do que material didático, significa acesso, inclusão e igualdade de oportunidades. Muitas das famílias atendidas pela instituição enfrentam dificuldades para adquirir todos os itens necessários ao longo do ano letivo. Com essa iniciativa, os estudantes começam as atividades com os mesmos recursos, garantindo participação nas atividades escolares. Na Educação Especial, esses materiais são ferramentas fundamentais para estimular a coordenação motora, a criatividade, a socialização e o desenvolvimento da autonomia de cada aluno”, destaca Andreia Aparecida da Silva, diretora da Sociedade Pestalozzi de Ribas do Rio Pardo. Os materiais foram organizados conforme a etapa de ensino dos estudantes, respeitando as necessidades de cada faixa etária. Ao todo, foram distribuídos 31 kits para a pré-escola, 79 para o Ensino Fundamental I, 56 para o Ensino Fundamental II e 79 para o Ensino Médio. Sobre a Suzano A Suzano é a maior produtora mundial de celulose, uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina e líder no segmento de papel higiênico no Brasil. A companhia adota as melhores práticas de inovação e sustentabilidade para desenvolver produtos e soluções a partir de matéria-prima renovável. Os produtos da Suzano estão presentes na vida de mais de 2 bilhões de pessoas, cerca de 25% da população mundial, e incluem celulose; itens para higiene pessoal como papel higiênico e guardanapos; papéis para embalagens, copos e canudos; papéis para imprimir e escrever, entre outros produtos desenvolvidos para atender à crescente necessidade do planeta por itens mais sustentáveis. Entre suas marcas no Brasil estão Neve®, Pólen®, Suzano Report®, Mimmo®, entre outras. Com sede no Brasil e operações na América Latina, América do Norte, Europa e Ásia, a empresa tem mais de 100 anos de história e ações negociadas nas bolsas do Brasil (SUZB3) e dos Estados Unidos (SUZ). Saiba mais em: www.suzano.com.br

Se eu fosse presidente

Wilson Aquino* Assim como na Copa, todo brasileiro se sente um técnico, por que não nesse período eleitoral, em que escolheremos nossos governantes e principalmente o presidente da República, nos imaginarmos ocupando essa cadeira para a tomada das decisões que tanto desejamos? Então, se eu fosse presidente, meu primeiro ato seria reunir os três poderes da nação para uma discussão aberta ao público sobre a necessidade de drástica redução do custo da máquina pública, procurando acabar de vez com as mordomias e regalias com o dinheiro público no Executivo, Legislativo e Judiciário. Trataria também da redução de ministérios e, o mais importante: redução do número de parlamentares nas três esferas do poder — municipal, estadual e federal. Temos inúmeros exemplos de países de primeiro mundo onde parlamentares e juízes recebem o básico e não vivem como reis e rainhas como no Brasil. Também trabalharia para que poder, absolutamente nenhum, desrespeitasse a Constituição Federal, especialmente o Judiciário, seu guardião, que na atualidade, está longe de cumprir as leis. Lamentavelmente! Na Educação, determinaria que todo ensino básico e fundamental passasse, obrigatoriamente, para período integral, além de medidas que valorizassem melhor os professores, que passariam apenas conhecimento aos alunos e nunca, em hipótese alguma, suas ideologias políticas e de gênero. Também facilitaria o acesso às universidades e cobraria um maior desempenho delas para uma melhor formação dos futuros profissionais. Mais que isso: implantaria um currículo nacional com ênfase em educação financeira, empreendedorismo e cidadania desde o ensino fundamental. De nada adianta formar alunos que sabem decorar fórmulas, mas não sabem administrar o próprio dinheiro nem entendem seus direitos e deveres como cidadãos. Na Segurança Pública, reuniria todos os organismos federais para investigar e impedir e punir atos de corrupção nas atividades públicas e privadas e acabaria, nas primeiras semanas, com o domínio das organizações criminosas onde quer que seja. É inadmissível o que assistimos no dia a dia no Rio de Janeiro, em cidades do Nordeste brasileiro: o domínio das facções sobre as comunidades e o avanço delas por quase todo o país. E como se trata de uma verdadeira guerra contra o crime, colocaria sim as Forças Armadas nessa operação emergencial para aniquilar da noite para o dia com esse domínio cancerígeno. Mas atacaria também a raiz do problema: criaria um programa nacional de inteligência e integração entre as polícias — Civil, Militar, Federal e Rodoviária — com compartilhamento obrigatório de dados em tempo real. Hoje cada corporação age como um feudo, e o crime organizado se aproveita dessa falta de comunicação. Na Economia, reduziria a pesada carga tributária dos ombros das pessoas físicas e jurídicas, para que pudessem investir mais no bem-estar familiar e na geração de emprego e renda. É inconcebível saber que o brasileiro trabalha em média cinco meses somente para pagar impostos, incidentes sobre pão, carne, leite — em absolutamente tudo o que consumimos e usamos. Mas não basta cortar impostos: faria uma reforma administrativa profunda, com a instituição do voto distrital puro, que aproxima o eleitor do eleito e reduz os custos das campanhas, e aprovaria o fim da reeleição para todos os cargos do Executivo. Chega de governantes que passam metade do mandato pensando na reeleição em vez de governar. Na Saúde, determinaria que pelo menos 15% do Orçamento da União fosse aplicado exclusivamente na saúde pública, com gestão profissionalizada dos hospitais e unidades de saúde — não mais indicações políticas para cargos técnicos. Implantaria também a integração total dos prontuários médicos via sistema digital único, para que um paciente atendido em qualquer lugar do país tenha seu histórico disponível imediatamente. Na Infraestrutura e Geração de Empregos, lançaria um grande programa de concessões e parcerias público-privadas para ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, barateando o custo do transporte e tornando o produto brasileiro mais competitivo no mercado internacional. E, junto disso, um programa emergencial de qualificação profissional nos moldes do que países como Alemanha e Coreia do Sul fizeram: ensino técnico integrado ao médio, com vagas garantidas nas empresas parceiras. Por fim, combateria o desperdício com uma lei de responsabilidade fiscal dos gastos públicos, que punisse criminalmente o gestor que estourar o orçamento. Não é possível que o cidadão comum seja multado se atrasa um boleto, mas governantes estourem o orçamento em ano eleitoral e fiquem impunes. Se eu fosse presidente, não governaria para partidos, para grupos ou para interesses pessoais. Governaria para o povo brasileiro — com honestidade, coragem e a certeza de que este país pode ser muito maior do que a mediocridade da maioria dos políticos que o têm comandado. * Jornalista, Professor, Publicitário e Escritor, autor do livro “Reflexões e Memória”