NASA alerta para satélite em queda descontrolada em direção à Terra

Um satélite da NASA, com cerca de 600 quilos, está caindo de forma descontrolada em direção à Terra. Chamado de Van Allen Probe A, o equipamento pode ter partes que sobrevivam à reentrada na atmosfera, segundo informou a própria agência espacial norte-americana. Em comunicado, a NASA explicou que a maior parte da estrutura deve se desintegrar ao atravessar a atmosfera do planeta, mas alguns componentes podem resistir ao impacto do calor e da velocidade durante a reentrada. “A NASA espera que a maior parte do satélite seja destruída enquanto atravessa a atmosfera, mas é possível que alguns componentes sobrevivam à reentrada”, informou a agência. Apesar disso, o risco para pessoas na superfície é considerado muito baixo. De acordo com a NASA, a probabilidade de alguém ser atingido por destroços é de aproximadamente uma em 4.200. A agência afirmou ainda que continua monitorando a trajetória do satélite em conjunto com a Space Force, que acompanha objetos espaciais em órbita. O Van Allen Probe A foi lançado em 2012 com a missão de estudar os cinturões de radiação que cercam a Terra, conhecidos como cinturões de Van Allen. A missão científica foi encerrada em 2019. Inicialmente, a NASA estimava que a reentrada do satélite aconteceria apenas em 2034. No entanto, a atividade solar mais intensa do que o esperado acabou acelerando a perda de altitude do equipamento, antecipando sua queda para agora. O Van Allen Probe A foi lançado junto com o satélite gêmeo Van Allen Probe B. A expectativa da NASA é que esse segundo equipamento também reentre na atmosfera nos próximos anos, possivelmente por volta de 2030.
Lula não vai mais à posse de José Antonio Kast, novo presidente chileno

O petista havia sido convidado pelo próprio Kast para o evento. O Planalto ainda não divulgou o motivo da ausência O Palácio do Planalto confirmou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, não irá mais à posse de José Antonio Kast, presidente eleito do Chile, que acontece nesta quarta-feira (11), na cidade de Valparaíso. Lula foi convidado pelo próprio Kast para comparecer à sua posse, durante um encontro entre os dois líderes no final de janeiro, no Panamá, e deveria viajar ainda nesta terça-feira (10) para o país.
São Paulo espera Roger Machado nesta terça-feira para acertar até o final do ano

O São Paulo está muito próximo de anunciar Roger Machado como seu treinador. Após demitir Hernán Crespo na tarde de segunda-feira (9), o Tricolor agiu rápido e costurou um acordo com Roger Machado. O treinador é esperado na manhã desta terça-feira (10) para finalizar as tratativas e assinar contrato válido até o fim de 2026, quando acaba o mandato da gestão de Harry Massis e haverá eleição para um novo presidente. A expectativa é que Roger já comande o treino desta terça. A atividade estava incialmente marcada para acontecer pela manhã, mas foi transferida para a parte da tarde já para que o novo treinador possa comandar o treinamento. O São Paulo volta a campo na próxima quinta-feira (12), quando recebe a Chapecoense, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. E espera ter Roger no banco comandando a equipe. Roger dirigiu o Internacional de julho de 2024 até setembro de 2025, quando foi dispensado após sequência ruim no Brasileirão. Campeão gaúcho em 2025, somou 73 jogos pelo Inter, com 34 vitórias, 20 empates e 19 derrotas (aproveitamento de 55,7%). Em São Paulo, comandou o Palmeiras em 2018 e levou o vice-campeonato paulista. Livre no mercado desde o ano passado, o técnico tem laços antigos com o atual executivo de futebol do São Paulo, Rui Costa. Os dois trabalharam juntos no Grêmio entre 2015 e 2016 e mantêm boa relação. A solução passa muito pela escolha de Rui Costa para comandar o time.
Arma secreta dos EUA pode estar por trás de ‘Síndrome de Havana’; entenda

Primeiros casos do fenômeno foram em 2016, quando diplomatas, agentes da CIA e militares começaram a relatar sintomas Uma operação secreta dos Estados Unidos pode ter utilizado agentes para obter uma arma que estaria por trás das lesões cerebrais conhecidas como Síndrome de Havana. As informações são do programa 60 Minutes, da emissora americana CBS. Segundo a reportagem, a operação utilizou agentes infiltrados do Departamento de Segurança Interna americana para comprar a arma de uma rede criminosa russa por cerca de US$ 15 milhões em 2024. Fontes da CBS descreveram a arma como pequena, portátil, fácil de esconder e diferente de uma arma de fogo tradicional. Além disso, ela é silenciosa e capaz de penetrar janelas e paredes de gesso. Os primeiros casos do fenômeno chamado “Síndrome de Havana” vieram à tona em 2016, quando diplomatas americanos, agentes da CIA e militares começaram a relatar sintomas estranhos e sem explicação clara.
Lula x Flávio Bolsonaro: analistas preveem disputa apertada até o fim e nova eleição polarizada

