Dupla de Stefani vence 2º jogo e vai às quartas do WTA 1000 de Doha
Semifinalista no Aberto da Australia deste ano, a dupla da tenista brasileira Luisa Stefani com a canadense Gabriela Dabrowski vai disputar as quartas de final no WTA 1000 de Doha (Catar). Nesta quarta-feira (11), elas se classificaram após derrotarem a parceria da russa Liudmila Samsonova com a tcheca Marie Bouxkova, por 2 sets a 1 (6/3 e 6/4). Stefani e Dabrowski voltam à quadra na quinta (12), a partir das 9h (horário de Brasília). As adversárias serão a taiwanesa Hao-Ching Chang e a dinamarquesa Clara Tauson, que derrotaram sem dificuldade na estreia as russas Diana Shnaider e Alexandra Panova por 6/1 e 6/3. Notícias relacionadas: João Fonseca é campeão do ATP 250 de Buenos Aires ao bater argentino. Brasil estreia no esqui cross-country, mas não se classifica à final. Futebol volta a campo de Gaza, em meio a perdas e ruínas da guerra. A vitória de hoje da dupla Brasil-Canadá foi a segunda em Doha. Na estreia, no último domingo (8), elas bateram Irina Khromacheva (Rússia) e Aldila Sutjiad (Indonésia) por 2 sets a 0 (7/5 e 6/2). Atual campeão do ATP 250 de Buenos Aires, o tenista carioca João Fonseca estrteia esta noite no saibro argentino contra o chileno Alejandro Tabilo, a partir das 18h30 – RolexPMasters/X >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp João Fonseca estreia à noite em Buenos Aires O carioca João Fonseca, número 33 do mundo, inicia a busca do bicampeonato consecutivo na quadra de saibro do ATP 250 de Buenos Aires (Argentina), a partir das 18h30. A estreia será contra o chileno Alejandro Tabilo (71º no ranking). O brasileiro de 19 anos teve um início de temporada prejudicado em razão de dores na região lombar. Desistiu de dois torneios (ATPs 250 de Brisbane e de Adelaide) para se recuperar por completo. O primeiro torneio de Fonseca em 2026 foi o Aberto da Austrália, mas a falta de ritmo pesou e o carioca foi eliminado logo na estreia. Antes, às 17h30, tem estreia nas duplas masculinas dos brasileiros Marcelo Demoliner e Fernando Romboli. Ele enfrentarão os anfitriões Gonzalo Villanueva e Lautaro Midon. Quem já estreou com pé direito foi a dupla a dupla dos gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz. Eles derrotaram nesta tarde a parceria do compatriota Marcelo Melo com o holandês Jean-Julien Rojer, por 2 sets a 1 (6/2, 3/6 e 10/4). Foi a primeira vez que os ex-parceiros na temporada passada, Rafael e Marcelo, competiram em lados opostos da quadra.
Compromisso e Agilidade: Recuperação da Ponte sobre o Rio Aquidauana entra em fase final

As frentes de trabalho em Corguinho não param. A importante ponte sobre o Rio Aquidauana, elo vital entre os municípios de Corguinho e Aquidauana, já apresenta um novo cenário após os estragos causados pelas severas chuvas recentes. Graças à atuação estratégica da prefeitura, os serviços de recuperação avançam a passos largos. Engenharia e Superação Segundo informações de Zé Correia, a equipe técnica alcançou um marco crucial: o realinhamento da estrutura. A ponte, que havia sido severamente castigada e “torcida” pela força das águas, foi devidamente aprumada. Com o cronograma acelerado, a previsão é que o tráfego seja liberado já nesta sexta-feira, devolvendo o direito de ir e vir com segurança aos produtores e moradores da região. Reconhecimento ao Trabalho Este resultado positivo é fruto direto do empenho pessoal do Prefeito Barrinha e de toda a sua equipe de infraestrutura. Desde o início da crise climática, a gestão municipal tem demonstrado resiliência, atuando na linha de frente para garantir que o isolamento não prejudicasse a economia local. Parabenizamos o Prefeito Barrinha pela agilidade na mobilização de recursos e pela presença constante no canteiro de obras, bem como a cada trabalhador que não mediu esforços para recuperar esse acesso essencial. Ações em Todo o Município O trabalho não termina no Rio Aquidauana. O cronograma de recuperação segue firme, alcançando as demais localidades afetadas: Com planejamento e dedicação, a Prefeitura de Corguinho reafirma seu compromisso com a reconstrução e o bem-estar de toda a comunidade.
