Prefeitura é parceira de ação da OAB que vai arrecadar doações para Rio Bonito do Iguaçu

Município integra mobilização solidária para apoiar vítimas de desastre climático no estado do Paraná; prefeito Marçal Filho destaca iniciativa da 4ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Dourados e convoca sociedade para o ato solidário Prefeito Marçal Filho…
Os momentos mais embaraçosos dos famosos em sets de filmagens

Estrelas falam de momentos constrangedores que passaram quando estavam trabalhando
Galvão Bueno é internado com pneumonia; neta atualiza estado de saúde

Por conta da internação, o narrador precisou ser substituído por Rômulo Mendonça na transmissão de Sport x Flamengo, no último sábado (15)
Corumbá é contemplada com R$ 5 milhões para conter deslizamentos na área central

A Prefeitura de Corumbá garantiu, junto ao Ministério das Cidades, investimento de R$ 5 milhões para a execução de obras de contenção de encostas na região da rua Ladário, no encontro com a rua Mariano Cavassa, área central da cidade.…
Itália e Alemanha podem ficar fora da Copa do Mundo de 2026; veja cenários

Italianos perderam para a Noruega e vão à repescagem; alemães fazem jogo decisivo nesta segunda (17)
PL Antifacção segue sem acordo com Senado, mesmo com previsão de votação na Câmara

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou nesta segunda-feira (17) que não haver acordo de texto com o Senado sobre o PL (Projeto de Lei) Antifacção, mesmo com previsão de votação na Câmara para terça-feira (18). “Não teve conversa da qual eu tenha participado”, disse, após agenda no Palácio do Planalto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Wagner criticou as versões que têm surgido durante a tramitação. “É uma verdadeira metamorfose ambulante. Toda hora tem outro projeto”, afirmou. Para ele, a falta de consenso sobre o tema é algo claro: “O melhor projeto sairá na hora que a classe política não quiser usar isso como elemento de disputa eleitoral. Enquanto virar disputa eleitoral, não vai sair. O tema está acima disso”. Wagner também fez críticas à proposta de caracterizar facções criminosas como organizações terroristas, um dos pontos encabeçado pela oposição e defendido por parte do Congresso. “É preciso parar de vender ilusão […]. Se quiser endurecer com as facções, não precisa caracterizar como terroristas”, disse. Votação na Câmara Na manhã desta segunda, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmou em suas redes sociais que o plenário votará a proposta.
Respeito e direitos das religiões de Matriz Africana são debatidos em Audiência Pública

