A Prefeitura de Caarapó, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres, oficializou a publicação e a implementação do Plano Municipal de Enfrentamento à Violência contra Mulheres e Meninas, alinhado ao Programa Estadual Protege.
A iniciativa representa um marco para o município ao consolidar políticas públicas voltadas à prevenção, proteção, atendimento, promoção da autonomia e garantia de direitos das mulheres e meninas. O plano reafirma o compromisso da administração municipal com a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária.
Com a adesão ao Protege, o município reforça a importância da atuação intersetorial, envolvendo todas as secretarias municipais, além da participação ativa da sociedade civil, entidades, instituições, sistema de justiça, forças de segurança, lideranças comunitárias e da população em geral. O enfrentamento à violência de gênero, segundo a proposta, exige articulação permanente entre políticas públicas e comunidade.
Eixos estratégicos do Protege em Caarapó
O Plano Municipal está estruturado em quatro pilares estratégicos que norteiam ações contínuas e integradas no território:
Prevenção e Educação para a Igualdade de Gênero – Desenvolvimento de ações educativas nas escolas, campanhas permanentes, rodas de conversa e atividades comunitárias.
Atendimento Integral e Proteção às Mulheres – Fortalecimento da rede de atendimento, com a Sala Lilás, plantão social, atendimento psicológico, ações itinerantes e programas de reeducação de homens.
Autonomia e Garantia de Direitos – Promoção da capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo feminino e ampliação da inserção das mulheres no mercado de trabalho.
Governança e Participação Social – Atuação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, realização de conferências e fóruns, formação de lideranças e garantia de transparência das ações.
A administração municipal reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher é uma responsabilidade coletiva e depende do engajamento de toda a sociedade.
Em casos de violência, a orientação é denunciar pelos telefones 180 ou 190.







