Campo Grande, 10 de julho de 2026

Guarda Revolucionária do Irã diz que ‘vingança’ por líder assassinado ‘não será apagada’

Corpo de Ali Khamenei repousa no mausoléu do Imam Reza, principal centro de peregrinação dos xiitas

O chefe da Guarda Revolucionária do IrãAhmed Vahidi, ressaltou nesta sexta-feira (10) que “a vingança” pelo assassinato do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, nos primeiros momentos da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel, “não será apagada da memória histórica” e prometeu que os responsáveis serão “punidos”.

“A vingança pelos mártires e a punição dos autores, instigadores e apoiadores desse crime continuarão sendo uma exigência definitiva, legítima e inesquecível”, afirmou ele, antes de afirmar que “essa exigência não será apagada da memória histórica da comunidade muçulmana e da frente de resistência até que seja feita justiça”.

Assim, prometeu “uma resposta adequada aos criminosos”, “especialmente ao Exército norte-americano assassino de crianças”, e acrescentou que “o sangue puro” de Khamenei “tornou-se uma fonte jorrante de despertar, dignidade, autoridade e solidariedade para a nação islâmica”, conforme divulgado pela emissora de televisão pública iraniana, IRIB.

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