A Câmara Municipal de Campo Grande recebeu, na manhã desta segunda-feira, dia 17, as Religiões de Matriz Africana, para discutir sobre direitos, respeito, saberes e resistência. O combate ao racismo religioso e a efetivação de políticas públicas também foram discutidos. Lideranças religiosas, pesquisadores da área, Ministério Público Estadual e representantes de movimentos sociais estiveram presentes no debate. O debate foi proposto pela vereadora Luiza Ribeiro, presidente da Comissão Permanente de Políticas e Direitos das Mulheres, de Cidadania e de Direitos Humanos. “Os povos de religiões de Matriz Africana sofrem muita exclusão, muito preconceito e onde tem a exclusão e o preconceito aparece a violência, a redução dos direitos. Essa Audiência Pública é muito necessária no âmbito dos direitos humanos para que a gente possa ajudar a cidade a entender que os povos de religião de matriz africana precisam de respeito, de garantia de direitos e podem contribuir muito com a cidade”, afirmou. Ela exemplificou que tem crianças nas escolas públicas de Campo Grande que sofrem preconceito por conta de religião, além de casas ilê, templos e terreiros que sofrem ataques por causa de intolerância religiosa ou ainda recusa de profissionais em razão de discriminação religiosa. “Tudo isso precisa encontrar aqui na Câmara dos Vereadores espaço para discussão e para encaminhamento de soluções que afastem toda forma de preconceito e com isso faça com que os direitos das pessoas de religião de Matriz Africana sejam efetivamente respeitados”, afirmou a vereadora Luiza Ribeiro. A criação de uma delegacia especializada e preservação da Praça do Preto Velho foram algumas das demandas. Outra proposta é a criação do Conselho Municipal das Religiões de Matriz Africana, como pontuou Bàbálórìṣà Augusto de Lógunẹ̀dẹ, presidente do Instituto Yalodê. “Existe muita intolerância religiosa, descaso com o meio ambiente, perseguição e muitos direitos são negados ao povo de Axé. Então, uma Audiência Pública como essa é importantíssima para que os direitos do povo de Axé sejam garantidos. É um espaço que está sendo tomado, que está sendo buscado. O povo de Axé é um povo que luta muito para poder estar onde está e sobreviver até os dias atuais”, afirmou. O presidente da Federação dos Cultos Afrobrasileiro e Ameríndios de Mato Grosso do Sul (Fecams), Bàbálórìṣà Gaeta de Òṣàlùfọ̀n, informou que, “infelizmente, a religião, os povos tradicionais de Matriz Africana e a comunidade de terreiro são povos muito perseguidos, com uma intolerância muito forte”. Ele informou que, neste ano, já há um índice alto de situações de opressão. “As pessoas têm que entender que hoje isso é um crime religioso. E aí a gente precisa realmente discutir os direitos. Esses direitos são garantidos pela Constituição Federal e várias legislações federais e estaduais. Então, precisamos mostrar como o povo de Axé tem um comportamento. Estamos preocupados com todos os sentidos, onde envolve educação, saúde, saneamento, a natureza”, afirmou. Ele citou também a importância de uma delegacia especializada para que os crimes religiosos sejam devidamente registrados. Bàbálórìsà Deá Odé, presidente da Federação das Religiões dos Povos de Terreiros do MS e Federação Ajô Nilê, agradeceu a Casa de Leis pela oportunidade estarem aqui externando as necessidades, afirmando os direitos e cobrando os deveres. “A nossa religião está hoje em grande ascensão. Eu poderia dizer que está em moda diante dos artistas, diante dos cantores, dos atores que assumem a nossa religião. Isso deu uma adesão enorme. E diante dessa situação é necessário sim nós estarmos aqui cobrando e orientando o nosso povo. Nós estamos buscando cobrar os nossos direitos que, muitas vezes, não são divulgados”, afirmou. Ele citou que ainda há essa necessidade de discutir igualdade, diante dos casos de intolerância e perseguição. O promotor de Justiça Douglas Silva Teixeira, do Núcleo de Promoção da Igualdade Étnico- Racial, ressaltou a importância da Audiência para a formulação de políticas públicas específicas. “Existe uma parte histórica envolvendo as religiões de matriz africana, que deve ser preservada, mas ainda existe uma certa intolerância com essas religiões e o que não se mostra correto”. Ele ressaltou que as pessoas têm a livre convicção para praticar a religião que entenderem mais convenientes. O promotor acrescentou que em casos de intolerância ou preconceito o MPE pode ser acionado, tanto na Capital ou nas promotorias do interior do Estado. A promotora de Justiça Paula Volpe também esteve presente e passou informações sobre o encaminhamento de denúncias, que já resultaram em ações e condenações no Estado, além de várias medidas para prevenir os casos de discriminação. Por 17 anos, o professor Antônio Lino Rodrigues de Sá pesquisou as religiões de Matriz Africana na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em especial o Candomblé. Ele trazia informações sobre a religião para estudantes de diferentes cursos, em especial Educação e História. “Esse debate de hoje é histórico, é um espaço que tinha necessidade de se ter, para termos esses encaminhamentos. E dentro dessa proposta, eu acredito que vai sinalizar para uma organização e um apoio às pessoas que são da religião de Matriz Africana”. O pedido de tombamento da Praça do Preto Velho, bem como investimentos para preservá-la, foi uma das demandas trazidas à Câmara por José Luiz Mendes, representante provisório da Associação da Umbanda de Mato Grosso do Sul. “Vejo com muita tristeza o descaso com o único espaço que temos”, disse, ao lembrar de emenda destinada ainda não aplicada no local. Milena CrestaniAssessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Odontólogos serão homenageados em sessão solene nesta quarta-feira na ALEMS

