Se vale revisar cartão, por que não anular gol? 😅

Depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, para “revisar” o cartão vermelho aplicado ao jogador norte-americano Folarin Balogun, comenta-se nos bastidores que o presidente Lula deverá protocolar um pedido de anulação dos dois gols marcados pelo norueguês Erling Haaland. Segundo fontes do “Instituto Tirei da Minha Cabeça”, o presidente teria alegado que houve fraude. 😂😂😂 Rssss
Trump confirma que pediu à Fifa revisão de cartão a Balogun e critica Claus: ‘Suspeito’

Presidente dos EUA afirmou que assistiu à jogada que gerou o cartão vermelho e considerou que ‘aquilo não foi uma falta’ O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou, nesta segunda-feira (6), que pediu ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, para “revisar” o cartão vermelho dado ao jogador norte-americano Folarin Balogun, que poderá jogar na terça-feira (7) contra a Bélgica, depois de afirmar que “nem sequer foi falta” e levantar dúvidas sobre o árbitro brasileiro Raphael Claus, que expulsou o atacante norte-americano. “Sim, eu fiz isso. Conversei com Gianni, uma pessoa muito respeitada, que organizou a Copa do Mundo mais bem-sucedida da história”, afirmou em declarações proferidas no Salão Oval, nas quais confirmou que interveio para que a FIFA revisasse a atuação do árbitro brasileiro nas oitavas de final. Trump afirmou que assistiu à jogada e, como alguém “que adora esportes” e entende “muito bem o esporte”, considerou que “aquilo não foi uma falta”.
Pantanal Tech une agro e turismo de negócios

A realização do Pantanal Tech reforça o potencial da integração entre os destinos turísticos de Mato Grosso do Sul. Apoiadora da iniciativa, a Prefeitura de Campo Grande, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável (Semades), participa da abertura da programação destacando a Capital como um importante centro de conexão para os visitantes que chegam ao Estado e como destin o complementar à experiência proporcionada pelo evento. Reconhecida como a Capital do Turismo de Negócios de Mato Grosso do Sul, Campo Grande reúne localização estratégica, ampla oferta de hospedagem, diversidade gastronômica, conectividade aérea e rodoviária e infraestrutura preparada para sediar eventos técnicos, científicos, empresariais e de inovação. Essas características consolidam o município como ponto de partida para visitantes que participam de eventos voltados ao agronegócio, à tecnologia, à ciência, à bioeconomia e ao desenvolvimento sustentável, como o Pantanal Tech. Além da estrutura urbana, a proximidade com importantes atrativos turísticos amplia as possibilidades de quem visita à região. Em um raio aproximado de 120 quilômetros, os visitantes encontram fazendas, balneários, trilhas, áreas de observação da fauna, experiências de turismo rural e iniciativas ligadas à inovação no agronegócio, permitindo combinar a participação no Pantanal Tech com diferentes vivências turísticas. A proposta é ampliar a experiência do visitante para além do evento, agregando valor à permanência no Estado e impulsionando a economia regional. Essa estratégia está alinhada à política de regionalização do turismo, que incentiva a cooperação entre os municípios para oferecer experiências complementares aos visitantes. Nesse modelo, cada destino contribui com suas vocações e diferenciais, fortalecendo a cadeia produtiva do setor, ampliando o tempo de permanência dos turistas e promovendo desenvolvimento econômico de forma compartilhada. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Junior, eventos como este demonstram que a integração entre os municípios amplia as oportunidades de desenvolvimento local “Campo Grande tem se consolidado como a Capital do Turismo de Negócios em Mato Grosso do Sul, especialmente em segmentos estratégicos como o agronegócio, a inovação e a tecnologia. Nossa infraestrutura, aliada à localização privilegiada e à proximidade com importantes atrativos turísticos, permite oferecer uma experiência completa aos visitantes. O Pantanal Tech demonstra que é possível integrar conhecimento, negócios e turismo, fortalecendo a economia regional e valorizando as potencialidades de cada município. Quando trabalhamos de forma cooperativa, ampliamos a permanência dos turistas, geramos oportunidades e fortalecemos toda a cadeia produtiva do turismo”. Com essa atuação conjunta, a Prefeitura de Campo Grande reafirma seu compromisso com o fortalecimento do turismo como instrumento de desenvolvimento econômico sustentável, incentivando parcerias que valorizam as potencialidades de cada região e consolidam Mato Grosso do Sul como um destino cada vez mais completo, competitivo e integrado.
Julho Âmbar: Mês dedicado ao acolhimento das famílias que perderam seus filhos