A Traição do Ninho: Azambuja Tenta se Pintar de Verde e Amarelo, mas Esbarra na Coerência de Capitão Contar

Por Wander Lopes O jogo político em Mato Grosso do Sul para 2026 já começou, e o cheiro de conveniência exala dos gabinetes. O protagonista dessa trama de “camaleonismo” é Reinaldo Azambuja. O ex-governador, que por anos ditou as regras no ninho tucano, parece ter decidido que as penas do PSDB já não servem mais para alçar voos maiores. Ao abandonar seus “tucaninhos” à própria sorte, Azambuja tenta uma manobra arriscada: infiltrar-se no bolsonarismo para garantir uma vaga ao Senado. Mas o tiro pode sair pela culatra. O Abandono e a Conveniência Para quem observa de fora, a movimentação de Azambuja rumo ao PL soa como um ato de ingratidão com a própria história. O PSDB de MS foi esculpido à imagem e semelhança de Reinaldo, mas, diante da polarização nacional, ele preferiu o pragmatismo à lealdade. O problema é que a direita sul-mato-grossense tem memória. Tentar se “converter” ao conservadorismo de última hora não apaga o histórico de um político que sempre jogou conforme a música do poder, independentemente da cor da bandeira. A Muralha de Rejeição e o Fator Contar Se Azambuja achou que o PL seria um porto seguro, encontrou um mar revolto. A resistência interna é real e crescente. Lideranças “raiz” do partido não aceitam a imposição de um nome que carrega o peso de velhas práticas políticas. Enquanto Reinaldo luta para baixar sua alta rejeição, o nome de Capitão Contar surge como a pedra no sapato do ex-governador. Contar, que mantém sua base fiel e coerente, aparece nas pesquisas como a preferência natural do eleitor que não aceita “arranjos” de cúpula. Conforme reportado pelo Correio do Estado, o critério para a escolha no grupo de Bolsonaro será a pesquisa — e é justamente aí que o plano de Azambuja começa a ruir. O eleitorado busca identidade, não oportunidade. O Crepúsculo do Cacique? A tentativa de Reinaldo de se cacifar como o “candidato da direita” esbarra em um obstáculo intransponível: a falta de conexão com a base bolsonarista, que vê nele o símbolo da política tradicional que desejam extirpar. Articulações de bastidores sugerem que uma “dobradinha” pode isolar o ex-governador, favorecendo nomes como Marcos Pollon ou o próprio Capitão Contar, conforme as movimentações citadas pelo Investiga MS. Reinaldo Azambuja pode ter abandonado o ninho, mas o céu que ele pretende voar está ocupado por quem nunca mudou de lado. Em 2026, a conta da “metamorfose” política deve chegar, e o preço pode ser o fim de uma hegemonia que o ex-governador acreditava ser eterna.
