Projeto concede folga anual para realização de exames de prevenção do câncer em MS

Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) o Projeto de Lei 239/2025, de autoria do deputado Lucas de Lima (sem partido), que dispõe sobre a concessão do direito a uma folga anual para a mulher realizar exame de controle do câncer de mama e o colo do útero, no Estado do Mato Grosso do Sul. A proposição segue para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR). A folga anual com o objetivo de realização de exames preventivo e de controle do câncer de mama e do colo de útero, em Mato Grosso do Sul, será concedida às mulheres a partir de 30 anos de idade, servidora públicas, empregadas da iniciativa privada e trabalhadoras domésticas. “Considerando que prevenir significa reduzir a possibilidade do aparecimento de qualquer tipo de câncer, a presente iniciativa exsurge com o fito de massificar tais informações, promovendo a prevenção, a detecção precoce de tais tipos de câncer prevalentes, contribuindo com a assistência para reduzir os níveis de mortalidade”, justificou o deputado Lucas de Lima, autor da matéria.
Utilidade pública é proposta à instituição que desenvolve trabalho na área da saúde

Projeto de Lei 240/2025, de autoria do deputado estadual Renato Câmara (MDB), que declara a Utilidade Pública Estadual a Associação Fratello, localizada no município de Campo Grande-MS. Conforme o parlamentar, a instituição de direito privado, sem fins lucrativos, desenvolve relevante trabalho na área da saúde, oferecendo apoio, acolhimento e serviços que contribuem para a melhoria da qualidade de vida da população. A matéria menciona que a Associação Fratello vem se destacando pelo compromisso social, pela transparência em suas ações e pela dedicação em atender pessoas em situação de vulnerabilidade, atuando de forma complementar às políticas públicas de saúde. “O reconhecimento como entidade de Utilidade Pública permitirá maior fortalecimento da instituição, ampliando sua capacidade de firmar parcerias e buscar recursos que serão revertidos em benefícios diretos à comunidade. Diante da relevância do trabalho realizado, a aprovação deste projeto representa não apenas um ato de reconhecimento, mas também de incentivo às atividades desenvolvidas pela Associação Fratello em prol da saúde da população sul-mato-grossense”, enfatiza o parlamentar. O Projeto de Lei 240/2025, de autoria do deputado estadual Renato Câmara (MDB), busca declarar a Associação Fratello, situada em Campo Grande-MS, como uma entidade de Utilidade Pública Estadual. Segundo o deputado, a Associação Fratello é uma instituição privada sem fins lucrativos que desempenha um papel significativo na área da saúde, oferecendo suporte, acolhimento e serviços que visam a melhoria da qualidade de vida da população. O projeto destaca o comprometimento social da Associação Fratello, que se sobressai pela transparência em suas atividades e pela dedicação em atender indivíduos em situação de vulnerabilidade, atuando de forma complementar às políticas públicas de saúde. “A concessão do status de Utilidade Pública fortalecerá a instituição, ampliando sua capacidade de estabelecer parcerias e buscar recursos que serão diretamente benéficos para a comunidade. Dado o impacto do trabalho realizado, a aprovação deste projeto não é apenas um ato de reconhecimento, mas também uma forma de incentivo às iniciativas da Associação Fratello em favor da saúde da população sul-mato-grossense”, ressalta o deputado.
Câmara vota projeto Voluntários da Saúde e obrigatoriedade de bebedouros em parques