“Abre-se um buraco dentro da gente, um vazio. Pensamos em não falar sobre isso, afinal, pode parecer que somos amaldiçoadas, incapazes, não ‘seguramos o nosso filho’. Cada mulher vive de uma forma diferente o luto, a perda. Mas se existem dor e delícia em ser mulher, o aborto com certeza faz parte da dor”. O depoimento é da jornalista e advogada Ana Maria Assis de Oliveira, que sofreu um aborto com 9 semanas de gestação em 2019. Histórias com a dela evidenciam a urgência de olhar com mais empatia para o luto parental – uma dor ainda pouco compreendida pela sociedade. E foi para para dar visibilidade a essa realidade que nasceu o Julho Âmbar, instituído em Mato Grosso do Sul como um mês dedicado à conscientização, informação, acolhimento e construção de políticas públicas voltadas a mães, pais e famílias que perderam seus filhos. Em 2023, por meio da Lei Estadual nº 6.147, o Julho Âmbar passou a integrar o Calendário Oficial do Estado como período dedicado à conscientização do luto parental. A proposta é de autoria do deputado estadual Lucas de Lima (PL). “Antes mesmo de nos percebermos mulher, ganhamos uma boneca. Somos filhas de uma geração de mulheres que foram criadas, educadas, amadas, cuidadas por mulheres. Enquanto os pais trabalhavam muito ou simplesmente eram ausentes. Assim é para muitas de nós. Fica difícil separar o que é ser mulher e o que é ser mãe”, conta Ana, que sonhou muito com seu primeiro filho. Hoje a jornalista tem o Chico, de 3 anos, mas considera que aprendeu muito com a dor da perda do primeiro bebê. “Repassamos na nossa memória cada refeição, a posição que dormimos, e até os nossos pensamentos, onde erramos? Na maior parte das vezes, não vamos encontrar motivo algum. Filhos simplesmente vão embora. E isso pode acontecer, e nós sobrevivemos, com aquele sonho adormecido dentro da gente”, comenta Ana. Capacitação O Julho Âmbar tem ainda como objetivo capacitar profissionais da saúde e da educação para lidarem com o luto de forma sensível e adequada, além de promover momentos que celebrem o amor e honrem a memória dos filhos que partiram. De acordo com a legislação, a iniciativa prevê ampla divulgação de informações e orientações para as famílias que passaram por essa situação, além da realização de atividades de apoio e acolhimento. “É uma dor que não tem nome, que muitas vezes é invisível, mas que precisa ser acolhida. Com essa lei nós queremos não apenas reconhecer esse sofrimento, mas também oferecer espaços de escuta, apoio psicológico e campanhas de conscientização para que essas famílias saibam que não estão sozinhas. É sobre enxergar o outro em seu momento mais difícil, é sobre construir uma rede de apoio para transformar dor em memória e amor em cuidado”, afirma o deputado Lucas de Lima. Mortalidade Infantil Conforme dados de 2026 do Painel Mais Saúde do Governo de Mato Grosso do Sul, a taxa de mortalidade infantil é de 10,81 por mil nascidos vivos – dados até julho deste ano. As estatísticas indicam que houve 16.558 nascidos vivos neste período, dos quais 179 crianças faleceram. As três principais causas de morte foram: septicemia do