Campo Grande, 9 de julho de 2026

Brasileira morre após cair do 27º andar de um prédio em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

As autoridades consideram as possibilidades de suicídio, homicídio ou feminicídio Kauana Bilhar, uma influenciadora digital brasileira, morreu durante uma viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A jovem caiu do 27º andar de um edifício. Sua mãe confirmou a notícia trágica por telefone e compartilhou sua dor através de um post nas redes sociais. A polícia local agora vai investigar se a morte foi acidental ou intencional. As autoridades consideram as possibilidades de suicídio, homicídio ou feminicídio. O apartamento onde ocorreu o incidente está passando por perícia detalhada para esclarecer os fatos. A família tenta providenciar o translado do corpo para o Brasil para que Kauana seja velada e enterrada em seu país natal. Este processo envolve questões burocráticas complexas devido à necessidade de liberação pelas autoridades locais e possíveis novas perícias no corpo da jovem. A mãe da vítima viajou ao país árabe buscando justiça e esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte da filha.

Jogo entre França e Marrocos pelas quartas de final terá novidade no VAR após decisão da Fifa

Árbitro de vídeo e um suplente estarão dentro do estádio, de acordo com jornal espanhol O confronto entre França e Marrocos, válido pelas quartas de final da Copa do Mundo, terá uma novidade no VAR. De acordo com o jornal espanhol Mundo Deportivo, a Fifa decidiu reforçar a estrutura de arbitragem de vídeo para a partida desta quinta-feira (9), às 17h (Brasília). A mudança envolve a presença do AVAR (árbitro assistente de vídeo) e de um AVAR suplente dentro do estádio em Boston. A medida tem como objetivo evitar problemas técnicos e garantir maior segurança operacional durante o jogo. Normalmente, parte da equipe responsável pelo VAR atua de uma central remota, a Sala de Operações de Vídeo (VOR), que está localizada no Centro Internacional de Transmissão (IBC) em Dallas.

Cães e gatos resgatados buscam nova família no domingo 

No domingo (12), a Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea) realiza uma feira de adoção responsável voltada para filhotes de cães e gatos. A iniciativa será na tradicional Praça da Bolívia, unindo o poder público, organizações não governamentais (ONGs) e protetoras independentes em um único propósito: encontrar lares seguros para animais resgatados.  Para assegurar a saúde dos pets e a tranquilidade dos novos tutores, o município estruturou um protocolo de segurança sanitária. Todos os filhotes disponíveis passaram por avaliação veterinária minuciosa. Os animais chegam para a adoção já vermifugados e, no caso dos cães, imunizados com a vacina polivalente.  Castração assegurada  O suporte se estende para além do momento da feira. A Subea assegura a castração gratuita de todos os filhotes adotados no evento. O procedimento cirúrgico será agendado assim que os cães e gatos atingirem a idade adequada, uma medida essencial para o controle populacional e o bem-estar animal.  Para levar um filhote para casa, o interessado necessita ser maior de 18 anos. É obrigatório apresentar um documento oficial com foto e o comprovante de residência atualizado. Durante toda a manhã, a equipe técnica da Subea estará na praça para orientar a população sobre posse responsável, rotina de alimentação e os cuidados diários com os novos integrantes da família.  Serviço 

Violência contra idosos em Mato Grosso do Sul cresce e segue invisível, mostra estudo da UFMS