Projeto propõe nulidade de créditos tributários e anistia de multas decorrentes do Programa Regularize Já

Começa a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) o Projeto de Lei 07 de 2026 que propõe que ficam sobrestados, impedidos de cobrança e desprovidos de eficácia jurídica, por ausência de devido processo legal administrativo prévio e regularmente instaurado, as cobranças, exigências, comunicações, apontamentos e achados decorrentes do programa denominado Regularize Já, quando relacionados a créditos tributários ainda não definitivamente constituídos. A autoria é do deputado João Henrique (PL), sobre o programa instituído pelo Governo do Estado via Resolução /SEFAZ nº 3.489, de 2 de fevereiro de 2026. De acordo com a proposta o perdão alcançaria os “os atos indevidamente qualificados como autos preparatórios, sempre que produzidos ou utilizados sem a efetiva observância das garantias do contraditório e da ampla defesa”, relativos aos efeitos jurídicos produzidos a esse programa específico, não estendendo à atuação fiscal regular do Estado. A proposta também dispõe sobre a vedação da utilização automática, coercitiva ou substitutiva dos mecanismos, comunicações ou achados próprios do Programa Regularize Já como fundamento exclusivo ou principal para a constituição de crédito tributário, em substituição ao processo administrativo fiscal regular. A nova norma, se aprovada, considerará a nulidade aos atos do Regularize Já que, sem o regular processo administrativo fiscal, resultarem em: “I – constituição, ainda que provisória ou indireta, de crédito tributário; II – exigência de recolhimento antecipado de tributo; III – imposição de multas, penalidades ou encargos acessórios; IV – condicionamento do exercício de direitos administrativos ou fiscais; V – indução à autoincriminação administrativa do contribuinte, sem prévia instauração de procedimento fiscal regular, com observância do contraditório e da ampla defesa”. Assim como prevê que ficam remidos todos os créditos tributários, bem como anistiadas as respectivas multas que tenham se originado do Programa Regularize Já, que não tenham sido definitivamente constituídos mediante lançamento regularmente formalizado ou ainda que decorram de divergências, inconsistências ou cruzamentos de dados não precedidos de procedimento fiscal válido, com as garantias efetivas do contraditório e da ampla defesa. A mesma remissão e anistia estarão previstas às multas acessórias, penalidades formais, encargos administrativos ou quaisquer efeitos restritivos ou impeditivos de regularidade fiscal derivados dos atos referidos nos artigos 1º a 3º do projeto de lei, que ainda veda à Administração Tributária estadual a reutilização, reaproveitamento ou reapresentação dos dados, achados ou comunicações produzidos no âmbito do Programa Regularize Já, que sirvam de fundamento exclusivo ou principal para nova constituição de crédito tributário sem devido procedimento fiscal. O projeto de lei ainda determina que, caso aprovado e a lei aplicada, não ficará configurado o reconhecimento de infração tributária, confissão, nem afasta direitos do contribuinte ou prejudica a atuação fiscal futura do Estado, “desde que exercida nos estritos limites da legalidade, do devido processo legal e da reserva de lei formal, condicionado ao devido processo legal fiscal regular”. O deputado João Henrique argumentou na justificativa que “embora apresentada sob o discurso de incentivo à autorregularização fiscal, a referida iniciativa tem se revelado, na prática, mecanismo de constrangimento indireto, induções à autodeclaração compulsória e antecipação informal de sanções, sem a prévia instauração de procedimento administrativo fiscal regular”. E que isso afronta diretamente os direitos ao devido processo legal administrativo, o contraditório e a ampla defesa. O deputado ainda propôs a sustação da Resolução que cria o Programa
Projeto do Vereador Marquinhos Trad que garante Transparência nos contratos da prefeitura avança na Câmara e segue para aprovação em plenário

