Azambuja fora do ninho e o mal-estar no novo partido

O ex-governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, enfrenta um cenário político mais turbulento do que o esperado após deixar o PSDB. A saída do tradicional “ninho tucano” não significou, até o momento, a consolidação tranquila de um novo espaço de poder. Nos bastidores da política sul-mato-grossense, comenta-se que sua chegada ao novo partido não teria ocorrido de forma consensual. Há relatos de que a articulação teria sido construída em um momento considerado inusitado, inclusive durante a ausência de lideranças influentes como Tereza Cristina, o que teria causado desconforto interno. Veteranos da política estadual também avaliam que a mudança partidária pode ter sido estratégica além do discurso público apresentado. Circulam interpretações de que o movimento envolveria reconfiguração de alianças e aproximação com figuras consideradas estratégicas no cenário estadual e nacional. Até o momento, no entanto, não há confirmação oficial sobre qualquer acordo político além da filiação partidária em si. O que existe é um ambiente de ruído, resistência interna e disputa por protagonismo. Enquanto isso, o deputado Capitão Contar mantém respaldo entre eleitores mais alinhados ao campo conservador e patriota, consolidando preferência em segmentos que demonstram resistência ao retorno de figuras tradicionais da política estadual. A realidade é que Azambuja enfrenta dois desafios simultâneos: reconstruir sua base política fora do PSDB e reduzir um índice de rejeição que cresce conforme se intensifica o debate pré-eleitoral. Se o movimento foi ousado ou precipitado, o tempo dirá. Mas uma coisa é certa: fora do antigo ninho, o ex-governador encontra um ambiente menos previsível e muito mais competitivo.
Eleições 2026: Quando os Políticos “Ressurgem” Até do Ralo para Pedir Voto

Com a aproximação das eleições de 2026, um fenômeno curioso volta a acontecer nos bairros de Campo Grande: políticos que passaram meses — ou anos — em silêncio reaparecem como num passe de mágica. É como se brotassem do chão, saíssem do ralo das fazendas, surgissem atrás das porteiras e até reaparecessem nos grupos de WhatsApp da família. De repente, aquele vereador sumido lembra o nome do cachorro da dona Maria, o deputado estadual reaprende o caminho do bairro e o assessor descobre onde fica o Aero Rancho no mapa. No bairro Aero Rancho, dona Maria já está preparada para a temporada eleitoral. — “Aqui em casa já deixei o pó de café separado. Vou coar na cueca do meu marido e servir pros visitantes políticos e assessores de plantão”, disparou, aos risos, enquanto varria a calçada. Segundo ela, o movimento é sempre o mesmo: carro adesivado, sorriso ensaiado, promessa reciclada e aquele velho discurso de “agora vai”. “Na última eleição falaram que iam arrumar o asfalto, melhorar o posto de saúde, resolver a iluminação. Agora voltam com a mesma conversa, só mudou a foto do santinho”, completou. Nos bairros mais afastados, a cena se repete. Candidatos que nunca participaram de uma reunião comunitária agora disputam espaço em porta de mercado, feira e igreja. É a temporada oficial do abraço apertado, da selfie estratégica e da visita inesperada no fim da tarde. Especialistas em comportamento eleitoral dizem que essa fase é conhecida como “síndrome da memória repentina”: o político redescobre o povo, o povo redescobre o político — e ambos fingem que está tudo normal. Enquanto isso, o eleitor observa. Alguns escutam, outros cobram, e há aqueles que, como dona Maria, preferem usar o humor como forma de protesto. “Se for pra aparecer só em época de voto, pelo menos que tome café forte”, concluiu ela, segurando o bule. Afinal, em 2026, mais do que santinho e promessa, o que o eleitor quer mesmo é respeito, presença constante e compromisso que dure além do período eleitoral. Porque sair do ralo é fácil. Difícil é permanecer ao lado da população depois que as urnas fecham.
Acabou o Carnaval: Brasil retoma o ritmo e aquece a economia

