Tudo parecia um sonho. Estava infiltrado nos incríveis cafés da manhã com o Dream Team de comentaristas que a RECORD levou para o Pan de Guadalajara. Me sentia dentro de um livro de realismo fantástico de Gabriel García Márquez. Até que a bendita, e fraquíssima, Seleção de Ney Franco cai eliminada. E Oscar Schmidt olha sério para mim no dia seguinte. Como se eu tivesse culpa