recém-nascido, transtornos relacionados à gestação de curta duração e ao baixo peso ao nascer, e má formação congênita do coração. Segundo a última atualização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, no estado de Mato Grosso do Sul, a taxa de mortalidade infantil foi de 13,55 por mil nascidos vivos, com 545 óbitos de crianças menores de um ano. A taxa nacional no mesmo ano foi de 12,5. Na capital, Campo Grande, a taxa foi de 11,58 por mil nascidos vivos, com 138 óbitos infantis registrados. Transformando a dor A perda de um filho não termina com as homenagens, mensagens de apoio ou visitas dos primeiros dias. Para muitas famílias, a saudade permanece e falar sobre ela se torna parte do processo de seguir em frente. Para oferecer esse espaço de escuta e acolhimento, a Associação de Apoio às Crianças com Câncer (AACC/MS) mantém o grupo Transformando a Dor, voltado a familiares que vivenciam o luto após a perda de crianças e adolescentes em tratamento contra o câncer. Esse trabalho se conecta ao Julho Âmbar, mês de conscientização sobre o luto parental. Segundo a psicóloga da AACC/MS, Rozenilda Barbosa, o sofrimento da perda persiste mesmo quando o tema deixa de ser abordado pelas pessoas ao redor. “Muitas mães nos contam que, com o passar do tempo, sentem que já não têm mais com quem compartilhar essa saudade. E é justamente por isso que espaços de escuta são tão importantes”. Os encontros do grupo acontecem principalmente de forma online e reúnem familiares que compartilham experiências e sentimentos relacionados ao processo de luto. Para quem prefere um acompanhamento individual, a instituição também oferece suporte psicológico personalizado. O trabalho integra a assistência da equipe de Psicologia da AACC/MS, que acompanha crianças, adolescentes e familiares desde o diagnóstico, durante o tratamento e também nos casos de óbito. “Quando uma criança passa pela AACC/MS, ela deixa marcas em todos nós. E quando uma família enfrenta a perda, ela continua precisando de acolhimento. Porque ninguém deveria atravessar essa dor sozinho”, destaca a presidente e fundadora da instituição, Mirian Comparin Corrêa. O suporte inclui atendimentos individuais, atividades terapêuticas, visitas hospitalares e domiciliares, além da atuação integrada com a equipe multiprofissional. Desde 1998, a AACC/MS acompanha milhares de crianças, adolescentes e famílias em Mato Grosso do Sul. Nesse período, o trabalho da instituição contribuiu para a mudança do cenário da oncologia pediátrica no Estado, com taxas de cura passando de cerca de 10% para aproximadamente 70%. Em 2025, a AACC/MS realizou 17.910 atendimentos multiprofissionais e assistiu 323 crianças e adolescentes. No mesmo período, registrou 6.346 hospedagens, serviu 31.676 refeições, contabilizou 677 internações no Centro de Tratamento Onco Hematológico Infantil (Cetohi) e distribuiu 1.338 cestas básicas e sociais às famílias atendidas. Para a instituição, cuidar também significa permanecer ao lado das famílias nos momentos mais difíceis. Por isso, o acompanhamento
Buscando recomeço, famílias migrantes acham abrigo na Capital

