Campo Grande, 22 de junho de 2026

Três jornalistas da EBC estão entre os 100 +Admirados do país

Três jornalistas da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) estão entre os 100 +Admirados do país. Raissa Saraiva e Patrícia Serrão, da Radioagência Nacional, e Luciana Barreto, da TV Brasil, foram escolhidas entre mais de 2,3 mil profissionais.  Raissa, editora da…

Casa Rosa realiza 169 atendimentos em mutirão e anuncia nova edição no sábado (04), abertura oficial do Outubro Rosa

A Casa Rosa realizou um mutirão de saúde que somou 169 atendimentos gratuitos, reforçando o compromisso com a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. A ação contemplou consultas, exames, orientação em saúde e encaminhamentos para exames complementares quando necessários, com acolhimento humanizado e ágil. Para marcar a abertura oficial do Outubro Rosa, a Casa Rosa promoverá um novo mutirão neste sábado, 04 de outubro, com foco na ampliação do acesso das mulheres aos cuidados preventivos — e sem deixar de lado a saúde dos homens, com orientações e encaminhamentos pelo projeto complementar Casa Azul. “Cada atendimento é uma oportunidade de salvar vidas. O Outubro Rosa nos lembra que prevenir é o caminho mais inteligente e humano. Convido todas as mulheres — e os homens também — a participarem do mutirão deste sábado, fazerem seus exames e tirarem dúvidas. Diagnóstico precoce faz toda a diferença.”, disse o Dr. Victor Rocha, médico mastologista voluntário. Além de acelerar o acesso a consultas e exames, os mutirões reforçam a educação em saúde, com informações claras sobre autoexame responsável, sinais de alerta, periodicidade da mamografia a partir dos 40 anos (conforme diretrizes vigentes) e caminhos de cuidado na rede SUS.Serviço — Mutirão Casa Rosa (Abertura do Outubro Rosa)• Data: sábado, 04 de outubro de 2025• Horário: 7h às 12h• Local: Casa Rosa — Rua Apetubas, 181 – Tijuca 2, Campo Grande (MS)• Atendimentos: consultas, exames iniciais, orientação e encaminhamentos• Público-alvo: mulheres de todas as idades (com ênfase a partir dos 40 anos) e homens para orientações e encaminhamentos (Casa Azul)• Gratuito e por ordem de chegada (trazer documento com foto e cartão do SUS) Sobre a Casa Rosa A Casa Rosa é referência em prevenção e diagnóstico do câncer de mama pelo SUS em Campo Grande (MS), com ações contínuas de acolhimento, educação em saúde e mutirões periódicos que ampliam o acesso e agilizam o cuidado. Já foram realizados mais de 11,3 mil atendimentos na Saúde da Mulher com 225 casos de câncer de mama diagnosticados e encaminhados para tratamento. Texto e fotos: Assessoria de Imprensa Associação Beneficente Casa Rosa

Wanderlei Silva atualiza estado de saúde após briga generalizada e preocupa

O lutador Wanderlei Silva, conhecido como “Cachorro Louco”, voltou a atualizar os seus seguidores da sua recuperação dos ferimentos sofridos durante a confusão generalizada contra a equipe de Acelino “Popó” Freitas no último sábado (27). No vídeo, Wanderlei relata insônia por fortes dores e garante retorno ao hospital. Transcrição do vídeo: “Realmente a situação não está nada boa. Olha como meu olho está, ainda… 3h30 da manhã, não estou conseguindo dormir porque minha cabeça está latejando demais. Daqui a pouco vou ter que ir no hospital fazer exames complementares”. Evento de luta termina com briga generalizada Wanderlei Silva ficou desacordado por um tempo e precisou sair carregado do local da luta para um hospital. Após o término da luta entre Acelino Popó Freitas e Wanderlei Silva, uma briga generalizada tomou conta do ringue, com membros de ambas as equipes trocando socos e Wanderlei sendo nocauteado pelo filho de Popó. Após os dois se estranharem e trocarem provocações antes da luta, Wanderlei Silva entrou muito nervoso e começou a usar cabeçadas, o que é ilegal tanto no MMA quanto no boxe. Após perder pontos duas vezes, o ex-campeão do PRIDE foi desclassificado com o árbitro central dando a vitória para Popó. A partir daí, as equipes de Popó e Wanderlei invadiram o ringue e as provocações trocadas se transformaram em socos e pontapés.

Agentes de saúde: Seminário na ALEMS fortalece mobilização para aprovação da PEC 14

