O recuo do ministro Dias Toffoli da relatoria de processos ligados ao Banco Master e o silêncio adotado por Alexandre de Moraes diante de suspeitas envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro fazem parte de uma estratégia que, nos bastidores do STF (Supremo Tribunal Federal), é vista como necessária para conter a crise que atingiu a Corte nos últimos meses.
O auge do mal-estar para o STF gerado pelo escândalo do Banco Master ocorreu em fevereiro, quando a Polícia Federal apontou conversas de Toffoli com Vorcaro. Na época, Toffoli era relator dos processos do caso no Supremo.