A oito meses das eleições presidenciais, especialistas projetam uma disputa apertada entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Pesquisas recentes indicam vantagem do atual presidente, mas com diferença limitada. A tendência, segundo analistas, é de nova polarização, assim como ocorreu nas eleições de 2018 e 2022. “Pesquisas recentes indicam um cenário competitivo, com diferenças pequenas em eventuais simulações de segundo turno. Esse quadro sugere que o país pode caminhar para uma eleição altamente disputada, na qual nenhum dos polos terá hegemonia clara”, explica o professor e especialista em políticas públicas Emerson Masullo.
Coincidência? Neymar vira desfalque pela 10ª vez em período do aniversário da irmã

O Santos terá um desfalque de peso para o duelo contra o Mirassol, nesta terça-feira (10), pela quinta rodada do Brasileirão 2026: Neymar Jr. O atacante foi preservado pela comissão técnica para evitar desgaste muscular, em mais uma ausência do jogador que coincide com o período do aniversário de sua irmã, Rafaella Santos. Não é a primeira vez que isso acontece. Esta será a décima ocasião em que o camisa 10 fica fora de uma partida disputada na semana do aniversário de Rafaella, celebrado em 11 de março. Ao longo dos últimos anos, as ausências ocorreram por diferentes motivos, como suspensão, lesões ou decisão técnica.
Caso Vorcaro: Ministério da Justiça teme contato de defesa com preso sem gravação

A SENAPPEN (Secretaria Nacional de Políticas Penais) do Ministério da Justiça enviou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça documento, de 9 páginas, ao qual o blog teve acesso, apontando 32 motivos para que o ministro não autorizasse pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro para ter contato não gravado com o cliente no novo endereço. Vorcaro está preso na Penitenciária Federal de Brasília desde a última sexta-feira (6), quando foi transferido de um presídio estadual de São Paulo após pedido da Polícia Federal, que alegou manutenção da segurança pública e do próprio preso. As penitenciárias federais têm regras mais severas de contato, justamente para evitar influência desses presos com o lado de fora. Vorcaro voltou a ser preso por continuar atuando para atrapalhar as investigações mesmo em prisão domiciliar. Ele teria ordenado monitoramentos ilegais, inclusive de jornalistas, e ações para impedir o que ele chamava de “negativas” para sua imagem, com violência. Entre os motivos alegados pela Senappen para que Mendonça não autorizasse o contato, estão a preocupação de cooptação do preso, que, se não for gravado durante suas conversas, que nas federais acontecem em um parlatório, poderia repassar mensagens de presos perigosos com quem pode ter contato .
Entre o discurso e a realidade: Lula fala em armas de dissuasão enquanto Brasil enfrenta desafios internos

Em meio a um cenário internacional marcado por tensões e disputas geopolíticas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a levantar um debate sensível ao afirmar que o Brasil precisa reforçar sua capacidade de defesa e investir em armamentos de dissuasão diante da possibilidade de uma eventual invasão estrangeira. A declaração foi feita durante encontro no Palácio do Planalto com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. O discurso, no entanto, provocou questionamentos e críticas. Enquanto o governo fala em ampliar a capacidade militar e desenvolver tecnologias de defesa, especialistas e setores da sociedade apontam que o país enfrenta problemas internos urgentes, como segurança pública, infraestrutura precária e dificuldades econômicas. Durante a fala, Lula destacou que a América do Sul é uma região de paz e afirmou que o Brasil deveria fortalecer sua capacidade defensiva para evitar eventuais ameaças externas. “Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente”, declarou o presidente. A declaração ocorre em um momento de tensão internacional envolvendo os Estados Unidos e o Oriente Médio, além de repercussões diplomáticas provocadas por possíveis decisões do governo de Donald Trump. Nos bastidores da política internacional, cresce a preocupação com a possibilidade de os Estados Unidos classificarem facções criminosas brasileiras, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como organizações terroristas estrangeiras. A medida poderia abrir caminho para sanções econômicas e ampliar pressões diplomáticas sobre o Brasil. O governo brasileiro avalia que a iniciativa pode trazer consequências delicadas para a soberania nacional. A classificação permitiria aos Estados Unidos ampliar medidas de combate a essas organizações, incluindo bloqueio financeiro e ações mais duras no cenário internacional. Mesmo assim, a fala de Lula sobre uma possível invasão estrangeira foi vista por analistas como exagerada. Críticos apontam que o Brasil, historicamente, mantém relações diplomáticas estáveis e não enfrenta ameaças militares diretas de outras potências. Além disso, o discurso levanta outro debate: enquanto se fala em produzir armamentos e fortalecer parcerias militares com países como a África do Sul, muitos brasileiros ainda convivem com problemas básicos dentro do próprio país — desde a violência nas grandes cidades até a presença crescente do crime organizado em diversas regiões. Para parte da opinião pública, o risco de “invasão” que mais preocupa não vem de fora, mas de dentro: o avanço das facções criminosas, a fragilidade da segurança pública e a dificuldade do Estado em garantir ordem em diversas áreas do território nacional. Diante desse cenário, a fala presidencial reacende uma discussão antiga no país: até que ponto o Brasil deve priorizar investimentos militares quando ainda enfrenta desafios estruturais profundos na área social, econômica e de segurança?

