Campo Grande, 5 de junho de 2026

Flávio Cabo Almi cobra prioridade no básico e destaca atuação firme da Câmara

O vereador Flávio Cabo Almi (PSDB) voltou a se posicionar de maneira contundente sobre as escolhas da administração Adriane Lopes (PP), ao criticar o alto investimento em ornamentação natalina enquanto a população enfrenta carências fundamentais. Para o parlamentar, antes de grandes eventos e decorações, a gestão precisa garantir o essencial à cidade.

Segundo Flávio, a prefeitura tem obrigação de entregar o “feijão com arroz”, expressão usada por ele ao defender ações imediatas que realmente melhorem a vida da população. Ele reforçou que Campo Grande não pode assistir a gastos milionários com luzes e enfeites enquanto os problemas básicos permanecem sem solução.

O vereador lembrou que os buracos continuam provocando prejuízos, acidentes e até mortes, reforçando que a população espera ruas de qualidade, medicamentos nos postos e serviços funcionando plenamente. “O povo merece respeito. Minha atuação seguirá firme, cobrando o que precisa ser feito e sem aceitar justificativas vazias”, destacou.

Flávio ressaltou ainda a iniciativa da Câmara Municipal em antecipar a devolução do duodécimo — cerca de R$ 9 milhões — justamente para permitir que a prefeitura retomasse com urgência as operações de tapa-buraco e serviços de manutenção urbana. Ele enfatizou que esse movimento foi essencial para garantir recursos imediatos e evitar a paralisação das equipes.

A retomada dos trabalhos ocorreu após reuniões diretas dos vereadores com o secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, e com a secretária de Fazenda, Márcia Hokama. Os encontros, solicitados por Flávio na condição de presidente da Comissão de Obras, buscaram assegurar transparência, continuidade e boa aplicação do dinheiro público. Com isso, as empresas voltaram a atuar e ampliaram as frentes de serviço pela cidade.

Para o parlamentar, a Câmara está cumprindo seu papel ao fiscalizar e garantir condições para que os serviços avancem. Agora, afirma ele, cabe ao Executivo fazer sua parte e entregar o mínimo que Campo Grande necessita. “Campo Grande merece o mínimo funcionando”, finalizou.

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