Em busca de segurança, oportunidades e qualidade de vida, famílias migrantes de diferentes países têm encontrado em Campo Grande um local para recomeçar. Com o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS) e da Casa Resgate, homens, mulheres e crianças recebem acolhimento, orientação e suporte para construir uma nova trajetória na Capital. Foi exatamente esse caminho que a colombiana Luisa Fernanda Garcia Luna, de 26 anos, percorreu ao lado do marido e dos dois filhos, de 7 e 10 anos. Depois de deixar para trás a vida que havia construído na Colômbia, ela encontrou em Campo Grande não apenas acolhimento, mas a chance de reconstruir os sonhos da família. A história de Luisa é uma entre tantas que passam pela Casa Resgate, serviço de acolhimento temporário cofinanciado pela Prefeitura de Campo Grande, que oferece suporte a migrantes e refugiados em situação de vulnerabilidade. Além do repasse de recursos financeiros, o município também contribui com doações de alimentos e articula uma rede de atendimento que auxilia essas famílias no processo de integração à cidade. Na Colômbia, Luisa e o marido trabalhavam com transporte e mantinham o próprio negócio. Mas a escalada da violência na região onde viviam tornou a permanência cada vez mais difícil. “Vivíamos com medo. Nosso maior receio era pelos nossos filhos. Queríamos um lugar onde eles pudessem crescer em segurança, estudar e ter oportunidades”, relata. A família entrou no Brasil por Corumbá e seguiu para Campo Grande, cidade que já estava nos planos antes mesmo da viagem. Hoje, os dois filhos estudam na Rede Municipal de Ensino e já começam a se adaptar à nova realidade. “Quando chegamos, fomos recebidos com muito carinho. Aqui encontramos pessoas dispostas a ajudar e a nos dar uma nova oportunidade. Campo Grande nos acolheu como uma família”, conta.Um abrigo para recomeços Segundo a técnica da Casa Resgate, Jéssica Thaynara Rodrigues, a unidade funciona como uma casa de passagem destinada a pessoas que chegam à cidade em situação de vulnerabilidade. “Alguns migrantes permanecem apenas alguns dias antes de seguir para outras cidades onde possuem familiares ou uma rede de apoio. Outros escolhem Campo Grande para reconstruir a vida e permanecem conosco durante esse período de reorganização”, explica. O acolhimento pode durar até 90 dias. Nesse tempo, as equipes auxiliam na emissão de documentos, matrícula das crianças na escola, encaminhamento para oportunidades de emprego e apoio na busca por moradia. Atualmente, a Casa Resgate atende migrantes de diferentes nacionalidades, como venezuelanos, colombianos, equatorianos, haitianos, bolivianos e peruanos. Cerca de 80% dos acolhidos são venezuelanos. A organização dos alojamentos respeita a composição familiar e busca garantir conforto e privacidade aos acolhidos. Mães acompanhadas dos filhos permanecem nos dormitórios femininos, enquanto pais solteiros são encaminhados para os alojamentos masculinos. Além da hospedagem temporária, os acolhidos têm acesso a espaços para higiene pessoal, lavanderia, realização das refeições, além de áreas de convivência que estimulam a interação social e a construção de vínculos entre as famílias que compartilham experiências semelhantes de migração e recomeço. “Nosso trabalho vai além de oferecer um lugar para dormir. Procuramos criar um ambiente acolhedor para que essas pessoas se sintam seguras enquanto organizam a documentação, buscam emprego e planejam os próximos passos da vida”, explica a técnica Jéssica Thaynara Rodrigues. Uma jornada em busca de estabilidade A equatoriana Marta Garcia, de 47 anos, também encontrou em Campo Grande a oportunidade de começar uma nova etapa da vida ao lado do filho de 11 anos.Natural de Guayaquil, ela deixou o Equador no fim de 2024 e passou por diferentes cidades da Bolívia antes de chegar ao Brasil. Foram meses de deslocamentos, viagens improvisadas e incertezas sobre o destino final. “O Brasil abriu as portas para nós. Quando chegamos aqui, sentimos que era possível recomeçar”, resume.Escritora, produtora de conteúdo e apaixonada por arte e filosofia, Marta levava uma vida marcada por constantes viagens pela América do Sul. Com o crescimento do filho, porém, surgiu a necessidade de oferecer mais estabilidade e garantir o acesso regular à educação. Ao chegar a Campo Grande, iniciou o processo de regularização documental e buscou uma escola para o menino, que agora está matriculado em uma unidade de ensino integral da Capital.“Meu filho precisava criar raízes, fazer amigos, ter uma rotina. Em Campo Grande encontrei um lugar tranquilo, acolhedor e cheio de possibilidades para construirmos essa nova história”, afirma. Rede de apoio transforma vidas Além de oferecer abrigo temporário, a Casa Resgate atua como uma ponte entre os migrantes e os serviços públicos disponíveis no município. Crianças são encaminhadas para a Rede Municipal de Ensino, famílias recebem orientações para regularização documental e os adultos são incentivados a ingressar no mercado de trabalho. Muitas das pessoas acolhidas chegam sem documentos, recursos financeiros ou qualquer rede de apoio. Algumas percorrem milhares de quilômetros, enfrentando longas viagens a pé, de ônibus ou por meio de caronas. “Já recebemos famílias que atravessaram vários países em busca de uma oportunidade. São histórias que mostram muita força e determinação. Quando chegam aqui, nosso papel é oferecer acolhimento e ajudá-las a reconstruir suas vidas”, destaca Jéssica.Mantida por meio de cofinanciamento da Prefeitura de Campo Grande, emendas parlamentares e doações da comunidade, a Casa Resgate também depende da solidariedade da população para continuar atendendo quem mais precisa. Para quem cruza fronteiras carregando apenas a esperança de dias melhores, o acolhimento recebido em Campo Grande representa muito mais que um abrigo temporário. É o primeiro passo para transformar a incerteza em oportunidade e escrever um novo capítulo de vida, agora em uma cidade que se tornou sinônimo de recomeço. In
Milhões guardados na mala: o preço da eliminação do Brasil nas oitavas da Copa

