Corpo de Ali Khamenei repousa no mausoléu do Imam Reza, principal centro de peregrinação dos xiitas
O chefe da Guarda Revolucionária do Irã, Ahmed Vahidi, ressaltou nesta sexta-feira (10) que “a vingança” pelo assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, nos primeiros momentos da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel, “não será apagada da memória histórica” e prometeu que os responsáveis serão “punidos”.
“A vingança pelos mártires e a punição dos autores, instigadores e apoiadores desse crime continuarão sendo uma exigência definitiva, legítima e inesquecível”, afirmou ele, antes de afirmar que “essa exigência não será apagada da memória histórica da comunidade muçulmana e da frente de resistência até que seja feita justiça”.
Assim, prometeu “uma resposta adequada aos criminosos”, “especialmente ao Exército norte-americano assassino de crianças”, e acrescentou que “o sangue puro” de Khamenei “tornou-se uma fonte jorrante de despertar, dignidade, autoridade e solidariedade para a nação islâmica”, conforme divulgado pela emissora de televisão pública iraniana, IRIB.







