Primeiros casos do fenômeno foram em 2016, quando diplomatas, agentes da CIA e militares começaram a relatar sintomas
Uma operação secreta dos Estados Unidos pode ter utilizado agentes para obter uma arma que estaria por trás das lesões cerebrais conhecidas como Síndrome de Havana. As informações são do programa 60 Minutes, da emissora americana CBS.
Segundo a reportagem, a operação utilizou agentes infiltrados do Departamento de Segurança Interna americana para comprar a arma de uma rede criminosa russa por cerca de US$ 15 milhões em 2024.
Fontes da CBS descreveram a arma como pequena, portátil, fácil de esconder e diferente de uma arma de fogo tradicional. Além disso, ela é silenciosa e capaz de penetrar janelas e paredes de gesso.
Os primeiros casos do fenômeno chamado “Síndrome de Havana” vieram à tona em 2016, quando diplomatas americanos, agentes da CIA e militares começaram a relatar sintomas estranhos e sem explicação clara.