O Projeto de Lei nº 11.934/2025, de autoria do vereador Marquinhos Trad, avançou em primeira discussão na Câmara Municipal de Campo Grande e agora segue para segunda votação em plenário. Caso seja aprovado, o texto será encaminhado para sanção da prefeita. A proposta é objetiva: garantir que contratos administrativos, convênios, acordos e instrumentos congêneres já encerrados permaneçam disponíveis no Portal da Transparência por, no mínimo, cinco anos após o término da vigência ou da prestação de contas. Além disso, determina que os documentos estejam acessíveis de forma gratuita, irrestrita, sem exigência de cadastro e em formato pesquisável (OCR), permitindo consulta e download integral. A proposta nasceu de uma situação concreta enfrentada por Marquinhos, durante atividade de fiscalização, a equipe do vereador buscou contratos públicos encerrados e constatou que eles não estavam mais disponíveis no Portal da Transparência. Ao questionar formalmente por meio do e-SIC, não houve resposta. Posteriormente, foi informado que documentos estariam sendo retirados do portal para economia de espaço no datacenter municipal. Para Marquinhos Trad, essa justificativa revela falha de planejamento administrativo. “Documento público não é descartável. Ele não perde importância quando o contrato termina. Muitas vezes, a fiscalização começa justamente após o encerramento”, destacou no resumo de sua fala. O que o projeto garante na prática?De forma didática, a lei estabelece que: Contratos e seus aditivos continuem acessíveis mesmo após o término;Processos licitatórios, justificativas, relatórios de execução e prestações de contas permaneçam disponíveis;O acesso seja simples, eletrônico e sem burocracia;A informação não dependa de ofícios ou pedidos formais para ser consultada.O prazo de cinco anos está alinhado ao período em que órgãos de controle, como Tribunal de Contas e Ministério Público, podem atuar para apurar responsabilidades, garantindo efetividade ao controle social. O projeto não cria novos custos obrigatórios, não invade competência do Executivo e não altera contratos ou procedimentos administrativos. Ele apenas organiza e regulamenta a forma como a transparência deve ser garantida de maneira permanente. Com a aprovação em primeira votação, o projeto avança para a segunda discussão. Para o autor, trata-se de uma medida técnica, institucional e de interesse público. Agora, a expectativa é que os vereadores confirmem o apoio na segunda votação e que, posteriormente, o Executivo sancione a proposta. O que está em debate não é posição política, mas o direito do cidadão de ter acesso permanente e fácil aos documentos que envolvem o dinheiro público. Para saber mais, siga nossas redes sociais e fique por dentro do nosso mandato:Avenida Ricardo Brandão, nº 1.600, bairro Jatiuca Park.Telefone do Gabinete: (67) 3316-1632WhatsApp: (67) 99882-7319E-mail: vereadormarquinhostrad@camara.ms Kaio VenzeAssessoria de Imprensa do Vereador
Vereadores votam projetos sobre transparência e multas de trânsito na quinta-feira

Projetos de lei relacionados a transparência e trânsito serão votados em segunda discussão pelos vereadores da Câmara Municipal de Campo Grande, durante a sessão ordinária de quinta-feira, dia 12, a partir das 9 horas. Ainda, a sessão terá debate na Tribuna sobre a importância do carnaval de rua. Será votado o Projeto de Lei 11.823/25, que dispõe sobre a vedação da utilização de câmeras de videomonitoramento para a lavratura de autos de infração de trânsito em Campo Grande. A proposta é do vereador Rafael Tavares, assinada também pelo vereador André Salineiro. Seguem como exceções à proposta, as autuações por radares e demais dispositivos fixos ou móveis medidores de velocidade, devidamente inspecionados pelo Inmetro, e utilizados pelos agentes de trânsito em conformidade com a legislação. Ainda segundo a proposta, a fiscalização por meio de câmeras de videomonitoramento somente poderá ser utilizada para fins de segurança pública e monitoramento do tráfego, vedada sua utilização para aplicação de penalidades de trânsito. Também será votado o Projeto de Lei 11.934/25, do vereador Marquinhos Trad, para que o Poder Executivo Municipal mantenha, em seu Portal da Transparência ou repositório digital próprio, a íntegra dos documentos públicos relacionados a contratos administrativos, convênios, acordos, termos de parceria e demais instrumentos celebrados pela Administração Pública direta e indireta do Município de Campo Grande, ainda que encerrados, pelo prazo mínimo de 5 anos após o término de sua vigência ou a prestação de contas final. Conforme a proposta, os documentos deverão permanecer disponíveis de modo gratuito, eletrônico, irrestrito e em formato que permita consulta e download integral, vedada qualquer exigência de cadastro prévio ou identificação, resguardados os sigilos previstos em lei. Palavra Livre – Durante a sessão, Silvana Valu, representante do Aglomerado de Blocos de Carnaval de Rua de Campo Grande (ABC), falará na Tribuna sobre importância do carnaval de rua para o desenvolvimento socioeconômico do Município. O convite para debater o assunto foi feito pelo vereador Jean Ferreira. A sessão ordinária inicia às 9 horas e pode ser acompanhada presencialmente na Casa de Leis ou pelas transmissões ao vivo na TV Câmara, pelo canal 7.3, ou no Youtube da Casa de Leis. Milena CrestaniAssessoria de Imprensa da Câmara Municipal