Dois projetos estão pautados para votação pelos vereadores de Campo Grande, na sessão ordinária de terça-feira, dia 16. As propostas serão apreciadas em segunda discussão. Os vereadores votam proposta que obriga instalação de bebedouros em praças e parques e outra para instituir o Projeto Voluntários da Saúde. Será votado o Projeto de Lei 11.802/25, da vereadora Luiza Ribeiro, que determina a instalação de bebedouros públicos nas praças e parques do Município de Campo Grande, com o objetivo de promover o acesso à água potável e incentivar a hidratação da população. A proposição, conforme justificado pela vereadora, visa atender a uma demanda importante da população. Ela cita que leis semelhantes já estão em vigor em outros municípios brasileiros. Os vereadores votam ainda o Projeto de Lei 11.892/25, que institui em Campo Grande o projeto “Voluntários da Saúde”, com a finalidade de promover ações educativas, preventivas e de triagem básica em saúde física e mental, e de promoção do bem-estar psicossocial, junto à população, por meio da atuação de profissionais e estudantes voluntários da área da saúde. As ações do projeto serão realizadas, prioritariamente, em espaços públicos como escolas, praças, unidades de saúde, centros comunitários. A proposta é do vereador Dr. Victor Rocha. Durante a sessão, Márcio Sampaio Ocampos falará na Tribuna sobre os corredores de ônibus da Rua Bahia. O convite para falar do tema foi feito pelo vereador André Salineiro. A sessão na Câmara Municipal inicia às 9 horas e pode ser acompanhada presencialmente ou pelas transmissões ao vivo na TV Câmara, canal 7.3, e no Youtube da Casa de Leis. Milena Crestani Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Fraude do INSS: Mendonça suspende julgamento sobre plano do governo para ressarcir aposentados

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu o julgamento no plenário virtual sobre o plano para ressarcimento de aposentados vítimas de descontos ilegais. Até o momento, há cinco votos para validar as propostas do governo. Mendonça pediu vista (mais tempo para análise). Não há data para a retomada da votação. Segundo regimento interno do STF, o ministro que pede vista tem até 90 dias para devolver o processo ou ele é liberado automaticamente para ser incluído na pauta. O plano foi homologado em julho por Dias Toffoli, relator do caso, que depois submeteu a decisão individual ao crivo dos demais ministros. A suspensão do julgamento não afeta a validade do acordo. O esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) foi revelado pela Operação Sem Desconto, deflagrada em abril. Segundo a investigação da Polícia Federal, as fraudes eram viabilizadas pela assinatura de acordos de cooperação técnica entre o instituto e as entidades e associações envolvidas no esquema. Os desvios estão estimados em R$ 6,3 bilhões. O governo buscou uma solução conciliada para evitar a judicialização em massa dos pedidos de ressarcimento. O plano vem sendo oferecer acordos aos aposentados que foram vítimas de fraudes com a garantia de que, se aceitarem os termos propostos, eles devem abrir mão de ações judiciais contra a União. Quem aderir aos acordos receberá integralmente o dinheiro descontado ilegalmente, corrigido pelo IPCA.
Trump anuncia acordo com a China sobre ‘certa empresa’ em meio a discussões sobre o TikTok
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (15) um acordo sobre uma ‘certa empresa’, enquanto as negociações com a China prosseguem para solucionar a disputa entre os dois países sobre a gigante das redes sociais TikTok. ‘Também foi alcançado um acordo sobre uma ‘certa’ empresa que os jovens do nosso país queriam muito salvar’, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social, após elogiar uma reunião comercial entre Estados Unidos, UE e China, que segundo ele correu ‘MUITO BEM’.Trump acrescentou que conversará com o presidente chinês Xi Jinping na sexta-feira (19). O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent também se mostrou confiante no acerto. Ele está em Madri e participou do segundo dia de negociações comerciais entre as duas maiores economias do mundo. A agenda de discussões inclui temas delicados, como a ameaça de tarifas e a exigência de Washington para que o aplicativo seja vendido a uma empresa não chinesa.
Palmeiras abraça Bruno Rodrigues após 598 dias fora dos gramados

Atacante volta a jogar depois de duas cirurgias nos joelhos e recebe homenagem emocionante de companheiros e do Verdão
117 anos da imigração japonesa a MS