Imaginem como estão sofrendo as “selesposas” com um monte de looks que não vão poder usar A maior derrota brasileira na Copa do Mundo não foi do Neymar, nem do Vini Jr., muito menos do Ancelotti. Gente, imaginem como estão sofrendo as “selesposas”? Looks produzidos à exaustão, hashtags e arrobas arquivados, copalooks voltando na mala do Mundial mais limpos que a chuteira do Raphinha. É hora de nos solidarizarmos com uma vítima colateral dessa eliminação que ninguém está mencionando: o guarda-roupa inteiro que as selesposas prepararam pra oito jogos e usaram em cinco. Porque não é só sobre torcer. É sobre logística. Uma selesposa que se preze não compra look pra um jogo — ela compra pra uma campanha inteira. Estreia, oitavas, quartas, semi, final, e ainda um reserva pro caso de prorrogação emocional.
No RS, Flávio lidera intenções de voto para presidente, com 44%; Lula tem 25,2%

Levantamento da Brasmarket mostra senador do PL à frente do atual presidente entre os eleitores gaúchos Pesquisa eleitoral divulgada nesta segunda-feira (6) pelo instituto Brasmarket sobre as intenções de voto entre eleitores do Rio Grande do Sul para presidente mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No cenário estimulado, quando uma lista de possíveis candidatos é apresentada aos entrevistados, Flávio tem 44%, contra 25,2% de Lula.
Suspeito morre após confronto com policiais do Choque durante operação na BR-262 em Corumbá

Um homem identificado como Marlon de Souza Silva, de 42 anos, morreu na madrugada desta segunda-feira (6) após um confronto com equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar, durante a Operação Jovem Guerreiro, realizada na BR-262, em Corumbá. Segundo informações registradas no boletim de ocorrência, os policiais realizavam um bloqueio de fiscalização nas proximidades do km 760 da rodovia quando tentaram abordar um Renault Duster preto. O motorista chegou a reduzir a velocidade ao perceber a barreira policial, mas, ao se aproximar do ponto de abordagem, acelerou o veículo e fugiu. Após acompanhamento por alguns quilômetros, o condutor parou o automóvel no acostamento e fugiu a pé em direção a uma área de mata às margens da rodovia. Ainda conforme o registro policial, durante a perseguição, os militares deram ordem para que o suspeito se rendesse. No entanto, ele teria efetuado disparos contra a equipe, que reagiu à agressão. Marlon foi baleado no confronto. Ele recebeu atendimento ainda no local e foi encaminhado ao pronto-socorro da Santa Casa de Corumbá, mas não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois de dar entrada na unidade hospitalar. A ocorrência foi registrada e o caso será apurado pelas autoridades competentes.
Não Deu: Racha entre Michelle e Flávio Bolsonaro sepulta estratégia de Pollon por vaga ao Senado

A crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como um dos nomes do partido para a disputa presidencial de 2026, acabou frustrando a principal estratégia política do deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) para tentar conquistar a segunda vaga da legenda ao Senado por Mato Grosso do Sul. Segundo apuração do Correio do Estado, Pollon apostava na influência de Michelle sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro para convencê-lo a rever a escolha do ex-deputado estadual Capitão Contar como pré-candidato do PL ao Senado. No entanto, o agravamento da crise entre Michelle e Flávio esvaziou essa possibilidade. Lideranças do PL em Mato Grosso do Sul relataram à reportagem que Jair Bolsonaro só assistiu ao vídeo publicado por Michelle contra o filho na madrugada de sexta-feira para sábado, cerca de dois dias após a gravação ganhar repercussão nas redes sociais. A reação do ex-presidente foi de forte desaprovação. De acordo com fontes da legenda, Bolsonaro afirmou que não autorizou a divulgação do vídeo e demonstrou insatisfação com a decisão da esposa de tornar pública a manifestação. O episódio ampliou o desgaste interno na família e reduziu ainda mais o espaço de influência de Michelle nas articulações políticas do partido. Com isso, a tentativa de Pollon de recorrer à ex-primeira-dama para reverter a decisão da direção nacional do PL perdeu força, consolidando, ao menos neste momento, o nome de Capitão Contar como o escolhido da legenda para disputar uma das vagas ao Senado em Mato Grosso do Sul.
‘Entrega de graça’: economistas veem prejuízo ao Brasil em plano de Flávio Bolsonaro para o etanol

Em documento enviado ao governo americano, senador defende acordo de ‘tarifa zero’ para o álcool e o açúcar O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enviou ao USTR (Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos) uma proposta de acordo de reciprocidade total — o chamado “zero-a-zero” — para as tarifas de importação de etanol e açúcar entre os dois países. O documento, protocolado na última quarta-feira (1º), faz parte de uma manifestação oficial em uma investigação comercial aberta por Washington. No trecho referente ao acesso ao mercado de etanol, o parlamentar reconhece a existência de uma “assimetria tarifária” nas taxas atuais: o Brasil aplica uma tarifa de 18% sobre o etanol americano, enquanto os Estados Unidos tributam o produto brasileiro em 2,5% A proposta, nos termos apresentados, coloca o produtor nacional em desvantagem competitiva. O doutor em economia Hugo Garbe afirma que o desenho do acordo sugerido pode resultar em perdas para o Brasil. “A ideia de ‘zero a zero’ não é necessariamente ruim, mas, nas condições atuais, o Brasil corre o risco de conceder mais do que receber”, afirma.