Encerrada a folia do Carnaval, o Brasil volta oficialmente ao ritmo normal de trabalho. Entre blocos, desfiles e dias de descanso, a maior festa popular do país movimentou bilhões de reais e impulsionou setores estratégicos como turismo, hotelaria, transporte, alimentação e comércio informal. Agora, passada a euforia, o foco se volta para a retomada das atividades econômicas e para os desafios do ano. A famosa expressão popular de que “o Brasil só começa depois do Carnaval” reflete uma tradição cultural, mas também revela uma dinâmica econômica peculiar. Nos primeiros meses do ano, muitos setores aguardam o fim das festividades para iniciar projetos, fechar contratos e intensificar investimentos. Com a quarta-feira de Cinzas marcando o retorno oficial às atividades, empresas retomam agendas, o comércio amplia estoques e o setor público acelera processos administrativos. Especialistas avaliam que o Carnaval, além de gerar renda imediata, funciona como uma espécie de termômetro para o desempenho do primeiro trimestre. A circulação de dinheiro nas ruas fortalece pequenos empreendedores, ambulantes e trabalhadores temporários, criando um efeito multiplicador na economia local. Capitais turísticas e cidades do interior registram aumento expressivo na ocupação hoteleira e no consumo. Com o fim da folia, o mercado financeiro também volta a operar em ritmo completo, investidores retomam estratégias e o setor produtivo concentra esforços na execução de metas para 2026. Indústrias, comércio e agronegócio entram em nova fase de planejamento, mirando crescimento, geração de empregos e estabilidade econômica. Embora a ideia de que o país “começa” após o Carnaval seja mais simbólica do que literal, o período marca, de fato, uma transição importante no calendário econômico nacional. O Brasil sai da festa e entra na fase de trabalho intenso, impulsionando investimentos, produção e consumo.
Crise no Transporte Coletivo: Pressão sobre o Consórcio Guaicurus aumenta em Campo Grande

A população de Campo Grande continua a clamar por soluções concretas diante da insatisfação com os serviços prestados pelo Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo urbano da Capital. Reclamações sobre atrasos frequentes, ônibus lotados, frota antiga e falhas na manutenção tornaram-se rotina na vida dos usuários. Apesar das reuniões, debates públicos e manifestações políticas, o sentimento predominante entre a população é de que há muito discurso e pouca ação efetiva. Serviço caro, retorno questionado O transporte coletivo da Capital é apontado por muitos usuários como um dos mais caros do país quando comparado à qualidade entregue. Trabalhadores, estudantes e idosos relatam dificuldades diárias para chegar ao destino dentro do horário previsto. Enquanto isso, o debate jurídico e administrativo em torno da concessão segue se arrastando. A possibilidade de intervenção, revisão contratual ou até mesmo nova modelagem do sistema já foi ventilada, mas até o momento não houve mudanças práticas que impactassem diretamente o dia a dia do cidadão. Sociedade cobra atitude O que a população pede não é mais promessa, mas sim providência. A sociedade usuária exige: A mobilidade urbana é um direito essencial e impacta diretamente a economia, a educação e a qualidade de vida. Sem transporte eficiente, a cidade trava — e quem paga essa conta é o trabalhador. Chegou a hora da decisão Diante do cenário, cresce a pressão para que o poder público adote uma posição definitiva. Ou o contrato é revisto com metas claras e prazos rígidos, ou medidas mais duras precisam ser tomadas. A população está cansada do “blá blá blá”. O que se espera agora é ação concreta, planejamento sério e respeito ao usuário que todos os dias depende do ônibus para viver.
CARNAVAL 2026 EM MATO GROSSO DO SUL MOVIMENTA ECONOMIA E CONSOLIDA RETOMADA DOS EVENTOS POPULARES

O Carnaval 2026 em Mato Grosso do Sul confirmou a força da festa popular como instrumento de geração de renda, turismo e fortalecimento cultural. Em diversas regiões do Estado, a programação reuniu milhares de foliões e movimentou significativamente setores como hotelaria, alimentação, transporte e comércio informal. Em Campo Grande, a Esplanada Ferroviária voltou a ser palco central das festividades. Blocos tradicionais e novos grupos garantiram diversidade musical, com presença marcante de famílias, jovens e turistas. A estrutura reforçada de segurança e saúde contribuiu para um evento considerado tranquilo pelas autoridades. 4 Já em Corumbá, o Carnaval reafirmou sua tradição histórica, com desfiles de escolas de samba e intensa participação popular. A cidade pantaneira manteve o título de um dos carnavais mais tradicionais do Centro-Oeste, atraindo visitantes de estados vizinhos e até do exterior. Em Bonito, conhecido polo turístico, o Carnaval teve perfil mais familiar e organizado, conciliando festa e preservação ambiental. Hotéis e pousadas registraram alta ocupação durante o período. No interior, municípios como Aquidauana e Três Lagoas também promoveram programações próprias, fortalecendo a cultura local e garantindo entretenimento à população. ECONOMIA E SEGURANÇA A expectativa do setor empresarial era de crescimento em relação a 2025, e os primeiros balanços indicam aumento na circulação de recursos. Ambulantes e trabalhadores temporários encontraram no Carnaval uma oportunidade importante de renda extra. Na segurança pública, as forças policiais reforçaram o policiamento ostensivo e ações preventivas. De modo geral, os registros de ocorrências graves foram considerados controlados, refletindo planejamento prévio e integração entre Estado e municípios. DESAFIOS Apesar do saldo positivo, alguns pontos ainda geram debate, como a necessidade de maior planejamento logístico, ampliação de banheiros químicos e organização do trânsito em áreas centrais. Especialistas defendem que o Carnaval pode evoluir ainda mais como produto turístico estruturado, com calendário antecipado e maior integração regional. BALANÇO FINAL O Carnaval 2026 em Mato Grosso do Sul demonstrou maturidade organizacional e retomada da confiança do público. A festa cumpriu seu papel cultural e econômico, consolidando-se como uma das principais agendas do calendário estadual. Sugestões de título: Carnaval 2026 movimenta Mato Grosso do Sul e fortalece economia regional Festa, cultura e geração de renda marcam o Carnaval 2026 em MS Carnaval consolida retomada dos grandes eventos em Mato Grosso do Sul