Em Mato Grosso do Sul, a violência contra a população idosa avança em silêncio. Embora o Estado tenha registrado 4.252 denúncias de violência contra idosos, que resultaram em 542 prisões em ações de enfrentamento, especialistas alertam que esses números ainda representam apenas uma fração da realidade, já que muitos casos permanecem ocultos dentro das próprias famílias. Os dados fazem parte do estudo “Diagnóstico da Violência no MS: Dados, Invisibilidade e Necessidades Intersetoriais”, desenvolvido pelo Ambulatório de GerontoGeriatria e Cuidados Paliativos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), apresentado pelo professor Eduardo Ramirez Mezza, durante o 11º Seminário Estadual de Enfrentamento à Violência Contra a Pessoa Idosa realizado nesta terça-feira (8)  no plenário da Assembleia Legislativa, iniciativa da Frente Parlamentar de Enfrentamento da Violência contra a pessoa Idosa. Segundo o pesquisador responsável pelo levantamento, os números representam apenas a parte visível de um problema muito maior. “É apenas a ponta do iceberg. Muitos casos nunca chegam ao conhecimento das autoridades porque a vítima depende do agressor, geralmente um familiar, tem medo de denunciar ou desconhece seus direitos e os canais de proteção”, explicou.  Apesar da redução dos homicídios contra idosos, que caíram 40,7% entre 2014 e 2024, com 39 mortes registradas no último ano da série histórica, especialistas chamam atenção para outro cenário: a violência não letal, que muitas vezes permanece invisível. Mato Grosso do Sul lidera o ranking nacional nesse tipo de ocorrência, com 310,5 notificações por 100 mil idosos, índice considerado muito superior à média brasileira. Entre janeiro e maio de 2023, foram registradas 818 denúncias, uma média superior a cinco casos por dia, representando crescimento de 59,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Campo Grande concentrou 502 denúncias, seguida por Dourados, com 51, e Três Lagoas, com 39. As denúncias resultaram em 4.704 violações de direitos, mostrando que uma única ocorrência pode envolver diferentes formas de violência praticadas contra a mesma vítima. Violência silenciosa predomina O estudo revela que as formas mais frequentes de agressão contra idosos são justamente aquelas que muitas vezes não deixam marcas físicas. A negligência representa 41% das violações registradas, seguida pela violência psicológica (24%), abuso financeiro (20%), violência física (12%) e violência institucinal (2%). Os pesquisadores apontam que 65% das violações são consideradas invisíveis, principalmente por envolverem negligência e violência psicológica. São situações como abandono de cuidados, falta de assistência, isolamento, humilhações e outras formas de agressão emocional que comprometem a saúde, a autonomia e a dignidade da pessoa idosa. As mulheres representam 67% das vítimas registradas. A maior incidência ocorre entre pessoas de 76 a 80 anos, enquanto idosos acima de 80 anos apresentam maior vulnerabilidade devido ao aumento da dependência física e da necessidade de cuidados. A baixa escolaridade também aparece como fator de risco. Cerca de 67% das vítimas possuem pouca instrução, sendo 35% com ensino fundamental incompleto e 32% analfabetas, condição que dificulta o acesso à informação, aos direitos e aos mecanismos de proteção .Entre as formas de violência que mais preocupam especialistas está o abuso financeiro, caracterizado pelo uso indevido de aposentadorias, cartões bancários, contratação de empréstimos sem autorização e falsificação de assinaturas. O problema se torna ainda mais grave quando os crimes são praticados por pessoas próximas, como familiares ou cuidadores, que deveriam atuar na proteção da vítima. Ampliar rede de proteção  Durante o seminário, gestores e especialistas defenderam que o enfrentamento da violência contra idosos seja o resultado de uma atuação integrada entre segurança pública, saúde, assistência social, Ministério Público e Poder Judiciário. O secretário-adjunto de Cidadania, Jairo Luiz da Silva, destacou que a integração entre os órgãos permite identificar situações de violência antes que elas se agravem.O presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social, Isaor Joris, reforçou a necessidade de ampliar e fortalecer a rede de atendimento. Já a secretária-executiva de Assistência Social, Taciana Afonso Silvestrini, alertou para a redução dos recursos destinados às políticas públicas voltadas ao envelhecimento e defendeu a aprovação da PEC/7 (Projeto  de Emenda Constitucional) que prevê a destinação de 1% da Receita Corrente Líquida para o financiamento da assistência social. A vinculação elevaria de R$ 48 para R$ 341,1 milhões, um aumento de 611% no orçamento anual da assistência social em Mato Grosso do Sul. Segundo Taciana, esses recursos são essenciais para garantir o funcionamento de serviços como casas de acolhimento e Centros-Dia para idosos, pois muitas famílias não possuem estrutura ou condições financeiras para cuidar de idosos com alto grau de dependência. Taciana menciona como exemplo do subfinanciamento, o repasse federal destinado aos pequenos municípios que recebem R$ 4 mil por  mês  para manter equipes dos CRAS formadas por profissionais como assistentes sociais e psicólogo. Para Taciana, a ampliação dos recursos é fundamental para garantir o funcionamento de equipamentos como casas de acolhimento e Centros-Dia para idosos, que dependem de equipes multiprofissionais e estrutura adequada para atender pessoas idosas em situação de vulnerabilidade ou com alto grau de dependência. Esses atendimentos exigem equipes especializadas, com profissionais de saúde e cuidadores, o que representa um custo elevado. Em Mato Grosso do Sul há atualmente 92 Centros de Convivência para Idosos, que são voltados à atividades de socialização e lazer da populaçao da melhor idade. O desafio é garantir a sustentação financeira de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) que enfrentam dificuldades para receber idosos com grau III de dependência, que necessitam de cuidados contínuos e especializados. Há uma estimativa de um custo mensal de R$ 10 mil per capita para manter um atendimento especializado.  O Estado pretende implantar Centros-Dia para idosos, unidades que oferecerão atendimento durante o dia e permitirão que o idoso retorne para sua residência no período noturno. A proposta é atender pessoas que precisam de cuidados, mas ainda possuem vínculo familiar, oferecendo suporte às famílias e evitando institucionalizações desnecessárias. Para garantir recursos e viabilizar essas estruturas, Taciana destacou a importância do apoio de deputados federais e senadores de Mato Grosso do Sul na articulação de investimentos junto ao Governo Federal. Outro tema debatido durante o seminário foi o aumento de idosos abandonados em hospitais após receberem alta médica.Muitas famílias