Prestes a ser votada na Câmara Federal, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 14/2021 foi debatida, na tarde de ontem. segunda-feira (29), em evento realizado no plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS). A reunião encerra o ciclo de seminários realizados pelo país e fortalece a mobilização para a votação em Brasília, prevista para a próxima semana. A PEC 14/2021 altera o artigo 198 da Constituição Federal para estabelecer o sistema de proteção social e valorização dos agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. Com proposição do deputado estadual Renato Câmara (MDB), coordenador da Frente Parlamentar em Apoio aos Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias da ALEMS, o seminário lotou o plenário com a participação de agentes de saúde e de combate às endemias, que se manifestaram, durante o encontro, com cartazes referentes à PEC e com balões laranjas. A presença expressiva ajudou no fortalecimento da mobilização prevista para ocorrer em Brasília por ocasião da votação da PEC 14. A estimativa é que 5 mil pessoas compareçam à Capital Federal. Além do deputado Renato Câmara, o seminário contou com a presença da deputada Gleice Jane (PT), do deputado Professor Rinaldo Modesto (Podemos), dos deputados federais Dagoberto Nogueira (PSDB) e Geraldo Resende (PSDB), do presidente do Sindicato Regional dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias, Marco Aurélio Amorim Bonetti, presidente da Associação Três-lagoense de Agentes Comunitários de Saúde, Aparecida da Silva Salviano, e a diretora do Fórum Nacional das Representações dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, Elane Almeida. Segundo a diretora Elane Almeida, o relatório da PEC 14/2021 deve ser votado no dia 1º de outubro e os dois turnos da votação em plenário estão previstos para as sessões dos dias 7 e 8. A relatoria está com o deputado Antonio Brito (PSD-BA). A proposta estabelece, entre outros pontos, aposentadoria integral (o agente recebe o valor da última remuneração) e paritária (o valor do benefício fica atrelado aos reajustes do salário mínimo) aos agentes que comprovarem 25 anos de profissão. O deputado Geraldo Resende informou que o texto também incluirá, por meio de emenda de sua autoria, a extensão dos benefícios aos os Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e aos Agente Indígena de Saneamento (AISAN). Além disso, os trabalhadores já aposentados poderão, pelo mecanismo da conversão, ser contemplados pelas mesmas regras dispostas na PEC. Também há, na proposta, previsão de concurso público para novos agentes, efetivação de agentes contratados de forma precária, apoio financeiro da União para pagamento do piso salarial e qualificação profissional, entre outras medidas. Em sua saudação, o deputado Renato Câmara destacou a importância do reconhecimento dos agentes de saúde e de combate às endemias, dando ênfase ao papel desempenhado por esses trabalhadores durante a pandemia da Covid-19. “A população brasileira teve a oportunidade de conhecer o trabalho de vocês na pandemia. Vocês demostraram muita coragem e desempenharam o importante papel de levar informação, que foi a grande arma quando ainda não tínhamos a vacina”, disse o parlamentar. “Mas é preciso não só saber o trabalho que fazem, mas também de valorizá-los por meio de melhores salários e de aposentadoria digna. Quem passa a vida trabalhando de sol a sol precisa ter a garantia de uma aposentadoria digna”, acrescentou. A deputada Gleice Jane reforçou a relevância do trabalho dos agentes. “A presença do agente comunitário nas casas, nas residências, indo até a vida das pessoas, é fundamental. É o Estado presente nesses lugares. Isso representa uma garantia de política do Estado e representa também segurança para a comunidade”, considerou. E completou: “Só podemos ter um trabalho eficiente se tivermos reconhecimento e investimento no trabalhador e na trabalhadora. Portanto, reconhecer a luta do agente comunitário nesse momento significa reconhecer a importância desse trabalho para a população”. Mobilizações na Câmara Federal A força que a PEC 14/2021 deve chegar ao plenário da Câmara Federal para ser votada se relaciona, entre outros fatores, a uma característica da comissão que a discute naquela Casa. “Na Comissão, temos sete líderes partidários, o que dá força à tramitação dessa PEC. Eu nunca vi algo assim na Câmara!”, frisou o deputado Geraldo Resende. De acordo com o parlamentar, o relatório já está pronto. “Conseguimos formatar o relatório e nos dias 7 e 8 de outubro, pretendemos votar. E isso vai acontecer com uma mobilização nacional dos agentes de saúde lá no Congresso Nacional”, afirmou. “A união faz a força”, convocou. O convite foi reforçado pelo deputado Dagoberto Nogueira. “A aprovação desta PEC vai depender muito da mobilização de vocês no dia que entrar na pauta. É preciso ter pressão. Isso é que precisamos fazer: lutarmos”. Dagoberto considerou que a proposta, sendo aprovada, transformará os agentes de saúde e de combate às endemias a, efetivamente, servidores públicos. “O objetivo dessa PEC é transformar vocês em funcionários públicos para que sejam respeitados, que tenham garantia de emprego, de aposentadoria”, enfatizou. “A PEC 14 é a carta de alforria”, define diretora do Fórum Nacional A diretora do Fórum Nacional das Representações dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, Elane Almeida, usou forte analogia para dimensionar a importância histórica da proposta. “A PEC 14 é a carta de alforria aos agentes de saúde. Ela representa uma reparação histórica a esses trabalhadores e trabalhadoras”, definiu. Ela fez uma retrospectiva da saúde pública no Brasil, especificamente, do contexto da criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e disse que o país só se tornou o modelo na área graças aos agentes. Entre as dificuldades na consolidação do SUS, criado a partir da Constituição de 1998, estava a de médicos e outros profissionais atenderem a população mais pobre. “Aí inventaram os agentes de saúde, que eram os pobres para cuidar de pobre”, disse. O fato de os agentes residirem nas comunidades que atendem deu credibilidade e confiança ao trabalho. “Os agentes passaram a ensinar o povo a fazer multimistura, soro caseiro. Começaram a desvendar o segredo do SUS. Por anos e décadas, foram os rostos, os pés e as mãos