Campo Grande, 30 de junho de 2026

Ancelotti não comemorou a virada do Brasil — e o motivo disso é surpreendente

A calma do treinador italiano em meio à euforia mostra um novo padrão de liderança (que pode ser muito bom)

Um estádio inteiro perdeu a cabeça. Um único homem não. Brasil empata. Estádio explode. Banco de reservas pula. Comissão técnica se abraça. E o italiano? De pé, parado, com a mesma cara de quem espera o café ficar pronto.

Veio a virada de Martinelli nos acréscimos. O país inteiro perdeu a cabeça. Ele esboçou pouquíssimos gestos — e, em um deles, fez aquele movimento com a mão pedindo calma. O mesmo gesto que já tinha repetido outras vezes ao longo da Copa.

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