Durante sessão Vereador Wilson Lands reforça compromisso com o Caiobá I e luta por investimentos para garantir a pavimentação do bairro

Durante a sessão ordinária da Câmara Municipal de Campo Grande, realizada no dia 7 de julho, o Vereador Wilson Lands voltou a defender investimentos para o bairro Caiobá I e reafirmou seu compromisso com os moradores que aguardam, há décadas, pela pavimentação asfáltica e por melhorias na infraestrutura da região. Em sua fala, o parlamentar informou que encaminhou novamente indicações e ofícios ao Executivo Municipal solicitando serviços de patrolamento, cascalhamento e manutenção das vias, além de reforçar a necessidade de incluir o bairro entre as prioridades dos futuros investimentos em infraestrutura. Wilson Lands também fez um apelo à bancada federal de Mato Grosso do Sul para que una esforços na destinação de recursos que possibilitem a execução das obras de pavimentação no Caiobá I. “O Caiobá I espera há décadas pelo asfalto. Este é o momento de unirmos forças entre o Executivo, o Legislativo e a bancada federal para transformar esse sonho em realidade. Nosso compromisso é continuar cobrando, acompanhando e defendendo essa comunidade”, destacou o vereador. Durante o pronunciamento, Wilson Lands ressaltou que a previsão de novos investimentos em infraestrutura para Campo Grande representa uma oportunidade para contemplar bairros que historicamente enfrentam dificuldades causadas pela ausência de pavimentação. O parlamentar reafirmou que continuará fiscalizando, apresentando indicações e buscando apoio junto aos governos estadual e federal para garantir que o Caiobá I receba os investimentos necessários. “A nossa missão é representar a população e não desistir das causas importantes. Vamos continuar cobrando e trabalhando para que os moradores do Caiobá I tenham mais qualidade de vida, segurança e dignidade com a chegada da pavimentação”, concluiu. Assessoria de Imprensa do Vereador Wilson Lands

PF apreende espingarda registrada em nome de Bolsonaro no RS

Armamento foi localizado em Cachoeirinha, na residência do empresário que teria doado o item ao ex-presidente A Polícia Federal apreendeu nesta quarta-feira (8) uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A operação ocorreu no município de Cachoeirinha (RS), na residência do proprietário de uma loja de armas, apontado como o doador do armamento. A ação faz parte das investigações que monitoram o paradeiro e a legalidade de armas vinculadas ao acervo do ex-presidente. Na manhã desta quarta-feira (8), a PF realizou uma operação de busca e apreensão na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária, em Brasília. A corporação informou que nada foi apreendido no local. A medida foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em razão de supostas divergências no arsenal.

Do MS para o Brasil: iniciativa do PJMS contribuiu para transformar feminicídio em crime autônomo