Projeto que cria sistema de coleta de embalagens veterinárias é entregue ao governador
O deputado estadual Renato Câmara entregou nesta semana ao governador Eduardo Riedel o projeto de lei que institui o sistema de logística reversa das embalagens de produtos veterinários no Mato Grosso do Sul. A proposta estabelece regras para a coleta, o tratamento e a destinação final ambientalmente adequada de embalagens e resíduos de medicamentos veterinários industrializados ou manipulados. O texto prevê a responsabilidade compartilhada entre fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, que deverão estruturar e operacionalizar o sistema de logística reversa, além de apresentar planos específicos ao órgão ambiental competente. A medida busca reduzir a contaminação do solo, dos lençóis freáticos e das águas superficiais, fortalecendo a sustentabilidade da produção rural e a proteção da saúde humana e animal. Durante a entrega do projeto, o deputado estadual Renato Câmara, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, destacou que a iniciativa nasceu de amplo diálogo técnico com entidades do setor produtivo, órgãos ambientais e especialistas ligados à saúde animal. “Estamos dando um passo importante para alinhar o desenvolvimento do agronegócio com responsabilidade ambiental. É uma proposta moderna, que orienta, organiza e cria um caminho seguro para o descarte correto desses resíduos”, afirmou o parlamentar. O governador Eduardo Riedel ressaltou a importância de políticas públicas que integrem produção, meio ambiente e saúde. Segundo ele, o projeto vai ao encontro das diretrizes do Estado para fortalecer práticas sustentáveis no campo e aprimorar a gestão de resíduos. “Mato Grosso do Sul tem vocação agropecuária, e iniciativas como essa contribuem para tornar nossa produção cada vez mais responsável e competitiva”, destacou. A proposta também prevê campanhas de comunicação e conscientização aos consumidores, além da implantação gradual dos pontos de coleta em todo o Estado. Após a tramitação na Assembleia Legislativa, o projeto seguirá para análise do Executivo, com previsão de regulamentação pelo Governo Estadual em até 180 dias após eventual sanção. Com a iniciativa, Renato Câmara reforça sua atuação voltada à sustentabilidade, ao agronegócio e à proteção ambiental, áreas estratégicas para o desenvolvimento econômico e social de Mato Grosso do Sul.
PF prende trio que divulgava vídeos de abuso contra mulheres sedadas; sete são investigados

Ações da quadrilha devem ser enquadradas, de início, como crime de violência sexual contra vulnerável e divulgação de cena de estupro A PF (Polícia Federal) cumpriu três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão contra uma quadrilha suspeita de divulgar vídeos de abusos sexuais cometidos contra mulheres sedadas. A operação da corporação ocorre na manhã desta quarta-feira (11), nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Pará, São Paulo e Santa Catarina. As investigações começaram no ano passado, após a PF receber informações da Europol (Agência da União Europeia para a Cooperação Policial) que detalhavam a atuação de redes transnacionais para divulgação desses vídeos.
Cinema privativo e vizinho de Xuxa: veja detalhes da mansão de R$ 25 milhões de Paquetá

Contratado a peso de ouro pelo Flamengo, Lucas Paquetá não poupou dinheiro na escolha de seu novo lar. O meia revelado pelo Rubro-Negro desembolsou cerca de R$ 25 milhões para comprar uma mansão digna de cinema na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde vai morar com a família. O imóvel fica em um dos condomínios mais exclusivos da região e tem uma vizinha para lá de famosa: Xuxa Meneghel. A Rainha dos Baixinhos também mora no local, que reúne celebridades, empresários, atletas e todo outro tipo de famoso, todos em busca de segurança e discrição.
Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após laudo de peritos da Polícia Federal

Após a PF (Polícia Federal) encaminhar ao STF (Supremo Tribunal Federal) um laudo sobre o estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a defesa pediu novamente o direito à prisão domiciliar para o político. Bolsonaro está preso no 19º BPM (Batalhão da Polícia Militar) do Distrito Federal, conhecido como Papudinha. A defesa dele argumenta que o laudo elaborado pelos peritos oficiais apontou ser “inegável a presença de comorbidades crônicas que ensejam controle e acompanhamento” do preso.