A partir das 19h, acontece na próxima quarta-feira (19), no Plenário Júlio Maia, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS), a solenidade de Entrega da Medalha e do Diploma de Honra ao Mérito Legislativo Albino Coimbra Filho, destinada a reconhecer profissionais da Odontologia que se destacam na promoção da saúde bucal e no bem-estar da população do Estado. A homenagem foi instituída por meio da Resolução 41/2025, de autoria da deputada e 3ª vice-presidente da Casa de Leis, Mara Caseiro (PSDB), também proponente da sessão solene. Mara Caseiro reforça a importância da odontologia para a saúde de todos. “A Odontologia é uma da área que tem o potencial de transformar vidas, isto porque atua diretamente na saúde, na autoestima e na qualidade de vida das pessoas. Reconhecer o trabalho desses profissionais é reconhecer também o impacto social que eles geram todos os dias”, ressaltou. “Como dentista de formação, sei da dedicação, da técnica e do compromisso que essa profissão exige. A Medalha e o Diploma Albino Coimbra Filho são uma forma de valorizar esses homens e mulheres que fazem a diferença na saúde de Mato Grosso do Sul. Esta homenagem é, acima de tudo, um agradecimento pela contribuição de cada um para o bem-estar da nossa população”, destacou a deputada Mara Caseiro. Serviço A sessão solene é aberta ao público e à imprensa, contando com cobertura jornalística realizada pela Comunicação da ALEMS. Será disponibilizado registro fotográfico no banco de imagens do Portal da ALEMS, além da transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube. A solenidade será transmitida pelos canais oficiais da Casa de Leis: TV ALEMS, no canal 7.2 (sinal aberto) e canal 9 da Claro NET TV, bem como pelo link da TV ALEMS no site institucional.
Radares, multas automáticas e retorno dos parquímetros afastam moradores e deterioram o comércio no centro de Campo Grande

A ampliação dos radares em Campo Grande reacendeu o debate sobre o caráter arrecadatório do sistema de trânsito da Capital. Os equipamentos, que agora identificam automaticamente veículos com documentação atrasada, têm multiplicado o número de multas emitidas e criado um ambiente de constante insegurança entre motoristas. Para muitos, a cidade se transformou em um campo minado eletrônico. A situação, que já era preocupante, ganhou ainda mais tensão após a recente decisão judicial que autorizou o retorno dos antigos parquímetros no centro da cidade. A medida, recebida com forte rejeição pela população, reacende a cobrança por estacionamento em uma região já marcada pela queda de movimento e sensação de abandono. Comerciantes afirmam que essa decisão agrava o cenário e afasta ainda mais os clientes. Moradores relatam que, para evitar multas e novas cobranças, têm preferido comprar exclusivamente nos bairros onde residem, priorizando mercados e pequenas lojas locais. Muitos dizem abertamente que evitam ir ao centro para não correr o risco de voltar para casa com uma infração — seja por velocidade, documentação atrasada ou estacionamento. O resultado é visível: o comércio central, que já sofria com a redução do fluxo de clientes, vem se deteriorando de maneira acelerada. Lojas antes tradicionais enfrentam dificuldades para manter as portas abertas, e empresários apontam que a combinação de radares, fiscalização intensa e a volta dos parquímetros é devastadora para a economia local. Além disso, permanecem as críticas à falta de diálogo por parte da administração municipal. A população reclama da ausência de campanhas educativas, da implantação dos radares sem debate público e da presença constante de agentes de trânsito em pontos estratégicos e pouco visíveis. A percepção é de que, enquanto o município amplia mecanismos de punição automática, questões como sinalização adequada e infraestrutura continuam relegadas a segundo plano. Com multas frequentes, cobranças adicionais e um clima permanente de vigilância, cidadãos e comerciantes concluem que o centro de Campo Grande caminha para um esvaziamento ainda maior, caso nenhuma mudança de postura seja adotada. Apesar da arrecadação milionária com multas de trânsito em Campo Grande, a cidade ainda convive com ruas deterioradas, enquanto moradores relatam sentir-se pressionados diante do grande volume de autuações registradas. A expectativa agora é que a prefeitura reabra o diálogo, reveja decisões impopulares e priorize ações que fortaleçam a economia local, sem transformar o coração da Capital em uma região que os moradores evitam a qualquer custo.
Hashioka reforça apoio às tradições no 5º Festival do Japão de Mato Grosso do Sul

O Deputado Roberto Hashioka marcou presença no 5º Festival do Japão de Mato Grosso do Sul, um dos maiores eventos de valorização das tradições nipo-brasileiras no Estado. Ao lado de autoridades, lideranças comunitárias e organizadores, o parlamentar destacou a importância…