Uma mudança histórica na legislação brasileira que fortaleceu o combate à violência contra a mulher tem raízes em Mato Grosso do Sul.  A criação da Lei n° 14.994, de 9 de outubro de 2024, que transformou o feminicídio de qualificadora do homicídio em crime autônomo no Código Penal Brasileiro,  teve participação direta do TJMS. Desde a  entrada em vigor da Lei, o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul (TJMS) já realizou 162 julgamentos em processos relacionados ao crime de feminicídio e os dados demonstram a atuação contínua do Poder Judiciário sul-mato-rossense na aplicação da legislação que transformou o feminicídio em crime autônomo no Código Penal Brasileiro. Do total de julgamentos, 32 ocorreram em 2024, após a publicação da norma, 84 foram realizados em 2025 e outros 46 aconteceram em 2026, até o dia 7 de julho. Entre as comarcas do Estado, Campo Grande concentra o maior número de julgamentos, com 41 processos, seguida por Três Lagoas, com 12, Dourados, com 11, e Naviraí, também com 11. A Lei nº 14.994/2024 representou um importante avanço no enfrentamento à violência contra a mulher ao retirar o feminicídio da condição de qualificadora do homicídio e reconhecê-lo como um crime autônomo. A mudança reforçou o reconhecimento jurídico da gravidade dessa modalidade de violência e trouxe reflexos diretos para a atuação do Tribunal do Júri. A proposta que deu origem à alteração legislativa teve contribuição do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete, que idealizou a iniciativa após anos de estudos e da experiência acumulada nos julgamentos realizados pelo Tribunal do Júri. O estudo foi apresentado ao então deputado federal Fábio Trad, responsável por protocolar o primeiro projeto sobre o tema no Congresso Nacional. Segundo o magistrado, a mudança nasceu da necessidade de superar dificuldades verificadas nos julgamentos, quando o reconhecimento do feminicídio dependia da apreciação dos jurados como qualificadora do homicídio. “Quando se tratava de uma qualificadora do crime de homicídio, era preciso perguntar aos jurados se eles entendiam que o homicídio havia sido qualificado por feminicídio. E aí entra um problema muito sério, que é o machismo estrutural presente na sociedade brasileira. Em muitos julgamentos havia o afastamento da qualificadora, o que vai em direção contrária ao que se busca no enfrentamento dessa violência”, explicou. De acordo com Garcete, a transformação do feminicídio em crime autônomo trouxe maior segurança jurídica para os julgamentos. “Hoje o crime de feminicídio tem o seu DNA, tem a sua identidade própria, é um crime autônomo. No júri não se pergunta mais se a morte da mulher é um feminicídio ou não. Foi uma virada importante dentro desse trabalho de conscientização e de enfrentamento à violência contra a mulher”, destacou. O então deputado federal Fábio Trad também avalia que a alteração representou um avanço na resposta do Estado à violência de gênero. “Quando propus, em 2020, que o feminicídio deixasse de ser mera qualificadora do homicídio para se tornar crime autônomo, o objetivo era dar nome próprio a uma violência que tem raiz própria: o ódio à condição de mulher. A Lei 14.994/2024 não apenas endureceu a pena — ela reconheceu, no texto da lei, que matar uma mulher por ser mulher é um crime com identidade jurídica distinta. Isso muda a forma como a polícia investiga, como o Judiciário julga e como a sociedade enxerga o problema”, afirmou. Além dos avanços na legislação, o magistrado ressalta que o enfrentamento ao feminicídio depende também de ações permanentes de conscientização da sociedade. “Sobre a questão do feminicídio, é importante lembrar que se trabalha no combate a esse tipo de violência por meio de dois pilares. Primeiro, o da prevenção e da conscientização. É fundamental que a sociedade civil, a imprensa e todos os veículos de comunicação falem constantemente sobre esse tema. O segundo é a questão repressiva ao crime, ou seja, depois de ocorrido o feminicídio”, concluiu.Autor da notícia: Secretaria de Comunicação – imprensa@tjms.jus.br

Menino de 3 anos morre após ser espancado pelo pai na região metropolitana de Porto Alegre (RS)

O homem confessou as agressões e está preso Morreu o menino de 3 anos que foi espancado pelo próprio pai em Viamão, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), no último domingo (5). A polícia confirmou a morte da criança no começo da madrugada desta quinta-feira (9). O menino estava internado na UTI desde domingo, quando deu entrada no hospital em estado gravíssimo. O pai dele, um missionário americano, confessou as agressões e está preso. Segundo a polícia, o homem também é investigado por agressões contra outros filhos. Ele e a esposa são pais de cinco crianças e vivem no Brasil há nove anos. A identidade deles não foi divulgada.

Quem foi Bonnie Tyler, cantora de ‘Total Eclipse of the Heart’, que morreu aos 75 anos

Equipe informou que a artista morreu em decorrência da doença que vinha tratando A cantora galesa Bonnie Tyler, um dos maiores nomes do country rock e do rock operático das décadas de 1970 e 1980, morreu aos 75 anos. Dona de uma das vozes mais reconhecidas da indústria fonográfica, ela conquistou o público com sucessos como Total Eclipse of the Heart, It’s a Heartache e Holding Out for a Hero. Nascida como Gaynor Hopkins, em 8 de junho de 1951, no País de Gales, Bonnie iniciou a carreira na música ainda jovem e ganhou projeção internacional no fim dos anos 1970. Seu primeiro grande sucesso foi It’s a Heartache, canção que alcançou as paradas de diversos países e apresentou ao mundo sua voz rouca, que se tornaria sua principal marca registrada.

Representante comercial dos EUA diz que decisão final sobre tarifas será anunciada em breve

Segundo Jamieson Greer, o país tem um prazo legal até 15 de julho para divulgar definições O representante comercial dos EUA Jamieson Greer, afirmou nesta quinta-feira (9) que uma decisão acerca das tarifas norte-americanas sobre as importações brasileiras será tomada muito em breve. O advogado comercial destacou, porém, que os dois países ainda estão em desacordo quanto às práticas de comércio. “Tenho conversado com os brasileiros. Temos tentado negociar. Acho que ainda há uma grande distância entre nós, então vocês verão uma decisão final muito em breve sobre o Brasil, pois temos um prazo legal que vence em 15 de julho”, disse Greer em entrevista à Fox Business Network.