Wilson Aquino* Em junho deste ano, a imigração japonesa a Campo Grande completou 117 anos. Os primeiros chegaram em 1909, vindos para trabalhar na construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil. Desde então, sua cultura passou a fazer parte da identidade da cidade, enriquecendo-a em vários aspectos, especialmente por meio da sua culinária. Hoje, com muito orgulho, temos a terceira maior comunidade japonesa do Brasil, o que revela a força desta presença no Mato Grosso do Sul e no país. Minha primeira lembrança com essa cultura, curiosamente, não veio dos livros nem do convívio com famílias de origem japonesa. Ela nasceu no cinema. Eu tinha apenas oito anos, em meados da década de 1960, quando assisti a um filme em preto e branco numa sala de exibição em Corumbá, minha cidade natal. Naquele tempo, a televisão ainda não havia chegado por lá, e aquela sessão marcou para sempre o coração de um menino que descobriu a beleza e a intensidade da alma oriental. O título do filme? Não tenho a menor ideia. Porém, me lembro muito bem da trama, que narrava a história de uma princesa japonesa que vivia em um castelo rodeado de esplendor. Seu lugar favorito era o jardim real, repleto de flores, árvores frondosas e pássaros que pareciam cantar para ela. De rara beleza e delicadeza, a jovem corria entre as flores perseguindo uma borboleta, até cair, acidentalmente, em um chafariz. Molhada e vulnerável, torcia o vestido quando foi surpreendida por um jovem aventureiro e irreverente que invadira o jardim, por pura curiosidade. Apavorada, gritou, atraindo guardas e criados, que o prenderam após uma perseguição cinematográfica. Mas o destino mudaria suas vidas: havia um voto de que o primeiro homem a vê-la despida seria seu marido, o homem de sua vida. Tocada por esse juramento e por um amor nascente, a princesa lutou pela vida do rapaz acusado de ser um ladrão. Ele, por sua vez, descobriu, depois de algumas visitas dela que recebeu na prisão, que também a amava. Assim nasceu um drama de amor impossível, tão comovente quanto Romeu e Julieta, que também terminou em tragédia, mas deixou em minha alma infantil uma marca eterna. Hoje percebo que talvez minha sensibilidade diante do amor tenha começado naquela tarde distante, numa sala de cinema em Corumbá. Para muitos, foi apenas um filme; para mim, foi a semente de um encantamento pela cultura japonesa, que floresceu com o tempo e se transformou em respeito, admiração e afinidade pelos seus valores de sabedoria, perseverança, beleza e humildade. A arte japonesa tem essa força: contar histórias simples com uma delicadeza capaz de tocar o coração humano em sua essência. Nos gestos contidos, nos cenários que exaltam a natureza e nos silêncios que falam mais que palavras, o cinema japonês e sua cultura em geral nos ensinam que o amor, a honra e o respeito estão acima das circunstâncias. É por isso que aquela obra marcou tanto minha infância, mesmo sem eu conhecer, à época, a profundidade de seus símbolos. Esse fascínio aumentou ainda mais quando compreendi que os japoneses levaram sua disciplina e sua cultura muito além das ilhas do Pacífico. No início do século XX, milhares de famílias migraram para diversos países, entre eles o Brasil, trazendo não apenas sua força de trabalho, mas também sua tradição, sua alma e sua capacidade de enriquecer os lugares que os acolheram. Campo Grande tornou-se um dos grandes pólos dessa presença nipônica. Suas famílias integraram-se à vida local sem perder o vínculo com suas raízes, deixando um legado de disciplina, respeito e progresso que fortalece a identidade da cidade. Além da culinária, há também outras marcas dessa presença em nossa terra. As festas típicas, como o Bon Odori, os campeonatos de judô e beisebol, e a valorização da educação e do estudo, são heranças preciosas que a comunidade japonesa trouxe consigo e compartilhou com todos. São contribuições que ultrapassam os limites da tradição e se transformam em valores coletivos, fortalecendo ainda mais a alma sul-mato-grossense. Entre tantas contribuições, a culinária é uma das mais queridas. Quem, em Campo Grande, nunca se deliciou com um sobá bem preparado? Esse prato, de raízes japonesas, foi incorporado de tal forma ao cotidiano da cidade que hoje é considerado um dos símbolos de sua própria cultura. Cada receita é uma memória afetiva, um laço de amizade entre povos que aprenderam a conviver e a se respeitar. Ao recordar aquele filme visto aos oito anos, percebo que ele não foi apenas uma história de amor impossível, mas o início de uma jornada interior. A mesma emoção que senti diante da princesa e do jovem aventureiro reencontro hoje na convivência com nossos irmãos japoneses, que entrelaçam suas vidas às nossas. Assim como no jardim daquela princesa, onde flores e pássaros celebravam a vida, também em Campo Grande floresce o encontro de culturas que nos ensina a viver com mais respeito, beleza e, sobretudo, amor. Obs.: Este Artigo é dedicado à minha colega de trabalho, YONE UEHARA, Gerente Comercial do Jornal Diário da Serra nos anos 70, à sua família e a todas as famílias nipônicas que com trabalho, cultura e amor, fincaram raízes em Campo Grande e ajudaram a florescer sua história. *Jornalista e Professor
Lula fala em orgulho do STF após condenação de Bolsonaro e pede diálogo com Trump em artigo no NYT

