Campo Grande, 21 de junho de 2026

Com quase 300 granjas, suinocultura impulsiona economia de MS e vira referência nacional em tecnologia de produção

Com quase 300 granjas em Mato Grosso do Sul, a suinocultura é uma das atividades econômicas mais dinâmicas do Estado, gerando emprego, renda e desenvolvimento regional. Atualmente, o Estado conta com 119.582 matrizes em produção, e mais de 3,39 milhões de suínos abatidos apenas em 2024. A cadeia movimenta 129 empresas, gera cerca de 32 mil empregos diretos e já produziu 315 mil toneladas de carne suína neste ano, com projeção de crescimento de 10% para 2025. Os dados foram divulgados durante o 7º Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de MS, realizado pela Asumas em Dourados que também apresentou os diferenciais competitivos do Estado, como a alta produtividade, disponibilidade de grãos a preços competitivos, estrutura moderna e políticas públicas de incentivo. De acordo com o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, que foi um dos palestrantes o evento falando sobre Oportunidades para a Agropecuária Sul-mato-grossense, a atividade se destaca não apenas pelo volume de produção, mas também pela integração com a indústria, pela segurança para investidores e pelo uso crescente de tecnologias sustentáveis. “Como toda cadeia produtiva, a suinocultura traz um grande desenvolvimento econômico regional e estadual. A gente tem que partir do princípio que as atividades do campo precisam se diversificar, e essa é uma atividade que se enquadra bem em pequenas propriedades”, destacou o secretário. Segundo ele, apesar de atualmente exigir um volume expressivo de investimento, a suinocultura, por ser uma atividade integrada à indústria, “traz segurança para o investidor, promove o desenvolvimento local, gera empregos e movimenta uma cadeia de fornecedores de insumos, tanto para a indústria quanto para as propriedades rurais”. De acordo com o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico-Sustentável, da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, que foi um dos palestrantes o evento falando sobre Oportunidades para a Agropecuária Sul-mato-grossense, a atividade se destaca não apenas pelo volume de produção, mas também pela integração com a indústria, pela segurança para investidores e pelo uso crescente de tecnologias sustentáveis. “Como toda cadeia produtiva, a suinocultura traz um grande desenvolvimento econômico regional e estadual. A gente tem que partir do princípio que as atividades do campo precisam se diversificar, e essa é uma atividade que se enquadra bem em pequenas propriedades”, destacou o secretário. Segundo ele, apesar de atualmente exigir um volume expressivo de investimento, a suinocultura, por ser uma atividade integrada à indústria, “traz segurança para o investidor, promove o desenvolvimento local, gera empregos e movimenta uma cadeia de fornecedores de insumos, tanto para a indústria quanto para as propriedades rurais”. Desafios e ações do Estado O secretário-executivo reconhece que há desafios enfrentados pelos produtores, especialmente os pequenos. “Toda atividade econômica tem dificuldades. Não é uma coisa estática, vai mudando com o tempo. Em determinados momentos, surgem entraves ambientais, em outros, econômicos. Hoje, uma das grandes preocupações do governo é a biossegurança”, disse. Para ele, garantir a sanidade animal é fundamental para evitar prejuízos a toda a cadeia produtiva. “O que o Estado tem feito é trabalhar lado a lado com os produtores e a indústria para antecipar possíveis problemas. Há um trabalho muito forte da Iagro, nossa agência de defesa sanitária, com visitação às propriedades e fiscalização das medidas de isolamento e segurança”. Beretta revelou que hoje o Estado conta com cerca de 300 produtores atuando na suinocultura, distribuídos entre a região sul e o norte, como em São Gabriel do Oeste, incluindo produtores independentes. “Esses produtores têm abatido aproximadamente um milhão de suínos gordos por ano. E o crescimento é expressivo. A indústria de São Gabriel do Oeste, por exemplo, que abatia 2.500 suínos por dia, vai passar a abater 5 mil. Já a Seara, aqui de Dourados, que já abatia 5 mil suínos por dia, está inaugurando o abate de 10 mil por dia”, afirmou. Ainda segundo ele, apenas a Seara de Dourados emprega mais de 8 mil funcionários. “Realmente provoca o desenvolvimento local e movimenta um volume muito grande de recursos.” Por isso ele lembra que a atividade está hoje entre as principais eixos de desenvolvimento econômico do Governo do Estado. “O Governo vê com muuto otimismo o avanço d cadeia produtiva de suínos. Por isso tem realizado inúmeras ações em prol da cadeia como a modernização do programa de incentivos Leitão Vida, que agora premia quem produz ainda com mais sustentabilidade”, afirmou. Para o presidente da Asumas, Renato Spera, o fórum consolida a força da união entre os produtores e reafirma o compromisso da entidade com o desenvolvimento sustentável da cadeia. “Estamos vivendo um momento único. A suinocultura de MS está madura, estruturada e pronta para crescer ainda mais. Temos atuado fortemente para representar os interesses dos suinocultores, buscar soluções para os desafios do setor e construir, com os produtores, um futuro cada vez mais próspero”, acrescentou. Biogás: de problema a solução Outro ponto destacado é o aproveitamento dos dejetos dos animais para a geração de biogás e biometano. “Sempre foi uma preocupação ambiental, mas hoje virou uma oportunidade. A tecnologia trouxe soluções”, disse. Ele explica que os dejetos são destinados às lagoas de decantação, onde passam por processos de fermentação que geram biogás, e que, com a tecnologia atual, esse biogás pode ser transformado em biometano — produto nobre com múltiplas aplicações. “Pode ser usado em residências, como combustível de veículos ou para geração de energia elétrica. Isso virou uma nova fonte de renda para os produtores.”, reiterou Beretta. Referência nacional Ao finalizar, o secretário enfatizou o protagonismo do Mato Grosso do Sul na suinocultura brasileira. “O Estado com certeza é uma referência. Todos os anos recebemos os balanços dos melhores índices de produção do Brasil e sempre estamos muito bem colocados, entre primeiro, segundo ou terceiro lugar”. Ele destaca que o Estado é referência tanto em tecnologia de produção quanto de abate e transformação. “A fábrica de Dourados é o que há de mais moderno em tecnologia de abate. É uma indústria que produz enormes

