Campo Grande, 21 de junho de 2026

Conclave: primeiro sinal de fumaça sai nesta quarta-feira (7); veja os horários

Sucessor do Papa Francisco começa a ser escolhido no Vaticano O conclave que elegerá o próximo Papa, sucessor de Francisco – falecido em 21 de abril – começa nesta quarta-feira (7). Neste primeiro dia de votação, as chaminés do Vaticano já devem soltar fumaça anunciando o resultado.  Às 13h (horário de Mato Grosso do Sul) será divulgado se a primeira votação que ocorre na Capela Sistina, no Vaticano, teve uma decisão. Se a fumaça for preta, ainda não há consenso no colégio de cardeiais.  Já se a fumaça for branca, um novo papa será anunciado.   Se nenhum papa é escolhido, as cédulas são misturadas com cartuchos contendo perclorato de potássio, antraceno (um componente do alcatrão de carvão) e enxofre para produzir a fumaça preta, que sai pela chaminé. No caso de haver um vencedor, as cédulas queimadas são misturadas com perclorato de potássio, lactose e resina de clorofórmio para produzir a fumaça branca. Sinos também são tocados para sinalizar ainda mais que há um novo papa. A partir de quinta-feira, 8, as fumaças devem ocorrer nos seguintes horários: – 4h30min (MS) – somente se for branca, ou seja, se o novo papa tiver sido escolhido – 6h (MS) – 11h30min (MS) – somente se for branca – 14h (MS) Os horários foram informados pelo diretor da sala de imprensa vaticana, Matteo Bruni. Isolamento e início do conclave O primeiro dia do conclave começa com a missa Pro eligendo Pontifice na Basílica de São Pedro às 10h (4h de MS). À tarde, os cardeais entrarão na Capela Sistina a partir das 16h30 (10h30 de Mato Grosso do Sul), com uma catequese do cardeal Raniero Cantalamessa. Em seguida, os eleitores farão o juramento de seguir as regras do conclave e de silêncio. Só então começa a primeira votação. O papa precisa ser eleito por dois terços dos 133 cardeais presentes, ou seja, ser votado por 89 participantes. Na Capela Sistina, no Vaticano, já está tudo pronto para o conclave – Divulgação/Santa Sé EDUARDO MIRANDA, COM AGÊNCIAS/correidoestado

Bancada do PDT deixa base aliada do governo Lula após denúncia de corrupção

Decisão foi unanimidade entre os parlamentares e ocorreu após o presidente licenciado da sigla, Carlos Lupi, pedir demissão do Ministério da Previdência A bancada do PDT na Câmara dos Deputados decidiu deixar a base aliada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão, segundo o líder da sigla, Mário Heringer (PDT-MG), aconteceu após uma decisão unânime entre os parlamentares, tomada em uma reunião nesta terça-feira (6) Na última sexta-feira (2), o então ministro da Previdência, Carlos Lupi, presidente licenciado do partido, pediu demissão do cargo após a repercussão de um escândalo envolvendo uma fraude milionária no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No Senado Federal, o líder da bancada, Weverton Rocha (MA), afirmou que seguir a escolha do partido na Câmara seria um “desembarque mais difícil”. Rocha deve  conversar com as senadoras Ana Paula Lobato (MA) e Leila Barros (DF) sobre o assunto, que compõem a bancada do PDT na Casa. Os três são os únicos parlamentares do PDT no Senado, que tem 81 parlamentares. Na Câmara dos Deputados o número é mais expressivo, a sigla tem 17 cadeiras, de um total de 513 deputados.