Lula rebate sanções de Trump em artigo no NYT, defende STF pela condenação de Bolsonaro e afirma que democracia e soberania brasileiras não estão em negociação, classificando como políticas e infundadas as acusações usadas pelos EUA para justificar sobretaxas. O presidente Lula (PT) afirmou, em artigo ao jornal The New York Times publicado neste domingo (14), que deseja manter um diálogo “aberto e franco” com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas que está orgulhoso do STF (Supremo Tribunal Federal) pela decisão que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado e que “são infundadas” as acusações contra o Brasil. “Presidente Trump, permanecemos abertos a negociar tudo que possa trazer benefícios mútuos. Mas a democracia e soberania do Brasil não estão na mesa de discussão”, afirmou Lula, no artigo escrito em inglês. O artigo, segundo Lula, é uma resposta do Brasil às tarifas extras de 50% sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos. A publicação, porém, ocorre justamente logo após o STF condenar Bolsonaro a mais de 27 anos de prisão pela trama golpista. O governo americano ameaça novas sanções ao Brasil por causa do julgamento, com a alegação de que houve perseguição política. O presidente diz que examinou com atenção o argumento comercial e que é não “apenas equivocado, mas também ilógico”, já que há superávit na balança comercial em prol dos americanos. “A falta de racionalidade econômica por trás dessas medidas deixa claro que a motivação da Casa Branca é política”, escreve Lula. Segundo o presidente, o governo americano usa as tarifas e a Lei Magnitsky para buscar impunidade para o ex-presidente “que orquestrou uma tentativa fracassada de golpe em 8 de janeiro de 2023, numa tentativa de subverter a vontade popular expressa nas urnas”. Ele também cita planos para assassiná-lo, ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que foi relator dos processos contra Bolsonaro pela trama golpista. “Tenho orgulho do Supremo Tribunal Federal do Brasil por sua decisão histórica na última quinta-feira, que protege nossas instituições e o Estado democrático de direito. Isso não foi uma “caça às bruxas”. O julgamento resultou de um processo conduzido de acordo com a Constituição de 1988, promulgada após duas décadas de luta contra uma ditadura militar”, afirma o presidente brasileiro. O presidente ainda rebate no artigo outras acusações do governo Trump para aplicar sanções comerciais ao Brasil, como a de que a regulação das redes sociais visa censurar a liberdade de expressão no país. Lula diz que esse argumento é “desonesto” e que a atuação brasileira busca “a proteção de nossas famílias contra fraudes, desinformação e discurso de ódio”. “A internet não pode ser uma terra sem lei, onde pedófilos e agressores têm liberdade para atacar nossas crianças e adolescentes”, afirma
Preso um dos maiores fornecedores de tecnologia para facções do Rio

Policiais civis do Rio, com apoio da Polícia Civil de São Paulo, prenderam neste sábado (13) Átila Carlai da Luz, um dos maiores fornecedores de equipamentos bloqueadores de sinais usados pelas facções criminosas do Rio. Ele estava em um condomínio…
'Não teremos mais dificuldade nas negociações com EUA por condenação de Bolsonaro', diz Alckmin

“Entendo que não, porque não há nenhuma relação entre decisão do Poder Judiciário e política regulatória. Imposto de importação é política regulatória”, afirmou.