Aprosoja/MS acompanha o início das instalações das novas estações meteorológicas de Mato Grosso do Sul

Com tecnologia de ponta e integração ao sistema global, as unidades meteorológicas ampliarão a área de monitoramento climático no Estado Nesta semana, a equipe técnica da Aprosoja/MS está na região da Nhecolândia, no Pantanal sul-mato-grossense, para acompanhar a instalação da primeira unidade meteorológica do Projeto Estações Meteorológicas de Mato Grosso do Sul. A programação marca o início de uma nova fase no monitoramento climático estadual, com foco em ampliar a cobertura territorial e garantir dados mais precisos e confiáveis para a comunidade e setor produtivo. Com tecnologia de última geração e integração a sistemas de monitoramento globais, as 19 novas estações meteorológicas do modelo MAWS (Mobile Automatic Weather Station) seguirão padrões de instituições governamentais e serão responsáveis por registrar temperatura, umidade relativa do ar, sensação térmica, velocidade e rajadas de vento, precipitação e radiação solar. Essas informações serão subsidiarão as previsões climáticas do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (CEMTEC), além de contribuir com pesquisas e planejamento das atividades agrícolas e pecuárias no Estado. Atualmente, Mato Grosso do Sul conta com 50 estações meteorológicas distribuídas em 45 municípios, com raio de cobertura limitado a apenas 50 km, comprometendo a captação de dados em regiões mais remotas. O novo projeto executado pela Aprosoja/MS, em parceria com o Governo do Estado tem o objetivo de preencher a lacuna geográfica e aumentar a confiabilidade dos dados.Além da Nhecolândia, as demais unidades serão instaladas até setembro de 2026 nos municípios de Água Clara, Inocência, Paraíso das Águas, Figueirão, Aquidauana, Corguinho, Ribas do Rio Pardo, Anaurilândia, Naviraí, Nioaque, Amambai, Corumbá, Porto Murtinho e Alcinópolis, bem como nas localidades pantaneiras de Abobral, Paiaguás e Amolar. De acordo com o coordenador técnico da Aprosoja/MS e um dos responsáveis pelo Projeto, Gabriel Balta, o início do funcionamento das estações ocorrerá a partir da conclusão da instalação de todas as unidades. “Nosso objetivo é entregar dados confiáveis e que realmente façam a diferença para o setor agrícola e para a sociedade em geral. Por isso, estamos acompanhando de perto cada etapa da instalação, garantindo que tudo esteja conforme os padrões técnicos exigidos. Esse cuidado reforça o nosso compromisso com um monitoramento climático eficiente e como entidade executora do projeto”, enfatiza Balta. O Projeto Estações Meteorológicas é uma parceria entre Aprosoja/MS, Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), com recursos provenientes do Fundo para o Desenvolvimento das Culturas de Milho e Soja (Fundems) e do Fundo de Regularização de Terras (FUNTER) e conta com o aporte governamental de R$ 7,8 milhões. Texto: Joélen Cavinatto (Assessoria de Comunicação Aprosoja/MS) Foto: Governo de Mato Grosso do Sul

Vereadora Professora Juscinei Claro Tem Projeto de Lei Aprovado na Câmara Municipal: Semana do Uso Consciente da Água

Na sessão ordinária desta terça-feira, 13 de maio, a Câmara Municipal aprovou por unanimidade o Projeto de Lei nº 16/2025, de autoria da vereadora Professora Juscinei Claro. O projeto institui a Semana Municipal do Uso Consciente da Água, que será inclusa no calendário oficial do município. A justificativa apresentada pela vereadora destaca a importância da água como um recurso essencial para a vida no planeta. Desde sua instituição pela ONU em 22 de março de 1992, o Dia Mundial da Água tem como objetivo conscientizar a população sobre a necessidade de cuidar e preservar as fontes hídricas. “O Dia Mundial da Água é comemorado em 22 de março e apresenta como objetivo colocar em discussão assuntos importantes relacionados com esse recurso natural”, afirmou a vereadora. Juscinei enfatizou que a água é fundamental não apenas para a sobrevivência humana – sendo necessária, por exemplo, para a manutenção da temperatura corpórea e o transporte de substâncias no organismo – mas também para a saúde do meio ambiente. “Diante da importância da água para a nossa sobrevivência e da necessidade urgente de manter esse recurso disponível, é imperativo promover ações de conscientização”, acrescentou a vereadora em sua fala. Além de estabelecer um espaço para discussões sobre a gestão e preservação da água, a Semana Municipal do Uso Consciente da Água visa mobilizar a comunidade em práticas sustentáveis. Com a aprovação unânime pelos vereadores, o projeto promete trazer à tona a reflexão sobre a responsabilidade coletiva em relação ao uso desse recurso tão precioso. A implementação dessa semana temática reforça o compromisso do município com a sustentabilidade e com a educação ambiental, iniciativas que se tornam cada vez mais urgentes em tempos de crise hídrica e de mudanças climáticas. A expectativa é que a primeira edição da Semana Municipal do Uso Consciente da Água possa inspirar ações efetivas e duradouras, garantindo assim um futuro mais sustentável para as próximas gerações.Cézar Dias, Assessoria de comunicação