Na homenagem que recebeu da Acadêmicos de Niterói na noite deste domingo (15/2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu do camarote da prefeitura do Rio de Janeiro e desceu para acompanhar de perto o desfile. A ação jágerou críticas e promessas de processos no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O partido Novo anunciou nesta segunda-feira (16) que pedirá a inelegibilidade do presidente. Segundo o presidente da sigla, Eduardo Ribeiro, “houve propaganda eleitoral antecipada financiada com dinheiro público” no desfile em homenagem ao atual chefe do Executivo. Na última quina-feira (12), o TSE decidiu rejeitar as ações protocoladas na Corte contra a escola de samba fluminense. Entretanto, a corte sinalizou que o presidente ainda poderia ser punido dependendo do que acontecesse no local.
Alerta laranja: Inmet coloca 18 estados do Brasil sob risco de tempestades e ventos de 100 km/h

O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta laranja de perigo para chuvas intensas e tempestades em 18 estados brasileiros. O aviso é válido até as 10h desta quinta-feira (19) e prevê ventos que podem atingir os 100 km/h, além de um volume de chuva de até 100 mm por dia. Acre, Amazonas, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Bahia, Mato Grosso, Pará, Amapá, Ceará, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins. Sul e Sudeste em atenção máxima Embora o alerta laranja se estenda por boa parte do país, a situação é mais crítica nas regiões Sul e parte do Sudeste. Os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo concentram os maiores riscos, pois enfrentam avisos combinados de tempestades e chuvas intensas.
A provável escalação do Palmeiras contra o Capivariano pelo Paulistão 2026

Dono da segunda melhor campanha da primeira fase do Campeonato Paulista 2026, o Palmeiras fará a sua estreia no mata-mata da competição já no próximo sábado, 21 de fevereiro, encarando o Capivariano pelas quartas de final. A bola rola no Allianz Parque, casa alviverde, a partir das 21:30 de Brasília. De acordo com a apuração do ge.globo, esta partida pode marcar a estreia de Jhon Arias com a camisa palestrina, contudo, o colombiano dificilmente sairá jogando entre os titulares em virtude das poucas sessões de treinamentos junto ao restante do elenco. O camisa 11, portanto, tende a ser acionado com o confronto em andamento.
Filipe Luís pode se tornar técnico mais vitorioso do Flamengo com título da Recopa

Rubro-Negro começa disputa de torneio que venceu apenas uma vez nesta quinta-feira (19) contra o Lanús Filipe Luís tem pouco mais de um ano pelo Flamengo como treinador, mas já pode igualar uma marca histórica pelo Rubro-Negro, a de técnico mais vitorioso da história do clube. Nesta quinta-feira (19), a equipe viaja à Argentina para enfrentar o Lanús pela partida de ida da Recopa Sul-Americana, título que o Fla conquistou apenas uma vez. Caso vença, o técnico chegará ao sexto título pelo clube e alcançará o número de Carlinhos Violino, treinador que levou quase uma década para conseguir esse feito.
Grupo Wagner: mercenários russos se reinventam para praticar sabotagem na Europa
Missões dos agentes recrutados incluem cometer incêndios, vandalismo e atos de desinformação nos países-membros da Otan Os serviços de inteligência da Rússia estão usando o grupo militar privado Wagner para organizar operações de sabotagem em toda a Europa. Agora, ao invés de recrutar combatentes para o campo de batalha, essa rede está focada em alistar europeus em situação de vulnerabilidade econômica para cometer incêndios criminosos, vandalismo e atos de desinformação dentro dos estados-membros da Otan. Segundo fontes da inteligência ocidental ouvidas pelo jornal Financial Times, as estruturas do Wagner foram integradas à Diretoria Principal do Estado-Maior da Rússia (GRU) após a morte do líder do grupo, Yevgeny Prigozhin, em 2023.

