Uma inovação na área de cirurgia plástica nos Estados Unidos está chamando atenção por utilizar tecido adiposo de doadores falecidos para procedimentos estéticos. A técnica foi lançada em 2025 pela empresa Tiger Aesthetics e recebeu o nome de alloClae.
O objetivo é fornecer uma alternativa às técnicas tradicionais de enxerto, que utilizam gordura retirada do próprio paciente, geralmente por lipoaspiração, ou implantes sintéticos.
O produto é descrito como “o primeiro tecido adiposo estrutural desenvolvido para procedimentos estéticos corporais, proporcionando amortecimento, volume e sustentação”. A técnica consiste em processar o material, recebido de doação autorizada após a morte, e injetar em regiões específicas do corpo.
Em entrevista à revista People, o cirurgião plástico Bob Basu, da Basu Plastic Surgery, explicou que a novidade surge em um momento em que muitos pacientes têm menos gordura disponível para enxertos convencionais, principalmente depois de passarem por tratamentos para emagrecimento.







